quarta-feira, 27 de julho de 2011

Fool's gold


Uma garota de 27 anos morreu vítima do vício em drogas, bebidas e todo o tipo de excessos. Nos últimos anos, seus familiares e amigos tentaram de tudo para ajudá-la. Acompanhamento psicológico, espiritual e até internações em clínicas de reabilitação (Rehab). Todos tentaram, mas ela não se ajudou. E, assim, Amy Winehouse morreu. Essa cantora inglesa, admirada por uma legião de fãs, vencedora de vários prêmios e elogiada pelos maiores artistas, sucumbiu aos vícios, indo do paraíso ao inferno (Back to Black). E não imaginava outra forma dela morrer que não fosse por overdose, já que ela ocupava muito mais as manchetes por conta dos vícios, do que por algum show. Tão talentosa, tão autodestrutiva. (Alcoholic Logic).

O que realmente me faz insistir em falar da morte desta cantora, assunto já tão debatido na imprensa, é de pensar que o seu exemplo se aplica a tantas outras pessoas, próximas ou distante, mas que de alguma forma se interligam às nossas vidas. Falo de jovens que, assim como Amy, tinham seus talentos, suas ideias, seus sonhos, suas famílias e que se perderam. Seres humanos que sucumbiram a algum vício, perderam sua saúde ou sua moral e que desabaram em alguns dos infernos na Terra, restando a tristeza para quem estava próximo ou de alguma forma interligado por meio do amor ou da dor. Não era fã de Amy Winehouse, mas gostava de suas músicas. E percebendo o talento que tinha, cabe refletir sobre suas atitudes imbecis. Não é sua morte que lamento, mas a sua vida desperdiçada. Servirá de exemplo? (Beat The Point To Death)...

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