segunda-feira, 25 de junho de 2012

Parabéns, Letícia Lima

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Essa da foto é a minha melhor-melhor melhor amiga, a Marcela Colbek Lima, junto com a sua linda filha, a Letícia (minha afilhada, aliás), que completou seu primeiro aninho. A festa aconteceu neste domingo, na Associação dos Moradores do Bairro Itu.

Não achou a lixeira?

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Na praça central Santiago: alguém foi incapaz de encontrar uma (das mais de 20) lixeiras e deixou uma latinha de refri em cima de um arbusto. Imagine se cada pessoa fizer o mesmo e deixar latas, embalagens de salgadinho, carteiras de cigarro, garrafas onde bem quiser, no que vai virar a cidade?

terça-feira, 19 de junho de 2012

Crônica de Oracy Dornelles

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TRÊS

Aviso à minha meia dúzia de leitores "cultos " que só escrevo quatro vezes por mês. Uma semana é dos poetaços do Márcio e a outra semana é dos cronicaços meus. Estou criando a pão de ló um novo personagem, o Floresbundo Nauseapópulus, um santiaguense de origem longínquamente grega, que age como o escultor Fídias, (acento no 1° "i"), e outro pouco age como um filósofo de Plantão.
       
Esta semana, nublada e parcialmente nublada, com névoa seca, domei a mais bela pulga de minha minúscula carreira. O cachorro Pretinho, astro da Record, até ganhou uma chuleta nova. Ela é a número  1 no Rank das Pulgas, chama-se "Flea Sharapova". Vai puxar um carrocinha com formato de Raquete Prince  03, tenteando uns euros da Nike. A menor homenagem do mundo  a essa belíssima tenista russa, pela qual gamo.

Estou achando muita falta dos divertidos escritos do Sadi Machado neste jornal. Acho que ele foi  "pra fora cuidá das ovêia.  Sua "farta"  faz nuita falta, principalmente pelas surrealistas largadas do se dicionovário guáquico, pois  em tudo que é reuniãozinha michuruca  ele é o primeiro que aparece, com seu grande e pegajoso sorriso sincero de larga boca...Também ele poderá, (ninguém sabe), estar afiando seu sobrenome  nalgum rebolo por aí...  para  abafar na Estação do Franco Conhecimento,  como o Auri Sudati, a Lígia e o Pasini, para lançar seu surrado livro pela nona vez na "14a. Fátima Municipal do Livro"!...    

Oracy Dornelles

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Um dos melhores livros do ano

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A obra "Filosofando com os Super-Heróis" é um dos finalista ao prêmio de livro do ano, na categoria não-ficção,  pela Associação Gaúcha de Escritores (AGES). Foi escrito por meu amigo Gelson Weschenfelder e lança uma visão inédita sobre alguns dos mais populares personagens dos quadrinhos, conceituando-os dentro do universo da Filosofia. Trata-se ao mesmo tempo de uma declaração de amor de um fã das HQ's e também uma profunda análise científica de um educador, que transporta o leitor com maestria, fazendo com que ele compreenda o quanto aqueles personagens influenciaram positivamente a tantas gerações e, por isso mesmo, se eternizaram como ícones da cultura popular, merecidamente.

O livro de Gelson Weschenfelder inteligentemente interage com diferentes públicos: as crianças são atraídas pelos super-heróis e aprendem que a filosofia pode ser tão divertida quanto os gibis ou filmes. Por sua vez, os adultos descobrem por meio da filosofia, o quanto aqueles personagens podem ter influenciado a sua vida. De minha parte, lendo sobre os atos de lealdade, amor, justiça, perdão e sacrifício, fui assimilando o quanto cada personagem das HQs contribuiu com minha formação moral. (Grandes poderes trazem grandes responsabilidades). 

E apesar de abordar sobre personagens tão populares, o livro Filosofando com os Super-Heróis nos mostra uma faceta diferenciada de cada um deles, colocando-os à luz da compreensão psicológica, criando aquela identificação que tanto buscamos. Com isso, o autor nos mostra o porquê desse fascínio: se queremos ser pessoas boas e virtuosas, buscamos bons exemplos a imitar. E que melhor exemplo a seguir do que o de um super-herói, pensei, após terminar de (re)ler esse livro superinspirador.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Irresponsáveis que fogem

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Toda semana, nas ocorrências policiais, tem registros de gente que foi atropelada e o motorista fugiu sem prestar socorro. São vários os casos. Gente que atropela outra pessoa e...foge?!? É assim, que se foda o outro? Mas, pôxa, que sociedade é essa que nos tornamos, que estupidez, que frieza! 

Onde as pessoas aprenderam a não assumir os seus atos, a passar por cima de uma responsabilidade do tamanho de uma VIDA??! 

Depois, claro, é muito fácil jogar a culpa nos políticos, nas estatísticas. O errado é sempre o outro.