quinta-feira, 30 de julho de 2009

Parabéns, Rádio Santiago. Obrigado, Jones Diniz

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Nesta sexta-feira, a Rádio Santiago completa seus 58 anos de existência. Tenho imenso carinho pela emissora, pois cresci ouvindo a sua programação. E tive o privilégio de desfrutar da amizade de grande parte da equipe da rádio, que reuniu um seleto grupo de seres humanos admiráveis. Cito, portanto, a dona Eda Ramos, o Paulo Pinheiro, o Juliano Nascimento, Sílvio Ricardo, Marco Antônio Nunes, Jorge Augusto Gonçalves, Paulo Bandeira e Nelson Abreu (ex-funcionários), Ieda Freitas e Paulo Cardoso.

No entanto, quero fazer uma menção especial para Jones de Jesus Martins Diniz, que sempre digo que é um patrimônio vivo da Rádio Santiago. Meu amigo, meu ídolo, meu ideal a ser seguido. Um exemplo como ser humano, esposo (da Marisa), pai (da Luana), profissional (Rádio Santiago e jornal A Razão). Pessoa talentosa, generosa e de uma alma imensamente grandiosa. Ele é apresentador dos programas Olho Vivo, Jornal Falado, Sábado Sertanejo, Geração 2000 e Ponto de Vista. É é também o diretor do Departamento de Teatro do Centro Cultural.

E foi através do teatro que a minha vida cruzou com a dele. Eu era um guri que, um dia, viu um cartaz anunciando uma oficina de teatro no Centro Cultural. E fui, junto com outros amigos como o Éverton e o Cristiano. E lá, conheci o Jones. E durante anos, desenvolvemos laços de muita amizade, respeito e companheirismo. E foi através do teatro, aprendendo com o Jones, que tive a oportunidade de conhecer muitas pessoas e ganhar tantos outros amigos e pessoas que foram muito importantes em minha vida como Lidiane Brandolff, Divaldo Souza, Noé Machado, Renato Polga, Enadir Vielmo, Arlindo Disconzi, João Quintino, Davi Vernier, Zé Lir Madalosso, Arami Fumaco, Auri Sudati, Eliane Wesz, Andréia Teixeira, Rose Bloss, Gelson Piber, Cida Azzolin, César Martins, Volnei Sarturi, Magda Buttini, César Braga, Alissandro e Kácia Fontoura e tantas outras pessoas maravilhosas. Foi através do teatro, ao lado do Jones, que despertei o gosto de escrever e interpretar, inventar histórias etc.

Não é sempre que vejo o Jones, mas ele está sempre comigo, porque marcou a minha vida para sempre. E é um amigo que acompanho através das ondas da Rádio Santiago. Aprendi a conhecê-lo tanto que, pelo tom de sua voz através de seus programas, sei como está o seu humor naquele dia. E talvez muitos outros ouvintes também possam sentir o mesmo, já que o Jones é uma pessoa rara e transparente. Tantas vezes ouvi seus conselhos e tantas vezes rimos juntos.

É meu amigo, é meu irmão, é meu ídolo. Jones Diniz é uma das pessoas mais importantes de minha vida.

Parabéns pelos 58 anos, Rádio Santiago. Obrigado por tudo, Jones Diniz.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ostra (cismo)

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Em resposta a uma pergunta feita por um amigo no MSN, a respeito da frase "Diga-me o que escreves em teu blog e te direi quem tu és". Ora, porque simplesmente é possível analisar a psicologia de uma pessoa a partir do que ela escreve, ué. Bem simples.

Pegue qualquer blog de qualquer recanto da blogosfera galaxial e faça uma análise morfológica, psicológica, analítica, quadrilátera e tridimensional, multiplicada pela egolatria, subtraindo a autodepreciação, a autopiedade e some os acessos de grandiloquência, as viadices, as puxassaquices, as nerdices, as tolices e as esquisitisses.

Agora, multiplique por 3,141592653589793238..., elevando à nona potência mais E=m.c2. Esse resultado, deverá ser somado com os blogs de utilidade pública, jornalismo, literatura, saúde, educação, política, arte, cinema, quadrinhos, informática, ocultismo, satanismo, judaísmo e niilismo e aplicada a taxa Selic, subtraindo a inflação do período. Entendeu?

Não? Nem eu...
*****

Na verdade, eu escrevi essa frase inspirada na minha amiga Camila que, um dia estava olhando todas as minhas comunidades do orkut. E me saiu com essa:
- É possível descobrir tudo sobre uma pessoa só em olhar as comunidades dela no orkut. Não apenas os gostos pessoais de música, filmes essas coisas. Mas como a pessoa é, em sua intimidade...
- É mesmo? Tu acha?
- Sim. Quer ver como eu descubro tudo sobre ti...
Depois de olhar todo o meu orkut, ela desiste.

- Não descobri nada sobre ti, além do que eu já sabia. Tu é uma ostra.

(Sobre as postagens fora da casinha: juro que não fumei nada...)

A porra faz toda a diferença

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Peço a licença dos leitores mais puristas, defensores da moral, bons costumes e de um palavrear mais refinado. E também estendo mesuras aos defensores do politicamente correto e aos possíveis moralistas de fachada. E também para os que que não se enquadrem em nenhuma dessas categorias mas que, por ventura ou busca Googleana, (essa vai pro Aurélio Millenium), venha parar neste mal digitado blog.

Há muitos anos gosto de publicar textos no jornal literário Letras Santiaguenses, que é uma publicação cultural de nossa cidade de Santiago. Foi no Letras que tive meus primeiros trabalhos divulgados e tenho grande orgulho disso. Apesar de que eram coisas horríveis, na verdade. (Escrevi poesias dignas de enfiar o dedo na garganta).

Mas, enfim. Passei alguns anos sem participar e, desde dezembro passado, retornei às páginas do Letras, com muita alegria. E enviei um conto para ser publicado na próxima edição que sai agora em agosto. Nessa semana encontrei o Zé Lir e perguntei se ele tinha recebido (por e-mail). Ele foi direto comigo.
- Recebi, mas a tua crônica tá meio apimentada. Não dava para ti trocar umas palavras meio pesadas?
O Zé Lir se referia ao uso excessivo da palavra "porra" no referido texto. Expliquei que não podia mudar e escrever "sêmen", por exemplo. Porque era a "porra" que fazia toda a diferença.

Mas não liguei e disse que trocaria por outro. Eu realmente não tinha me apercebido que tinha extrapolado as regras de bom comportamento sugeridas pelo Letras. E peço desculpas aos meus queridos Zé Lir e ao professor Auri Sudati, por isso.

Mas o que me enterneceu mesmo, foi que o professor Auri me enviou um e-mail para tratar sobre o assunto.

Diferente do meu amigo Zé Lir, que foi curto que nem coice de porco, o Auri explicou que o Letras era distribuído em escolas, lido por estudantes, crianças, etc. E foi se desculpando um monte por pedir que eu trocasse o texto, que não era para eu levar a mal etc. Mal sabia ele que eu já tinha enviado outro texto e não tinha ficado (e jamais ficaria, lógico) nem um pouco chateado.

Na verdade, acho muito legal que o Letras Santiaguenses preserve essa característica. Tenho imenso carinho por este jornal, um instrumento admirável para a divulgação da cultura.
...
Mas eu tinha gostado mesmo do meu texto anterior, porra.

terça-feira, 28 de julho de 2009

A margem que afoga

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Só passando para dar uma atualizadinha quase que de nada no blog. Hoje, vou mergulhar no trabalho. Sem tempo nem para tomar um café. (hmmm, pensando bem, café tem que ter). Cruzei pelo calçadão e observei diversas vitrinas anunciando promoções. Na Rua dos Poetas a mesma coisa. Vi que numa loja de móveis e eletrodomésticos, tem um sofá que custava R$ 3.799,00 e agora está por R$ 2.799,00. O mesmo com vários outros produtos, onde os descontos somam mais de R$ 200, R$ 400, R$ 600. Também várias lojas de roupas anunciam promoções pela metade do preço. Vi uma bota feminina numa vitrine por R$ 49,00, sendo que o preço original era de R$ 133,00. Quando você vê preços assim sendo praticados pelo comércio você pensa que os proprietários:

A- Eles são bonzinhos e querem agradar seus clientes.

B- Os capitalistas baixaram a margem de lucro para o proletariado comprar. (Margem de lucro é aquilo que afoga os clientes).

C- Eles queriam lucrar horrores em cima dos clientes. Mas não conseguiram vender tanto quanto a ganância achou. Baixaram os preços, mas ainda assim estão lucrando.

D- O preço que está sendo cobrado agora é o mais justo.

E- Dá nojo. Pois quando o preço não tinha baixado, você comprou determinado produto, pediu um desconto e o gerente fez o maior esforço do mundo para te dar um desconto de 5 pilas. E ainda disse que era o máximo que ele conseguia, depois de uma série de telefonemas e cálculos.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Visões (invernais) de Santiago

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O cusquinho vê a paisagem alva ao seu redor.

Meu pé, quebrando geada de manhã cedo.

A pobre vaquinha, desanimada, percebe que terá de esperar para beber da água congelada.

Um passeio pela paisagem gélida, em busca de pasto.

No domingo passado, 26 de julho, eu tive a coragem de levantar às 6h30 da manhã. (Para mim que geralmente durmo até mais ou menos às 10h todos os dias, é um ato de coragem extrema). Qual o motivo? Fotografar a geada em Santiago, claro. Assim, percorri alguns lugares próximos aos trilhos e registrei algumas imagens. Aqui, deixo um vislumbre para quem estava dormindo. Antes de sair, tomei um capuccino, acompanhado de torradas e ovos fritos (tá, é uma mistura pouco convencional). E depois, saí quebrando geada e respirando o maravilhoso ar abaixo de zero. Fez bem para os meus pulmões e fez bem para o meu coração. Espero que faça bem também para quem ler esse blog.

Dedico esse post para os amigos Nívia Andres, César Dors, Jorge Bittencourt e Giovani Pasini.

Uma visão de um bairro da cidade. Abaixo, os trilhos.


Nossos ídolos estão mortos (e nossos ideais descansam em paz). Viva o passado!

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Gosto muito de música clássica e, vez por outra, adoro de ouvir obras de Beethoven, Mozart, Shumann, Rubinstein, Verdi, Chopin e outros tantos compositores. Mas também me agrada alguns clássicos da música japonesa (medito e viajo), italiana, grega (raramente, claro) e irlandesa (com moderação). Conhecer a música de determinado país é adentrar um pouco na cultura daquele povo e absorver um pouco de sua história. Confesso que as canções instrumentais (clássicas ou não) que mais me conquistam são as que fazem uso de piano, violino, arpa ou flauta.

A música faz parte da história do homem e nos acompanha desde muito tempo. E até o século XX, a música servia para expressar sentimentos, animar festejos e, de forma mais refinada, ela era um regozijo dos mais abastados. O século passado trouxe uma revolução nisso tudo e a música passou a ser usada também para expressar atitudes, contar histórias e ter a ousadia de querer mudar o mundo. E não é exagero dizer que muitos cantores e bandas mudaram o mundo, sim, através do que eles representaram para as suas gerações. E no universo da música ninguém foi mais expressivo do que Elvis Presley. Ele marcou os anos 50 com suas canções falando de amor e inspirou o surgimento de muitos outros grandes cantores, como "Always on my mind". Em seguida, nos anos 60, os Beatles revolucionaram o mundo com seu estilo "Twist and shout". Individualmente, John Lennon também se imortalizou com "Imagine".

Os Beatles e Elvis foram tão precursores que até hoje suas canções são regravadas e reiventadas por toda a nova geração de músicos e bandas. No mesmo período, contrabalançando com os bem comportados Beatles surgiram os cheios de atitude e rebeldia "The Rolling Stones", liderada por Mick Jagger, ainda hoje em atividade e sempre se renovando (claro, já não com o mesmo fôlego).

Os anos 70 foram marcados pelo surgimento (ou consolidação) de bandas ou cantores como Pink Floyd, Led Zeppelin, Ramones, Eric Clapton, The Doors e Bob Marley. E vieram os anos 80 e a explosão de bandas e cantores. E foi esse o período dominado por Michael Jackson, Madonna, U2, Aerosmith, Qüenn, Metallica, Iron Maiden e muitos outros. Os anos 90 foram o período de consagração para o Nirvana (sem dúvida, a banda que mais marcou esse período), apesar de não ter chegado ao final da década. De igual (ou maior sucesso) foram os Guns N'Roses.

É possível dizer que cada um dos cantores ou bandas citadas abriu as portas ou inspirou o surgimento de muitos outros, que não citei, deixando de expressar meu gosto pessoal. No Brasil, essa história toda aí seria resumida em Roberto Carlos e Chico Buarque (anos 60), Elis Regina (anos 70), Cazuza (anos 80), Legião Urbana (anos 80 e 90) e pára por aí.

O que me refiro é que cada um desses citados foram (ou são) ícones justamente porque trouxeram alguma novidade, alguma atitude, alguma representatividade. E na esteira deles é que surgiram muitos outros.

E eis que chegamos aos anos 2000. Qual o cantor, cantora ou banda surgida nesse período e que mereça ser chamada de ícone? Penso eu que simplesmente não há! É incrível, mas vivemos justamente na época mais plolífera de músicos e, em contrapartida, não há ídolos para essa geração. Há, claro, as celebridades instantâneas, as da semana. Que fazem um sucessinho aqui ou ali, diante da geração Youtube, mas que logo perdem a sua importância. Não há um Elvis Presley capaz de encantar multidões. Não há Beatles ou Rolling Stones. Não há Kurt Kobain. Não há Freddy Mercury. Não há Janis Joplin. Antes, gravar um disco significava uma epopéia contra a indústria, um sem fim de dificuldades.

Hoje, qualquer banda de garagem tem o seu CD Demo (que às vezes é tão ruim que parece mesmo coisa do demo). Qualquer cantor pode gravar um videoclipe com os melhores recursos visuais e largar no Youtube. Mas o incrível é que nos anos 2000 existem inúmeras celebridades, mas não temos ícones, não temos ídolos e nem mais ideais a serem seguidos. O rock morreu?

Elvis morreu, Michael Jackson também. Madonna é um reflexo do que um dia foi. Os Beatles? Foi um sonho que acabou. Pink Floyd é eterno. E os dinossáuricos Rolling Stones se negam a fechar as cortinas (que bom). E ainda há o U2, com bom fôlego. E ainda a garganta de Steve Tyler é poderosa.

Deixando de citar a atual geração de cantores, cantoras e bandas, a verdade é que os anos 2000 simplesmente não representam nada para uma revolução musical. São o vazio criativo. É que é justamente esse o período da indústria, do dinheiro, da fama instantânea. Não há ideais para se lutar, não há críticas para se fazer. E não há mais o que falar de amor, que já não tenha sido dito antes. Há alguns ecos aqui ou ali, mas não despertam alcançam força mundial. É uma geração conformista, a geração Reality Show.

A verdade é que nesse período sem bandeiras, significados ou emblemas é justamente no passado que se vê a força criativa que tivemos. Os que por aqui passaram não cantaram para o seu tempo, mas para todos os tempos. Pois é aqui que está a beleza da arte pura e verdadeira: ela é universal e atemporal. Na falta de cantores ou bandas ícones para a sua geração, os anos 2000 fazem uso da máquina do tempo para voltar olhos e ouvidos para o que foi dito e inspirado por Elvis Presley, Beatles, Pink Floyd, Legião Urbana e tantos outros. Quem diria, Lennon, mas o sonho não acabou.
Ou, como profetizou Elis Regina, em "Como Nossos Pais" (de Belchior), os nossos ídolos ainda são os mesmos.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Casamento legal

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Esse vídeo é uma dica do Twitter do Ashton Kutscher.

(visite o meu também em http://twitter.com/MarcioBrasil)

Torcidas organizadas: os brutos que também amam

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Outro dia, durante uma reunião na casa de minha amiga Letice, estive assistindo uma reportagem sobre torcidas organizadas. E aquilo reafirmou as razões por eu não cultivar quaisquer paixão por times de futebol. Gosto do Grêmio, gosto do Inter e não gosto da Seleção Brasileira. Porém, não assisto jogo de time algum e jamais vestiria camiseta de time nenhum. Porém, é óbvio que essa é uma particularidade minha e não recomendo para ninguém. Quem gosta, tudo bem. Acho até curioso de ver a paixão que as pessoas manifestam por seus times. Acho realmente pueril de ver alguém declarando o amor mais infinito do mundo para uma porcaria de um símbolo numa camiseta, para um bando de machos correndo atrás de uma bola, comprando pôsteres de machos suados que são chamados de "heróis" e cujos feitos "heróicos" é, senão, vencer uma partida. Para os torcedores fervorosos, aqueles 90 minutos de jogos são um desafio às emoções. Uma cruzada entre o bem (o seu time) e o mal (a equipe adversária).

A vitória do time do coração é como esquecer todos os problemas, sentir-se parte de algo grandioso, uma torcida, uma família. A vitória do time do coração significa pertencer ao seleto grupo dos vencedores. É como gozar sem fazer sexo.

Fico intrigado de ver algumas pessoas serem capazes de verdadeiros sacrifícios para provar o amor por seus times do coração. E ainda mais: fico estupefato de ver que, em alguns casos, esse amor beira um comportamento realmente xiita.

Tenho amigos que realmente ficam putos quando o seu time perde. Ou insuportáveis quando ganham. O esporte é saudável, mas o extremismo é animalesco e dissemina a violência. Há quem deixe de se falar por causa de uma piada envolvendo uma derrota do time. Há quem vire inimigo, Há quem parte para agressão. E há casos até de morte por causa de uma estupidez assim.

E isso é muito comum entre as muitas das tais torcidas organizadas, ou melhor dizendo, gangues organizadas para disseminar o ódio contra os seus adversários. Unidos por um mesmo objetivo (quase religioso) se lançam contra torcedores do time adversário. Ou, muitas vezes, entre diferentes segmentos de uma mesma torcida.

Não há dúvida de que os estádios de futebol são interpretações modernas das arenas romanas e seus espetáculos sangrentos. A diferença é que outrora o sangue era o centro das atenções (como ilustra o filme Gladiador, por exemplo). No caso das torcidas organizadas, a violência é praticada pelos próprios integrantes dessa massa. Na reportagem em questão, alguns jogadores relatavam ataques sofridos pelos próprios torcedores que se voltavam contra os atletas quando o resultado alcançado pela equipe os desagradava. Ou seja: a vida de um jogador de futebol muitas vezes não é só o glamour e os passeios na Ilha de Caras.

O comportamento humano é interessantíssimo de se avaliar. E quer saber? Torcedores fanáticos, políticos corruptos e religiosos extremistas representam uma banda podre da raça humana.

E é incrível também que a maioria dos crimes e absurdos cometidos são justificados com base no "amor". É por amor ao seu time que alguns torcedores querem arrancar o sangue de outros. É por amor ao seu País que os políticos corruptos roubam. E é por amor ao seu Deus, seja ele qual for, que os fanáticos religiosos cometem também tantos absurdos. Que porra de amor é essa?

Minha esperança está nos nerds e nos geeks. São eles que vão salvar o mundo, afinal.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Febre do assunto só

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A pior das epidemias é a do "assunto só". Sabe como funciona, né? A imprensa divulga uma notícia de impacto e aquilo se multiplica pelos mais variados jornais, telejornais, sites de internet, orkut, youtube, blogs insignificantes (presente, digo eu!) twitter e se propaga nos bares, filas de supermercado, salões de cabeleireiro, na beira do muro e ao redor das mesas de sinuca. Não tem como evitar, uma vez que fazemos parte da aldeia global, que nos torna íntimos do Sarney, do cachorro do Obama ou nos transforma nas carpideiras do Michael Jackson.

Agora, o "assunto só" da hora é essa porra dessa gripe, que já é pior que a Aids, o Ebola ou Câncer. É capaz de superar até mesmo, veja só, a Maldade Humana.

São 700 mortes no mundo todo por causa dessa gripe. E as vítimas da pneumonia? E da Aids? E do câncer? E da cirrose? E das guerras civis? E do álcool? E do cigarro? E do trânsito? E de moradores de rua? E de gente passando fome? Capaz!!! Parou tudo: é só a gripe Argentina que mata.

A gripe suína é a própria materialização do espírito de porco. É o final dos tempos, devem estar proferindo os pastores escandalosos e àvidos pelo dinheirinho de seus saudáveis fiéis, para se manter longe da gripe basta ter fé e pagar o dízimo.

Bendito vírus, deve estar pensando a indústria farmacêutica que está mais acelerada do que nunca. Mas logo essa gripe passa. Basta cair outro avião ou morrer outra celebridade, ou outro escândalo político (para mostrar que somos otários e passivos) etc. Enquanto não baixar a febre do assunto, ele vai ficar por aí se multiplicando. E todo mundo fala sobre e dá receitas, para mostrar que está por dentro, que faz parte de um assunto grandioso e global.

Há pouco, contabilizei uns 10 dias gripado. Talvez eu estivesse com a gripe Aou B, C, D, E. Não sei realmente. Não tomei remédio nenhum. Não me tratei, tô aqui. Não recomendo que deixem de tomar remédio, não recomendo que não procurem tratamento. Há quem goste de tomar chá, outros gosta de tomar benegripe, vitamina C, etc.

Há uma coisa que acharia saudável: não propagar a histeria. Talvez o melhor remédio para curar essa gripe seja mesmo mudar de assunto.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Terra, doce Terra

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"Um pequeno passo para o homem. Um grande passo para a humanidade." Essa foi a célebre frase proferida por Neil Armstrong quando pisou na superfície da Lua, há 40 anos atrás. A frase possui um impacto tão poético que parece ter sido roteirizada para ele dizer assim que colocasse a bota no satélite. Talvez, com o propósito de vencer uma outra frase de igual impacto dita pelo astronauta russo Yuri Gagarin, primeiro homem a ir ao espaço e que, encantado com a orbe, proferiu que a "Terra é azul". Cá entre nós, a frase de Gagarin me parece mais sincera. Até o imagino com os olhos lagrimejados vislumbrando o planetinha lá de cima e percebendo a coloração.

Existe há muitos anos uma teoria de que o homem não foi à Lua coisa nenhuma, que todas aquelas imagens foram feitas em estúdio. E mais: quem teria dirigido tais cenas seria, nada mais nada menos, que Stanley Kubrick, o realizador da obra-prima 2001: Uma Odisséia no Espaço, lançada um ano antes da Apolo 11 ter viajado até o satélite. Pura intriga da oposição e dos incrédulos, claro (e também de fanáticos jesuscristianos). Se os americanos tivessem burlado a aventura, é certo que os russos tratariam de desmascarar a farsa, em plena guerra fria.

Há muito tempo a Lua habita nossos sonhos. É onde passamos nossa Lua-de-Mel. É ela que inspira aos casais enamorados.
- Veja como a Lua está linda hoje.
- É verdade.
- Me dá um beijo...

Há os lunáticos também, aqueles que mudam o humor conforme a Lua. Há os lobisomens que, em noites de Lua cheia, transformam-se e saem uivando pela madrugada. Há quem corte o cabelo baseado no calendário lunar. A agricultura também se baseia nas fases do satélite. A Lua influencia os mares, ajuda a absorver parte da radiação solar etc. E há muito mais sobre a Lua e a Terra do que possa conceber a minha vã filosofia.

Chamou-me a atenção uma frase do astronauta Buzz Aldrin, durante uma entrevista comemorativa ao 40º aniversário da viagem da Apolo 11. Disse ele que a Lua agora pode e deve ser explorada por outros países (que tal, Lula lá?), enquanto que os EUA devem se concentrar em ir até Marte. E serem pioneiros em levar um homem até lá. (A velha superioridade do american way life)

De fato, incontáveis bilhões são investidos nessa tarefa de se conduzir mais uma vez o homem pelos recantos da Via Lactea, com propósitos colonizadores. Ou existe alguma vantagem em ir até lá para catar pedrinhas?

Ao mesmo tempo que é fascinante a tecnologia hoje disponível em nosso Planeta, é de uma burrice absurda que ela seja usada para conquistar outros mundos. O homem evolui tecnologicamente e não sentimentalmente. Não se evolui o nível de amor. Tantos incontáveis bilhões, se fossem empregados para a recuperação do Planeta Terra e a construção da paz seria tanto melhor. E tão possível de se fazer.

O homem jamais vai pisar em Marte. Talvez quando isso chegue a acontecer, é porque seja dos ultimos passos a ser dado por esta civilização. Porque aí, desesperadamente, já não tenhamos mais uma Terra Azul. A essa altura, a Terra deixará de ser um lar e terá virado um amontoado de lixo, oceanos degradados, florestas destruídas e a humanidade reduzida por sua própria ignorância, disfarçada de inteligência. Porque o tempo todo, em sua história moderna, esteve com os olhos voltados para o Planeta errado.

Economizando palavras

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Jantar na casa da Letice. Marcela. Marcieli. Marcos. Letice. Eu. Lasanha. Risadas. Música. Filme. Tava legal. Vou dormir agora.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feliz Dia do Amigo

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Hoje é dia do amigo. Um abraço para todos os meus amigos reais ou imaginários.

Abre los ojos

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É passado um pouquinho de meia-noite. Penso em atualizar o meu blog e escrever determinado texto, porém, como estou sob o efeito de uma dose cavalar de remédios para dormir parece que estou com o raciocínio meio lento. Ao invés, então de escrever, penso que o meu domingo foi muito bom. Logo pela manhã fui acordado pelo Cristiano, que convidou-me para um almoço na casa do Éverton. É claro que eu não podia deixar de ir. Antes, Éverton, Cristiano, Divaldo, Chico e eu éramos amigos muito constantes, mas como o Cristiano se foi embora para o estado de Goiás, nossos encontros são raríssimos.

A velha turma junto. Foi ótimo. Lá estava também o Rubens Finamor, que é uma pessoa que gosto muito por sua inteligência e visão de mundo. As respectivas esposas e filhos de cada um estava por lá também. Desacompanhados de mulheres só o Divaldo e eu mesmo. De noite fomos jogar futebol na quadra de esportes da Belizário. Putz, vou parar de escrever por aqui, porque não consigo racionar direito. Essa coisa pega mesmo. Estou lento, pesado, mal mantenho minhas pálpebras. Mais tarde eu escrevo mais...

Ah, só deixar registrado assisti os filmes Nome Próprio, Vanilla Sky e outro que não estou le.,brando agora...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Descobri que não sou gay...(não que saibam, pelo menos)

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Eu não sou gay e descobri isso hoje. Não que eu já não soubesse disso, claro. A questão é que tive a minha masculinidade atestada justamente por...um gay!! (?)!

Pára tudo...! Do que estou falando, afinal?

Vamos começar do princípio e reservando os nomes das partes envolvidas. Umas pessoas próximas a mim me relataram que alguns amigos delas, que são homossexuais assumidos, estava fazendo uma avaliação de uma lista de pessoas de Santiago de todas as áreas, na qual fui incluído (que tal?). Imagine a cena: de um lado, um grupo de mulheres, do outro um grupo de homossexuais. No meio da conversa, quem é ou não gay em Santiago.

- O dono da loja **********?
- É bicha! Cartão rosa!
- Aquele tal advogado, o **********?
- Bichona! Rosa!
- Aquele médico do **********?
- Bichonona! Cartão rosa!
- Aquele acadêmico lá da universidade, que tem o apelido de **********?
- É bichinha enrustida! Rosinhaaa!
- E aquele cara lá do *********?
- Tem todos os apetrechos. Mas é enrustido.
- Aquele outro lá, que tem tal carro?
- Esse não é. É galinha, só! Cartão vermelho, tira da lista!
- Hmmm.
- E aquele fulano, o **********, que passa em CTGs e festivais?
- Ih. Esse chora para ser boneca. Sapateia na frente do espelho e diz "hoje eu vou ser boneca", mas acaba não tendo coragem. Cartão rosa choque com lantejoulas douradas!

E foi numa dessas que surgiu o meu nome. Putz, bem que eu tava com as orelhas quentes essa semana.

- Não, o Márcio não é....(pausa dramática) não que eu saiba, pelo menos. Cartão vermelho!

E, assim, passei no teste de fogo e fui expulso da lista. Quando me contaram, eu achei graça de saber. Meus agravantes: uso perfume feminino, gosto de Shakira, Caio Fernando Abreu e sou meio "dado" com todo mundo e não apareço com mulher nos Center Halls por aí (e nem vou nessas porras). Meus atenuantes: não sei dançar, não uso roupa de marca e sou meio "misterioso"

Na boa, não me importaria se nesse conclave resolvessem que eu fazia parte da irmandade do armário. Tô nem aí, não me importo, não fico brabo nem nada, só acho graça. E outra, que tenho excelentes amigos homossexuais que são seres humanos que respeito e gosto muito e participam de meu convívio. E como disse o Hugh Jackman (o Wolverine) "não sou homossexual, mas negar isso é como se dissesse que há algo errado em ser. E não há".

Para mim, um cara contar que gosta de outro é como se dissesse que gosta de outro ser humano. Pronto, nada a ver.

O que cada um faz no quarto ou no sofá ou dentro do carro, não me interessa. E se fosse gay, não teria problema algum em admitir isso, ao invés de esconder desesperadamente.

Só não me agrado mesmo é de travesti ou de qualquer um que tente impor o seu jeito de ser, que tenha uma atitude de botar o dedo na cara dos outros e dizer "me aceite como eu sou, seu hipócrita machista, porco chauvinista!"

Acho que aí já é subverter a própria natureza para impor uma condição que não é a real. Mas, como diz meu amigo Sidi, "ca'um ca'um" (traduzindo: cada um é cada um).

Mas isso porque eu não gosto é de vulgaridade. Porque há muito carinha metido a comedor que é super-vulgar no trato com as mulheres. Na mesma medida há mulheres vulgares também e são coisas que não me agradam. Agora, julgar os outros por sua opção sexual...sei lá, acho tão mesquinho. Posso me agradar de uma pessoa pelo conteúdo dela, pela inteligência, cultura etc, mas não por causa de sexo. Foda-se! No bom sentido...

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Heal the world (Cure o mundo)

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Nunca fui um apreciador da discografia de Michael Jackson, mas nem por isso deixo de reconhecer sua importância para a arte mundial. Mas sempre gostei de uma canção dele, em particular, chamada Heal the World que, na minha insignificante opinião, está à altura de Imagine, de John Lennon. Veja o vídeo (não oficial, mas legendado). Leia a letra abaixo. Belíssima mensagem para o coração.


Cure o Mundo (Heal the World)- Escrita por Michael Jackson


Há um lugar em seu coração
E eu sei que ele é o amor
E nesse lugar pode ser
O mais brilhante amanhã
E se você realmente tentar
Você irá descobrir que não precisa chorar
Nesse lugar você irá sentir que não há mágoa ou tristeza

Há caminhos para chegar lá
Se você se importa muito com a vida
Crie um pequeno espaço
Crie um lugar melhor

Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Para você e para mim
E toda a raça humana
Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor
Para você e para mim

Se você quer saber por que
Existe um amor que não pode mentir
O amor é forte
E só cuida das dádivas alegres
Se nós tentarmos, nós veremos
Nesta felicidade nós não sentimos
Medo ou receio
Paramos o existir e começamos a viver

Então sentimos que sempre
Bastante amor nos faz crescer
Então faça um mundo melhor
Faça um mundo melhor

Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Para você e para mim
E toda a raça humana
Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor
Para você e para mim

E o sonho que nós concebemos
Revelará um rosto alegre
E o mundo que uma vez nós acreditamos
Irá brilhar de novo em graça
Então por que nós sufocamos a vida ?
Ferimos esta Terra, crucificamos sua alma
Mas é claro ver...
Que este mundo é divino
É a luz de Deus

Nós podemos voar tão alto
Nunca deixar nossas almas morrerem
Em meu coração eu sinto vocês todos meus irmãos
Crie um mundo sem medos
Juntos nós choraremos lágrimas de alegria
Veja as nações transformarem suas espadas em arados

Nós poderíamos realmente conseguir
Se você se importa muito com a vida
Crie um pequeno espaço
Crie um lugar melhor

Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Para você e para mim
E toda a raça humana
Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor
Para você e para mim

Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Para você e para mim
E toda a raça humana
Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor
Para você e para mim

Cure o mundo
Faça dele um lugar melhor
Para você e para mim
E toda a raça humana
Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor
Para você e para mim

Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor para você e para mim

Há pessoas morrendo
Se você se importa muito com a vida
Faça um lugar melhor para você e para mim

Para você e para mim
(faça um lugar melhor)
Para você e para mim
(faça um lugar melhor)
Para você e para mim
(faça um lugar melhor)
Para você e para mim
(cure o mundo em que vivemos)
Para você e para mim
(guarde-o para nossas crianças)
Para você e para mim
(cure o mundo em que vivemos)
Para você e para mim
(guarde-o para nossas crianças)
Para você e para mim
(cure o mundo em que vivemos)
Para você e para mim
(guarde-o para nossas crianças)
Para você e para mim
(cure o mundo em que vivemos)
Para você e para mim
(guarde-o para nossas crianças)

Dom de serendipite

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Serendipidade. É uma palavra que ainda não consta nos dicionários, mas que traduz um universo de acontecimentos. Essa palavra vem do termo Serendipity, criado pelo escritor Horace Walpole, a partir de um conto infantil chamado "Os Três Príncipes de Serendip". Na história, os personagens viviam fazendo descobertas ao acaso, as quais traziam solução para alguns dilemas que enfrentavam. De repente, se viam diante de um grave problema ou de uma grande tristeza. Em seguida, o acaso trazia uma resposta para aquilo que tinha acontecido e transformava suas vidas para melhor. Isso é serendipite.

Talvez a pequena história dos príncipes da literatura possa se aplicar no lado de cá da vida. Há vezes que levamos um tapa e achamos que não merecemos. Logo adiante, a vida nos dá um afago. Ou quando nos debatemos procurando alguma coisa que caiu atrás do sofá e isso irrita, e encontramos alguma coisa valiosa que tinha sido perdida antes. Ou quando algo muda em nossa vida inesperadamente e nos arrasa. E eis que num dia qualquer, surge uma resposta, uma luz, a compreensão. Há pessoas ou fatos que surgem em nossas vidas e às vezes bagunçam com tudo. Não dá para entender, não se sabe o porquê. Logo adiante, seja arredando um sofá ou descendo do ônibus vem uma resposta. Há amores que se acabam e que parecem que levam junto o nosso coração deixando aquele vazio pesado no peito. Até que, serendipite, um olhar, um sorriso, um abraço. E lá está a resposta. Nada se perde, tudo se transforma. Tudo leva a outro estágio, a outro nível de compreensão. Como num passe de mágica. Como se fosse um dom de serendipite.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Evolução ou conforto?

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Cientistas divulgaram um feito que pode ser um grande passo para a humanidade (ou mais um tropeço). Agora, a Ciência já é capaz de produzir espermatozóides em laboratório, a partir de células embrionárias. Ou seja, num futuro não muito distante os homens podem até perder o seu papel no processo de reprodução. Mas, enfim, o que é essa tal de evolução? Por que existem pessoas que tocam piano e cultivam flores, enquanto outros matam e fumam crack? A evolução toca a todos de forma igual ou ainda há uma parcela de nós vivendo como nossos tataravós lá das cavernas? O filme “A Guerra do Fogo” faz um estudo profundo sobre a descoberta do fogo na pré-história, que era um período onde nossos antepassados viviam em cavernas, onde não pegava nem sinal de internet. Como também não dispunham de ar condicionado, aquele pessoal precisava achar um modo de se aquecer.

E era por isso que dormiam todos eles amontados (e sem televisão, também faziam mais filhos). E eis que descobriram o fogo. E aquilo se tornou a razão da vida deles, os aquecia e até ajudava a melhorar o gosto da carne crua que comiam. Mas o fogo tinha um inconveniente: apagava. E era preciso sair em busca de mais nos mais longínquos rincões, pois como dizem, um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Até que o homem das cavernas foi descobrindo que era possível “fabricar” o fogo ao invés de esperar que ele caísse do céu. E se era capaz de criar seu próprio fogo, o homem também podia construir casas, cidades, playstations, poluir o meio ambiente e criar armas. E é assim que o homem vem evoluindo. Ou apenas melhorando sua situação de conforto e se adaptando a ela?

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