quarta-feira, 3 de julho de 2013

Coletivamente falando...

Essa história de querer exigir transporte público de graça precisa ser analisada e eu faço o seguinte raciocínio: hoje, há uma empresa em Santiago (a Centro-Oeste) que presta este serviço, que você só paga quando usar. Se o serviço fosse público, teríamos que ou ter uma frota municipal (que teria de ser comprada e mantida e isso não é tão simples) ou contratar uma empresa de transporte para prestar o serviço gratuitamente (como ocorre com o recolhimento de lixo, por exemplo). Só que, usando o transporte ou não todos teriam de pagar por ele, via IPTU (que iria aumentar bastante, é lógico), de forma literal, coletivamente.

Perguntas: você estaria disposto a deixar seu carro na garagem e só andar de ônibus? Se, sim, quantas vezes fez isso no último mês, ano ou década? De fato, seria muito sensato e importante para o meio ambiente se o transporte coletivo fosse mais usado do que os veículos de passeio. Mas e aí, será mesmoa que aquela frota de mais de 20 mil carros que temos em Santiago, ficaria lá parada na garagem?

Manifestar a opinião é simples, Defendê-la é muito positivo e praticá-la, requer um esforço contínuo. Quem, verdadeiramente, se habilita?

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