quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Jingles de campanha: piores e melhores

Um jingle pode fazer milagres por uma campanha eleitoral. Que o diga Germano Rigotto que se elegeu governador do Rio Grande do Sul graças a sua famosa canção, em 2002. Outro político que sempre conseguia produzir jingles muito bons era o ex-deputado Marco Peixoto. Mas assim como o jingle pode ajudar a levantar uma campanha, também pode ter o efeito inverso. Confira alguns exemplos de jingles ruins e outros bons.

Os piores


Tubias Calil- "Eu voto Tubias. Uhuúuuuu. 15015 eu vou votar, 15015 eu vou votar, para deputado estadual"...(Ele pegou a música I Gotta Feeling, do Black Eyed Peas e conseguiu deixar pior do que já era...)


Cristopher Goulart- Até começa bem, com som de gaita e uma trova gauchesca original. Depois, descamba pro sertanejo universitário, parodiando uma música famosa. Tá louco o teu gato!



José Serra virou "Zé" neste jingle que ainda diz "Quando o Lula da Silva sair é o Zé que eu quero lá...". O vídeo virou motivo de piada por usar da figura do presidente e sumiu do horário eleitoral rapidinho.




Tiririca- E ele ainda conseguiu se eleger se apresentando assim...


João Luiz Vargas- Olha, se o Bin Laden descobrir esse vídeo, vai transformar numa poderosa arma de tortura. " O João Luis Vargas é meu amigo. Mexeu com ele. Mexeu comigo..." Ele realmente queria se eleger apresentando um lixo de jingle como esse?





Vilmar Oliveira- Brega ao extremo. Parece ter sido gravado por um pastor evangélico que era fã de Odair José e que recém tinha comprado o seu teclado e se dedicado à música porque sua mulher o trocou pelo pedreiro da igeja...

Uma pena não ter encontrado os jingles do Afonso Hamm, Afonso Motta e também do Heinze para enquadrar na categoria dos piores.


Os Melhores



Tarso Genro- Não foi a toa que Tarso Genro foi eleito governador do Estado logo no primeiro turno. O seu jingle de campanha era agradável de ouvir. Produção bem acabada, demonstrando profissionalismo e respeito ao eleitor.



Chicão- Um dos jingles do deputado estadual Chicão Gorski. Começa num ritmo contagiante, tem embalo, clareza e passa a mensagem.




Fogaça não conseguiu se eleger, mas o seu jingle de campanha era bem produzido.

Um comentário:

Weimar Donini disse...

Muito legal esta postagem.
A propósito, por teu intermédio, gostaria de parabenizar ao Expresso e ao Barbela pela sensacional crônica (será que é crônica?), Por favor, professora. Sensacional. Ri à valer.
Um forte abraço.