sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Feliz aniversário, Helô!

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Hoje é dia do aniversário da querida amiga Heloísa Flores, que é uma das pessoas mais sensíveis, inteligentes e maravilhosas que a Vida me proporcionou conhecer. Tudo o que puder dizer de bom sobre ela é pouco. Então, compartilho com os poucos leitores deste blog cultural/pessoal alguns vídeos que fiz dela (en) cantando no palco da 11ª Fecoarti, ao lado de seus amigos do grupo Corazón Libre. Se você perdeu esses momentos maravilhosos, eis sua oportunidade de ver:







quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Chicão: inspiração, coragem e coração!

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Quando estava visitando as sessões eleitorais, posou 
em frente na de número 11, na escola Alceu Carvalho.


Como não poderia deixar de ser, todos em minha cidade estão fazendo questão de prestar sua homenagem e lembrar do gigante que foi o Chicão Gorski, nosso ex-prefeito, nosso deputado, o homem que fez todos sonharem, acreditarem e experimentarem uma cidade melhor. Graças a ele Santiago é hoje a cidade maravilhosa que é. Milhões de palavras e predicados podem ser ditos sobre ele e ainda será muito pouco.  

Então, gostaria também de deixar a minha homenagem aqui, neste blog, dividindo com todos algumas fotos da campanha política de 2004, quando acompanhei o Chicão durante os três meses da campanha de reeleição (quando fez quase 20 mil votos), indo com ele em todas as reuniões, visitas nos bairros, comunidades do interior e comícios. Copiem, divulguem, homenageiem, eternizem!


 Em meio ao povo, durante campanha no calçadão.

Caminhada que começou no bairro Ana Bonato e atrevessou a cidade.
 Na janela de uma empresa no calçadão de Santiago, ele observa a multidão.
 Um trato no visual.
 Em meio as crianças no palco de um comício. Junto, sua filha Stefânia.
Com os pequenos da escola Criança Feliz.
 Nas pequenas reuniões...
 ...e nas grandes: o mesmo entusiasmo.
 Pausa para o chimarrão.
 Dançando no interior.
 Onde estava, ganhava mais amigos.
 Comer, que ninguém é de ferro.
 O abraço da filha Raquel.
 Acompanhado do filho Rodrigo, sua nora e do amigo Tavinho.
 Com seu amigo Ruivo, numa carreata.
 Iluminado.
 Com amigos no interior.
 Note a reverência deste senhor: estava 
de boné, mas tirou para cumprimentar Chicão.
 Emocionado, durante um comício, quando 
a filha Raquel falava a seu respeito.
 Com sua nora, filhos Rodrigo e Raquel e com a mãe, Hilda.
 Durante um debate na Rádio Santiago.
 Ele gostava de chimarrão...
 ...E não recusava um trago, igual ao seu povo.
 Conferindo como estava se aprontando um carreteiro na Semana 
Farroupilha. Essa foto tirei numa localidade do interior.
 Ajudando a preparar um churrasco.
 A parceria com seu amigo-irmão Júlio Ruivo.
 Essa foto ele gostava bastante...
 Num dos comícios. O povo o aplaudindo.
 Passeata pelo calçadão.
 Caminhar ao seu lado foi uma batalha honrada.

 Na cabine de votação no Centro Cultural. (Eu também voto lá. Gostava de dizer isso...)
 Pausa pro cafezinho...
 ...e pro churrasquinho.
 "Politiqueando" com o filho Rodrigo.
 Durante debate na Rádio Santiago.
 Com um oponente político: respeito.
Experimentando a galinha de um risoto em Ernesto Alves...
Durante a Semana Farroupilha, em meio as prendas e peões...
Respeito com todos.
 Falando ao povo, que tanto o amava...
 Com amigos do Cruzeiro...
Com amigos...
Festejos da Semana Farroupilha...

domingo, 13 de novembro de 2011

Chicão Gorski

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Quais as maiores realizações da vida de uma pessoa: ser popular, famoso, admirado, campeão de votos, prefeito por duas vezes, deputado estadual,  ser carregado nos braços por seu povo?

Para Chicão Gorski, penso, a maior realização era receber o "muito obrigado" de uma pessoa, o abraço sincero de alguém que ganhou uma nova vida, um novo lar ou o sorriso de uma criança que ganhou um futuro...

Minha cidade, Santiago, chora sua partida. Mas Chicão será lembrado para sempre por todo o bem que fez, tantas ideias inovadoras, projetos e, principalmente, por todo o carinho de cuidar das pessoas. De cuidar dos moradores dessa cidade como se fossem membros de sua família. Estamos todos órfãos de nosso maior líder...

domingo, 6 de novembro de 2011

Asteroide vai passar pertinho de nós...

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...Mas ainda não será dessa vez que vamos todos pra cucuia, como se foram os dinossauros. Conforme a Nasa, na noite da próxima terça, 08, um asteroide de 400 metros de largura vai cruzar a uma distância de 325.000 km de distância, menor do que entre a Terra e a Lua. Esta será a maior aproximação de um corpo celetes desses em 30 anos e se calcula que só em 2028 algo do tipo voltará a ocorrer e só em 2094 cruzará um mais perto ainda. Apesar da proximidade, o asteroide não será visível a olho nu, mas só com telescópio (alô, seu Oracy Dornelles...).

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Frase do dia

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"Dirigir bêbado é o mesmo que pegar uma arma carregada e ficar mirando na cabeça dos outros, de 'brincadeirinha'...."

Por: eu mesmo. Com direito às aspas...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Selton Mello faz rir e chorar em "O Palhaço"

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Se nas décadas de 80 e 90 o cinema brasileiro não prestava (com poucas excessões), tudo mudou a partir de Cidade de Deus. O longa dirigido por Fernando Meirelles estabeleceu um padrão de qualidade até então inédito no Brasil, criando uma identidade definitiva. Na última década não teve um ano sequer em que não tenha sido lançado ao menos uns 10 filmes que se conseguiram se equilibrar na equação sucesso de bilheteria/crítica.

Em 2011 tivemos vários sucessos, a começar por Tropa de Elite 2, que estreou no final de 2010, mas ficou vários meses estourado nas bilheterias tornando-se o mais rentável da história, ultrapassando os R$ 100 milhões. Depois vieram Bruna Surfistinha (com Débora Secco), V.I.P.S. (com Wagner Moura), Cilada.Com (com Bruno Mazzeo), As mães de Chico Xavier, Qualquer Gato Vira Lata (com Cléo Pires), Capitães da Areia (da obra de Jorge Amado), Onde está a Felicidade? (com Bruna Lombardi), O Homem do Futuro (Wagner Moura), Assalto ao Banco Central. E chegamos ao lírico O Palhaço, segunda experiência do ator Selton Mello como diretor.

Ele interpreta o palhaço Pangaré, que atua ao lado de seu pai, Puro Sangue (Paulo José). Ambos fazem parte de um circo mambembe que atua no interior de Minas Gerais. No entanto, o personagem de Selton está cansado dessa vida itinerante e difícil e abandona tudo para viver como uma pessoa "normal", apesar de não ter identidade, CPF ou comprovante de residência. Acaba se defrontando com um mundo onde não se encaixa, que só aumenta a sua tristeza, o que o faz perceber que abraçar sua herança artística seja vital para sua sobrevivência.


Não é de hoje que Selton Mello é o mais elogiado dos atores brasileiros, uma espécie de Tom Hanks nacional. Seu talento começou a ser notado nas novelas globais, mas tornou-se insuficiente para a telinha. No cinema, ele já nos brindou com performances inesquecíveis (Meu Nome Não é Johnny, A Mulher Invisível, Jean Charles) e eu destaco muito o seu trabalho no brilhante "O Cheiro do Ralo"

O Palhaço brinda os espectadores com um cinema que parece beber na fonte de cineastas como Frederico Fellini e Wes Anderson (com uma pitada de Os Trapalhões) e levando o público da risada à lágrima. Se Tropa de Elite 2 está para garantir sua vaga no Oscar 2012 (estreia dia 11 de novembro nos cinemas estadunidenses), O Palhaço desde já está carimbando seu passaporte, ao menos diante da firme possibilidade de conquistar a vaga para o ano que vem.

E se, lá em 2013, vier a conquistar o sonhado prêmio que o cinema nacional tanto sonha, será uma consagração não apenas para os cineastas daqui, mas também para o brilhante Selton Mello. Vindo ou não esse prêmio futuro, o que importa é que graças a ele e a talentos como Wagner Moura, José Padilha, Lázaro Ramos, Cláudio Torres e Fernando Meirelles, o cinema nacional é hoje motivo de orgulho. E quem é premiado são os telespectadores.

PS: No elenco de O Palhaço temos a presença de Hossen Minussi, nascido em minha cidade, Santiago.