terça-feira, 31 de março de 2009

João Evangelista: 70 anos!

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Não estudei na escola municipal João Evangelista. Mas ela esteve presente em minha vida em dois momentos distintos, já que namorei duas garotas que haviam estudado lá. Além, claro, da minha amizade com o professor Renato Polga, que foi diretor da escola.Portanto, não deixo de prestar aqui minha singela homenagem para essa escola, que festeja os seus 70 anos nesta semana. E veja que beleza o convite da programação, com um bolinho. Mimosura!


Eis a programação, de hoje até sábado, do níver da escola:

Nesta quarta-feira, dia 1º de abril, serão feitas entrevistas com ex-alunos (para 7ª e 8ª série), com o tema "Escola, Construção, Formação, Cultura e Cidadania". Às 14h acontecem oficina lúdica com o tema "Ser diferente...normal", com alunas do Magistério do Instituto Professor Isaías (Alunos da Pré-Escola, 1ºs e 2ºs anos).

Na quinta-feira, 02 de abril, a partir das 8h30min acontecem entrevistas com pais que foram alunos da escola. O tema é "Exemplo, Experiência, Sucesso", com alunos das 6ªs séries). Às 14h, oficina lúdica "ser diferente...normal", com alunas do Magistério do Instituto Professor Isaías (alunos dos 3º,4º e 5º anos).

Na sexta-feira, 03 de abril, serão feitas homenagem a professores e funcionários. Em seguida, acontece o Cine EMJE com apresentação de um vídeo sobre os 70 anos da escola. A mesma programação se repete a partir das 14h.

No sábado, 04 de abril, a partir das 8h tem início o Torneio Estudantil. Às 12h será servido um risoto na escola. A partir das 14h, haverá mateada com apoio da Erva-Mate Santiago. Serão entregues as medalhas do torneio para o 1º e 2º lugar. Premiação do concurso de redação e slogan; homenagem ao professor Renato Polga, fundador da banda da escola; homenagem aos professores que se aposentaram no João Evangelista; apresentações artísticas e passeio ciclístico até a praça central com a participação de pais e alunos. Às 17h se encerram as atividades.

Ulbra cresce a olhos vistos

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E volto a falar sobre o crescimento da Ulbra em Santiago (clique aqui para ver postagem anterior), que no último dia reuniu mais de 120 novos acadêmicos para a aula inaugural dos cursos de Administração, Pedagogia e Serviço Social, em palestra no Centro Empresarial de Santiago. Só na turma de Administração são 42 novos alunos; Pedagogia 47 e Serviço Social 36. O volume de alunos tem sido maior nas universidades virtuais em função do tempo, do preço que é bem mais acessível e, especialmente, por elas estarem sintonizadas às novas tecnologias. Parabéns para a professora Cleonice Azevedo e toda a sua equipe que, com muito trabalho e sinceridade, estão consolidando a marca da Ulbra em nossa região. Em Santiago, a Ulbra está localizada na rua Benjamin Constant, 78. Fone 3251-4813.

Câmara de Santiago dá exemplo

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Enquanto as câmaras de vereadores de toda a região seguem o (mau) exemplo de políticos do resto do Brasil, praticando o abuso de diárias, o Legislativo Santiaguense dá mais uma prova de sua austeridade. O presidente Miguel Bianchini apresentou a proposta para acabar com o fim da diária e determinar apenas a indenização de despesas. Desta forma, o vereador ou funcionário que viajar pelo Legislativo vai ter as suas despesas de alimentação e hospedagem indenizadas, devolvendo o que sobrar. À rigor, pode parecer uma medida antipática, afinal, viajar para Porto Alegre é sempre desgastante. Mas na prática, é um avanço que a Câmara de Santiago está promovendo e seu exemplo bem poderá servir para a região, Estado e país. Nossos políticos são melhores que os políticos dos outros.

Aniversariante do dia

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E graças a Odin, nessa primeira postagem da semana quero ter a satisfação de desejar toda a felicidade para a escritora, blogueira e poetisa Erilaine Perez que, não há dúvida, é uma das melhores revelações na Literatura já surgidas em nossa Santiago do Boqueirão. Aproveite para visitar, apreciar e aplaudir o blog dela: http://erilainepoeta.blogspot.com.

De volta ao blog

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Ahá!! Primeira postagem desde sábado. Consegui recuperar a minha senha. Passei dias sem postar nada porque não conseguia mais entrar na porqueira do blogger. Não que alguém tenha sentido falta, não que o mundo precise, mas estou de volta ao blog. E com a senha mudada e sem mais deixá-la salva na memória do com puta dor.

sábado, 28 de março de 2009

Marley e Eu: fiquei vinte minutos chorando...

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Já tinha comentado aqui no blog que eu sou fã de Jennifer Aniston. A personagem dela em Friends, a mimada Rachel, é um dos trunfos da extinta (e genial) série Friends. Desde que começou a fazer filmes no cinema, não há papel entregue a Jennifer que não se converta em algo sensacional. Não é uma atriz badaladíssima, nunca concorreu ao Oscar e nem é a das mais lembrada do grande público. Mas ela é talentosa. E muito.

Basta ver sua performance em filmes como Separados pelo Casamento, Por um Sentido na Vida ou Rock Star para perceber isso. Em Marley e Eu, o astro é o cachorro, sim. Mas a força dramática do filme reside muito na interpretação dela. O filme é baseado no best-seller homônimo sobre o "pior cão do mundo", que é adotado por um casal de jornalistas, recém-casados.

E eles logo descobrem que o "cachorrinho de liquidação" é na verdade um demônio em forma de cachorro, do tipo que destrói os móveis, come a secretária eletrônica e os faz passar pelos mais variados vexames por conta de sua personalidade. John Grogan, que é interpretado por Owen Wilson, é colunista de um jornal da Flórida e sua coluna faz enorme sucesso junto aos leitores justamente porque ele transcreve para o jornal as estripulias de Marley (inspirado em Bob Marley). E os anos passam e a família cresce.

E vêm os conflitos familiares naturais. E o cão está presente em todos eles, envelhecendo junto. O filme tem momentos românticos, engraçados, ternos e dramáticos. E páro de falar do filme por aqui para não estragar para quem queira assistir. Só quero admitir uma coisa: eu chorei sem parar durante os vinte minutos finais do filme. Qualquer um que goste de cães ou outro animal de estimação vai se render ao filme. É ótimo!

Sobre fotografia

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Eu gosto muito de fotografia. No entanto, só tenho feito isso ocasionalmente, mais no campo da individualidade artística. Em termos de reportagem, procurei sempre me inspirar em fotografias publicadas na Zero Hora, Veja e outras publicações e tentar criar um estilo nesse segmento. Gostava muito da fotografia noticiosa e me aprimorei nisso, mas chegou um ponto em que não tive mais motivos para evoluir, a não ser por minha satisfação pessoal. Uma coisa que nunca gostei de fazer e faço muito mal é fotografia de sociedade. Detesto aquelas coisas de tirar foto de gente em boates, festas sociais etc, é pavoroso. Aliás, se tem uma coisa que eu não olho em jornal nenhum é foto de social. E também não gosto de páginas policiais, não gosto de saber quem matou, quem morreu, quem roubou, quem foi preso. São dois lados do ser humano que não me agradam: o glamour, a vaidade e o outro lado, da perversão.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Manuela: a mais bela?

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E aí, beleza? A deputada federal Manuela D'Ávila (PC do B) está disputando o título de Política Mais Bonita do Mundo. A eleição é feita por um site de notícias da Espanha, que promove votações online dos mais diversos tipos. Manuela é a única brasileira na lista de mulheres na política, que inclui também Hillary Clinton, e a presidente da Argentina, Cristina Kirchner (entre outras belezuras). Manuela já está entre as 10 mais do site. Quer votar e ajudar a Manu? Clique aqui!

Xuxa diz que tem orgasmos múltiplos e vê duendes

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Essa é para dar refletir durante o final de semana. Xuxa, a rainha dos baixinhos, comentou no programa Altas Horas que tem orgasmos múltiplos, dorme sem calcinha e já viu um duende debaixo de sua cama. "Quando vi, ele estava puxando o edredon". Pudera, né? Ela dorme sem calcinha. Esses duendes...

Felicidade agora...

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A felicidade é feita de instante a instante, de momento a momento. Quer coisa mais óbvia que dizer isso? Ao escrever essa frase ouço o Paulo Ricardo cantar a música Felicidade, que é uma versão de Love of my life do Freddy Mercury. Hoje à noitinha estava conversando com minha querida amiga e colega Patrícia. Eu ainda não tinha comentado sobre ela aqui no blog, né? Pois bem: ela é uma garota bonita, sensível, agradável, uma colega maravilhosa mesmo. Então, a gente conversava justamente a respeito de felicidade, das pequenas coisas da vida, dos momentos diminutos e que carregam em si um universo de sentimentos. O que ela me dizia: que a sua filhinha queria que ela lhe desse banho.

E depois disso, que preparasse algo para ela comer. Então, diante desse diálogo fiz ela lembrar de um outro que havíamos travado um dia anterior, sobre melancolia, onde ambos estávamos borocoxôs. Aí, diante da notícia de que a filha dela reclamava por sua atenção, eu disse a ela a frase óbvia que eu escrevi logo acima, de que a felicidade é feita de instante a instante. Ela vem assim mesmo, no dia-a-dia, de minuto a minuto e em doses homeopáticas. Para muitos, a felicidade é como se fosse um país distante que um dia será visitado. Basta que, para isso, se consiga ganhar na loteria, comprar um carro ou fazer uma plástica. Quando na verdade não! A felicidade é algo tão, tão presente em nossa vida que muitos deixam de percebê-la, simplesmente porque acham que ela não está ali.

É como aquela lenda do homem que sonhava com um tesouro em outro lugar, quando na verdade estava era no lugar de onde ele tinha saído (o Paulo Coelho escreveu sobre isso em O Alquimista). A felicidade para mim é que, nesse momento, em que escrevo esse texto, meus dedos dançam no teclado do meu computador.

Aliás, um computador que eu pude comprar com o fruto de meu trabalho. Isso é felicidade! Há poucos instantes, o meu telefone tocou: um amigo queria saber o que eu estava fazendo e me convidava para ir na casa dele. Isso é felicidade. Hoje a noite pude ter uns instantes de conversa com meu irmão César Dors. Isso é felicidade. É estar vivo, ter perspectivas. É acreditar em si próprio. É o diz aquele jingle das lojas Colombo:

Felicidade é deitar no sol,
É abraçar o filho é ver o amanhecer,
É aniversário é cartão postal,
Pipoca e filme, é noite na TV.
Felicidade é um 10 na prova,
É café na cama, é fruta do pé,
É uma rosa, uma receita
nova.
É entrar em férias, é um picolé.
Felicidade, para existir,
Pequena, imensa, tem que surgir,
Felicidade é perceber,
Que a felicidade mora aqui!


Amanhã, depois que acordar, tenho um trabalho, tenho colegas, tenho amigos. Isso é felicidade. Ao contrário da tristeza, a felicidade não se apresenta num turbilhão enorme que nos atropela anunciando a sua chegada e nos fazendo reclamar de sua presença como uma visita indesejada, a qual não vemos a hora de ir emboa. A felicidade está presente em todos os momentos em que temos a possibilidade de fazer o bem e de receber o bem. Isso é felicidade. E cada qual encontra a sua do jeito que souber enxergar.
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Um bom dia para todos!
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Ah, o rapaz que aparece saltando na água na foto acima é o meu amigo Francisco, pulando da ponte do balneário de São Vicente direto pra água. Para eu captar essa imagem o Chico saltou da ponte umas seis vezes dentro da água. O detalhe: ele não sabe nadar. Isso que é amigo não é porcaria!!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Popularizando a literatura

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O projeto literário Santiago do Boqueirão, seus Poetas quem São?, idealizado pela professora Rosane Vontobel Rodrigues tem conseguido atingir em cheio o objetivo de popularização da cultura. A ideia de comercializar livros de escritores santiaguenses a um valor de R$ 3,00 tem dado um resultado considerável no propósito de ampliar o conhecimento das pessoas a respeito do trabalho que é feito por quem escreve poesia, contos ou crônicas. E vou dar o meu testemunho a respeito desse assunto.

Outro dia, eu cruzei em frente a um boteco, desses em que o pessoal vai para tomar martelinho e petiscar ovos cozidos, daqueles que ficam boiando nos vidrões de Nescafé ao lado de baleiros. Pois bem, logo que eu cruzava por ali, eis que um dos frequentadores saiu do bar para me cumprimentar.

- Dae, Márcio. Tudo bem?
- Olá, tudo beleza!
- Tchê, eu li todinho o teu livro numa sentada. Gostei muito dumas coisas que tu escreveu lá. Agora não sei te dizer o que, mas achei massa, assim...fiquei refletindo numas coisas...
- Opa, que bom. Valeu pelo incentivo.
- É sério. Eu li todo o livro, não tô te mentindo...
- Tu comprou ou ganhou?
- Não, eu li lá no boteco mesmo. Tinha lá no balcão pros clientes se entreterem...
- Puxa, que legal. Gostei de saber disso!

E me despedi desse rapaz, sem saber o nome dele, apesar dele saber o meu. E fiquei imaginando o livrinho do projeto Santiago do Boqueirão, entre baleiros, ovos cozidos e martelinhos. E achei o máximo. Afinal, veja: uma pessoa que nunca vi, nunca falou comigo, sabia o meu nome e veio me cumprimentar sem qualquer outra intenção a não ser a de dizer que "numa sentada" deu atenção a uns continhos que eu tinha escrito. Por um breve momento, entre um martelinho e outro, ele leu algo que eu tinha escrito e procurou entender, sem julgar-se inferior ou superior aos meus textos. Simplesmente, conectou-se com as ideias e aceitou o passatempo. E parafraseando Caio Fernando Abreu, o objetivo da literatura é tornar um pouquinho melhor a vida das pessoas. Nem que seja pelo tempo de uma sentada.

A respeito de sugestões...

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Agradeço a todos que se interessam em visitar esse espaço virtual e que interagem de alguma forma, seja sugerindo ou criticando. Mas quero responder a uma sugestão que recebi de um amigo para que eu tornasse o blog mais noticioso, informando a respeito do que ora acontece em nossa cidade e região. É claro que poderia fazê-lo, mas infelizmente não terei como atender esse pedido por uma simples questão ética. Como trabalho para o jornal Expresso Ilustrado, que é um órgão de imprensa semanal, é óbvio que tenho acesso a tudo o que ocorre em Santiago em termos de notícia nos mais diversos segmentos.
No entanto, não poderia veicular isso antecipadamente neste espaço e desmerecer o resultado de meu próprio trabalho que é distribuído no veículo impresso. Assim, desde 2003 quando criei o meu primeiro blog, faço uso deste meio mais para expressar minhas opiniões em um espaço sem limites de caracteres. De qualquer sorte, agradeço pelas sugestões e vou seguir o baile no mesmo tranco. O blog limita-se a comentários, opiniões, notícias, críticas, contos, crônicas etc, desde que não interfiram no resultado final do veículo onde trabalho. Um forte abraço a todos.

Aniversariantes

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No último dia 24, a advogada Roselaine Esmério festejou seu aniversário numa festa que reuniu parentes e amigos em sua bela residência, no bairro Vila Nova. Já nesta quinta-feira, 26, quem está soprando de níver é a minha querida amiga Alessandra Fátima de Souza, assessora da bancada do PMDB na Câmara de Vereadores de Santiago. É uma grande amiga que tive a satisfação de conquistar nessa vida. Um ser humano de grande valor, uma mãe sensacional, que encara a missão de dar a melhor educação possível para a sua filhinha Amanda. A Ale é dessas pessoas que a gente carrega sempre no coração e quando encontra para um abraço é sempre uma festa!! Meu anjo: feliz aniversário e felicidade infinita para ti!!
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E daqui mais um dias quem vai estar de níver é o meu amigo, colega, irmão e parceiro Ânderson Taborda, um fotógrafo sensível e habilidoso que cada vez mais tem confirmado o seu talento inigualável. Anotem aí para comprar presentes: o aniversário dele é dia 02 de abril. Escapou poucas horas do primeiro de abril...

quarta-feira, 25 de março de 2009

Ensino virtual cada vez mais forte em Santiago

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Agora há noite, caminhava pela Benjamin Constant quando cruzei em frente da sede da Ulbra. O que me chamou a atenção foi umas dezenas de jovens com as caras pintadas entrando na instituição, muito felizes. Logo adiante, encontrei uma amiga, a Joanne. Como sei que ela estuda na Ulbra, perguntei quem eram os bixos.
- São do curso de Administração da Ulbra. Trinta e cinco alunos...

Ela me disse, exultante em ver o crescimento da universidade em que estuda. Logo, me comentou que em agosto vai acontecer a formatura do primeiro curso de Pedagogia, do qual faz parte. Muito orgulhosa, ela me relatou o quanto passou rápido os três anos e meio de curso. Perguntei o porquê dela ter optado pelo ensino virtual ao invés do presencial e ela me revelou.

- Em primeiro lugar, por causa do preço. Quando comecei, a Ulbra cobrava R$ 180,00 e a URI cobrava R$ 500,00. Em segundo lugar, por causa falta de tempo para estar todos os dias na universidade presencial. Afinal, preciso trabalhar...
Ela me disse.
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E a Ulbra parece que chegou para ficar, afinal, já existe aí um projeto em andamento para que a universidade tenha uma sede própria lá no meu bairro, o Itu. O Ensino Virtual está aí e ele representa o futuro, através da Ulbra, Unopar e Uninter. E vejo cada vez mais amigos optarem por essa modalidade de ensino pelos mesmos motivos que a Joanne me explicou.
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Queira ou não, o ensino virtual acompanha as necessidades dos novos tempos, fazendo uso da tecnologia atual e adequando-se ao tempo de cada um. Até porque a verdade é uma só: o mercado de trabalho não consegue absorver tanta mão-de-obra qualificada. É a mais pura ilusão achar que ter um diploma na mão não é garantia de emprego. Aí, já depende também da sorte, oportunidade, luta e qualificação de cada um. O ensino superior é importante, sim. E que bom que as virtuais estão aí, oferecendo a alternativa para as pessoas pobres poderem estudarem sem precisar perder o sangue.
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Afinal, em universidades federais ou presenciais privadas, salvo excessões, só consegue manter os estudos quem tem uma boa condição financeira. Dói? Mas é a verdade.

Reflexões sem nexo

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A vida é breve. É um flashzinho. É o tempo de abrir os olhos ao nascer e fechar ao morrer. Só que, em meio a isso a inúmeros momentos que podem ser ou aproveitados ou desperdiçados, depende de cada um. Mas é certo que, ao final de tudo, fica aquela sensação de brevidade. Penso que a mesma que eu sinto hoje olhando para trás. Está sendo tudo muito rápido. Portanto, acredito que não há tempo a perder com coisas vãs, pequenas, feridinhas. Não guardo mágoa de nada e não me preocupo se fulano é ou não meu amigo, se fala mal de mim ou não, se deixa de ser meu amigo ou não, pouco importa. A natureza de cada um, é de cada um.

Acho que esperar que os outros tenham pela gente a mesma consideração que temos para com os outros, é se preocupar com algo impossível de ser dimensionado. “Olha, eu te admiro, eu te gosto, eu te amo”. Ok, mas como demonstrar isso? Com palavras? Palavras podem ser articuladas, manipuladas, proferidas. Os atos (mesmo quando pensamos que ninguém está vendo) é que constroem o que somos. Ninguém é um anjo e ninguém é um demônio. Cada um carrega o céu e o inferno dentro de si. É tudo uma questão de escolha de cada um. A consciência é de cada um e é ela que nos julga na mesma medida em que somos julgadores.

Não sou perfeito. Em verdade, tenho incontáveis defeitos e problemas e ninguém tem culpa disso. E ninguém merece ser culpado por isso. Tem coisas que me arrependo? É claro que tem. Mas também não posso culpar os outros por isso ou ignorar o peso de minhas decisões. Vou arcar com as consequências. A vida é uma só e se há tempo de consertar alguma coisa, mãos à obra. Ficar patinando em volta do próprio cuspe é ridículo. Ficar nadando em autopiedadade não leva a nada.

Ficar se preocupando com a vida alheia, com coisinhas disso e daquilo é admitir a insignificância da própria vida, onde aquilo que o outro transpira se torna mais importante do que o nosso suor. Posso atravessar a minha existência sem ser nada, mas espero sinceramente que Deus (ou qualquer outra energia superior) não deixe que eu me torne uma pedra no caminho dos outros. Senão, minha existência terá sido tempo perdido para mim mesmo. E no fim ninguém engana a sua própria natureza.

Pensamento (popular) do dia:

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“Amigo da gente, nem os dentes. De vez em quando, até eles dão uma mordida em nossa língua”...

Santiago quer mostrar a sua força no setor moveleiro

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No último dia 19 de março no Hotel Itaimbé foi lançado o Projeto do Sebrae “Conforto sob medidas” para os Moveleiros da Região Centro do Estado, visando desenvolver a Indústria Moveleira regional, aumentando a sua participação no mercado estadual e nacional, através de uma produção cada vez mais qualificada e com preços competitivos. Entre outras empresas da região, fazem parte deste projeto a Rimar Móveis, Delevati Móveis e Móveis Bressan, as quais já participam do primeiro projeto.
Além de empresários do setor, marcaram presença no evento na capital o prefeito Júlio Ruivo e o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Roger Roos acompanharam a comitiva, que também contou Ivori Guasso; presidente do Centro Empresarial e Marta Finamor, coordenadora geral da Agência de Desenvolvimento de Santiago. São parceiros deste projeto a Prefeitura Municipal de Santiago, Centro Empresarial, Sebrae, Caixa Econômica Federal, Fórum Mesosul, Ministério da Integração Nacional, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Senai, Redemov e Cacism.

Santiago das luzes

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Há algum tempo, passando pela rodovia de acesso à cidade de São Luiz Gonzaga, percebi o quanto a cidade tem suas ruas pouco iluminadas. Da mesma forma, também observei aqueles casebres que surgem ao longo da rodovia. O mesmo acontece lá em Santa Maria, Alegrete, Pelotas e outras tantas cidades. Como a gente vê casebres, miserabilidade expostas logo na entrada das cidades, dando-nos uma primeira impressão não muito agradável.

Felizmente, até nisso Santiago é diferente. A iluminação urbana é maravilhosa e a cidade é um encanto à noite. Quem chega pela 287 ou pela 377 vê aquele espetáculo luminoso que é a nossa cidade, ao longe, tão bonita e atrativa para quem chega. Da mesma forma, não se vê aqueles casebres ao longo das rodovias, o que é um alento.

Por outro lado, é claro que essa realidade existe em muitos bairros. No entanto, Santiago diminuiu sensivelmente o déficit habitacional através do projeto Minha Casa. Centenas de famílias hoje possuem uma moradia digna e uma perspectiva de vida melhor através de ações como essa. E espero que as coisas sigam nesse rumo. Afinal, a minha palavra preferida é Evolução. Podem me chamar de ufanista ou o que for, mas ser santiaguense é a minha principal qualidade.

Crédito da foto: meu, minha

terça-feira, 24 de março de 2009

Imagem do Dia

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O presidente Lula vestindo um traje de proteção para apicultores durante visita à 1ª Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional, em Salvador, na Bahia.

O que um blog não faz...

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Aproveitando a oportunidade de colocar uma foto da Jennifer Aniston no meu blog, eis uma notícia: ela terminou o romance com o músico John Mayer. E tudo por causa de um blog.

Ou melhor: um microblog do Twiter. Depois de 11 meses de namoro, ela terminou com Mayer porque ele dava mais atenção ao blog do que a ela. Mayer não retornava as ligações e quando o fazia, justificava que estava ocupado e não podia atender Jennifer.

No entanto, ela percebeu que ele fazia dezenas de atualizações em seu blog durante o dia a cada poucas horas e minutos. "Ele atualiza o blog dele a cada poucos minutos com frases idiotas e não tem tempo de sequer me mandar uma mensagem?", esbravejou a bela, que é estrela do filme Marley e Eu, entre outros.

O que um blog não faz, hein? Aproveitando: Jennifer, se você estiver acessando o meu blog, eu quero dizer que te amo e caso contigo. E largo dessa vida de blogueiro....

Entrega do Prêmio Iecine 2009 marca dia do Cinema Gaúcho

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Nesta sexta-feira, 27/03, às 15h, no gabinete da Secretária de Estado da Cultura, Mônica Leal será assinado o contrato com os vencedores da 11ª edição do Prêmio Iecine de Cinema. Na mesma data em que se comemora o “dia do cinema gaúcho”, as produções Corneteiro Não se Mata, de Diego Müller, Três Vezes por Semana, de Cristiane Reque, De Lá pra Cá, de Frederico Pinto, A Cidade, de Liliana Sulzbach, e Kopeck, de Jaime Lerner receberão R$ 80 mil cada uma para realizar um filme com duração de 15 minutos e em película 35 mm. Neste ano, o Instituto Estadual de Cinema, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, avaliou 57 projetos. “Ao longo destes 23 anos de existência o Prêmio Iecine tornou-se fundamental para desenvolver e dar visibilidade ao cinema gaúcho.
Além disso, abriu espaço para os novos talentos mostrarem seus trabalhos”, comenta a Secretária. A primeira edição do Prêmio Iecine foi em 1986 e já contemplou cerca de 40 projetos. O único fato que comprometeu a trajetória de premiações foi o não pagamento de R$ 240 mil, em 2006, correspondentes a prêmios que não foram quitados pela administração anterior da pasta. No entanto, no 35º Festival de Cinema de Gramado, em 2007, a Secretária de Estado da Cultura, Mônica Leal garantiu o pagamento do prêmio aos vencedores.

Pensamento do dia:

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"Há pessoas que olham para uma rosa e só reclamam dos espinhos"...

Paixão e Morte de Cristo em Ernesto Alves

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Os grupos de teatro de Santiago e diversos voluntários estão trabalhando em conjunto para a tradicional montagem da Paixão e Morte de Cristo. O texto e a direção são do professor Renato Polga e a encenação está prevista para acontecer na sexta-feira santa, 10 de abril, em Ernesto Alves, dentro da programação de Páscoa no município. Neste ano, Jesus Cristo será vivido novamente pelo ator Divaldo Souza. A programação está sendo desenvolvida em conjunto entre as Secretarias de Educação e Cultura e Indústria, Comércio e Turismo.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Trecho de uma história que estou escrevendo

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A seguir, para uma breve apreciação dos seguidores deste blog, um trecho de uma história que estou escrevendo. Quando ela estiver completa, vou publicá-la por aqui.


"Foi numa noite qualquer, dessas onde aparentemente nada de estranho poderia acontecer. O sol havia se apagado no horizonte há poucos minutos e as estrelas resplandeciam o seu brilho no firmamento. Eis que um jovem está sentado no jardim de sua casa, procurando desligar-se de seus próprios pensamentos para colocar-se em consonância com a vibração da natureza e entrar num estágio de meditação. À sua frente, estende-se uma enorme plantação de trigo. Bem próximo dali, há córregos com água puríssima onde existem peixes em abundância. O solo é fértil e o ar é puro. A noite estava muito agradável e propícia para um instante de meditação. E foi nesse instante que o jovem percebeu uma luz surgir do alto em formato discóide e aos poucos flutuar por sobre o imenso campo de trigo próximo. As luzes emanadas do aparelho voador eram intensas. O jovem pensou em chamar por seus pais, mas não foi preciso. Em instantes, eles e outros vizinhos também haviam percebido a presença daquele estranho objeto voador não identificado que quebrava a tranquilidade daquela noite.

Todos estavam curiosos com aquilo e ninguém demonstrava preocupação, a não ser os cachorros que latiam sem parar. Em seguida, um dos jovens deu uma ordem para os cães e estes silenciaram e também se puseram a observar o objeto que já atingia o solo enquanto diminuía a intensidade das luzes do disco voador. Os habitantes daquele lugarejo se olharam todos, sem pronunciar qualquer palavra ou demonstrar medo diante daquela situação inusitada. Em seguida, coube a um dos moradores colocar-se à frente dos demais e caminhar rumo ao OVNI que pousara há poucos instantes. Instantes depois, uma comporta no aparelho se abre aos poucos. De dentro, surgem sete criaturas com vestes estranhas àquele povo. Segurando objetos igualmente estranhos, aqueles seres rumam em direção aos moradores, falando qualquer coisa numa linguagem incompreensível e apontando aqueles objetos metálicos. O homem do povoado profere algumas palavras para os estranhos visitantes:

- Se vieram em nome de D-Us, também nos encontram da mesma forma!

A resposta veio em seguida com um disparo poderosíssimo que atingiu em cheio o homem, fazendo com que ele sumisse em meio a uma nuvem da poeira que se levantou com a potente rajada. Os outros moradores assistem a essa dramática cena calados e sem esboçar reações, a não ser os cachorros que tornam a latir. Os estranhos avançam, dizendo coisas incompreensíveis em sua língua. Um deles aponta a sua arma com o propósito de fazer um novo disparo. Mas o que aconteceu a seguir fez com que recuassem por um instante.

O homem em quem haviam acabado de disparar surge em meio a nuvem dissipada de poeira, flutuando sobre a cratera que se abriu sob seus pés. Em seguida, ele leva a mão esquerda ao plexo solar e aponta com a direita na direção das criaturas, tendo o seu gesto silenciosamente seguido pelos demais habitantes do lugarejo. Num segundo, as criaturas observam suas armas sendo arrancadas de suas mãos e flutuarem no ar à sua frente. Em seguida, são desmanteladas peça por peça, que vão caindo aos seus pés. As criaturas recuam com o propósito de entrarem de volta em sua espaçonave.

E foi nesse instante que viram a enorme espaçonave que lhes trouxe até esse planeta ser igualmente desconectada peça por peça, revelando mais dois tripulantes dentro da nave que caem no chão sem se ferir. Assustadas, as nove criaturas são cercadas pelos moradores do lugarejo, temendo por seu destino. Aquele que foi atingido toma à frente do círculo, levando às mãos ao cinto que possui, clicando em alguma parte. Em seguida, levanta a mão direita de forma pacífica e profere uma frase, que se torna entendível àquelas criaturas.

- Sejam bem vindos, seres humanos, em sua primeira viagem interplanetária. Somos habitantes de Sigyn e seguidores da energia de D-Us! Acalmem seus corações, pois somos um povo que honra o amor e a paz!"

Continua...

Monsters Of Metal

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No dia 09 de maio, vai rolar uma baita festa tendo por local a boate Casablanca. Será Monsters Of Metal, que vai reunir diversas bandas de metal de Santiago e do RS. Já estão confirmadas as bandas Souls of Fate, Elitte, Infinity, Toys Grave, Anlis e Alive. O ingresso já está sendo vendido a R$ 5. A decoração vai contar com poesias, contos e crônicas de escritores locais. A organização é de César Braga e Ana Rauber.

O Diabo veste Prada

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"O Diabo Veste Prada" foi o único filme que assisti neste final de semana. É baseado num livro famoso de Lauren Weisberger, e gira em torno de uma moça (Anne Hathaway), jornalista recém-formada que consegue um emprego como secretária da poderosa Miranda Priestly (vivida por Mery Streep, a razão de eu ter assistido o filme), editora de uma revista de moda. Sem dar bola para aquela indústria, Andrea (Hathaway) só quer permanecer na função até conseguir trabalhar entrar numa redação de jornal. Aos poucos, ela vai compreendendo aquele universo da moda e até mesmo aderindo a ele e mudando o jeito de ser. Do desprezo inicial às grifes, ela passa a compreender o que tudo aquilo significa. O filme é muito sutil ao criticar e até mesmo enaltecer os bastidores da moda. Muito bem escrito e desenvolvido, "O Diabo Veste Prada" é imperdível por conta de Meryl Streep, que exibe uma atuação singular, com sua voz contida, fala mansa, mas extremamente demolidora. Ela não hesita em humilhar as funcionárias com simples olhares ou frases arrogantes, finalizando uma discussão. "Isso é tudo", diz, dispensando-as e mostrando que cumpriram sua função e sua presença não mais importa naquele momento. Ela é, sim, a "vilã" do filme, mas jamais conseguimos senti-la dessa forma.

A brilhante atuação de Streep ilumina o filme a cada segundo em que ela entra em cena, tornando-a mais interessante do que as belíssimas modelos que cruzam a tela ou os interesses românticos da mocinha da história. Também gosto muito da participação da inglesinha Emily Blunt, como uma secretária pedante (mas de bom coração) e de Stanley Tucci, que faz um gay sem afetações. No elenco também a top model Gisele Bündchen que, como atriz, é uma excelente modelo. O filme foi lançado em 2006 e está disponível nas locadoras. É uma boa pedida.

A vida segue

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Segunda-feira mormacenta. Mesmo com a entrada do outono, a temperatura não diminuiu muito durante o dia e sair ao sol é pedir para castigar a pele. Acordei meio tarde hoje, aproveitando para recuperar o sono atrasado. Sigo trabalhando nesta tarde de segunda e até algumas horas da noite.
Logo mais, das 23h à meia-noite vou me encontrar com alguns amigos para jogar futsal no Clube Sete, depois volto para casa e vou dormir. A vida continua...

domingo, 22 de março de 2009

Do tempo que perdemos e da vida que não compreendemos...

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Nós, seres humanos, somos ridículos. Somos uma piada perante o universo. Aqui estamos todos, seis bilhões de seres. Nascemos, crescemos e nos desenvolvemos nessa orbe perdida em algum recanto da galáxia. Aqui, nesta esfera de terra e água, desenvolvemos nossos dramas capitais, nossas vidinhas, nossas feridinhas.

Somos incapazes de responder qualquer pergunta que realmente importe e tenha sentido. Mas somos, sim, capazes de nos ocupar com efemeridades. Acima de nossas cabeças, observamos o sol, a lua, as estrelas, os corpos celestes e a mente humana se torna insignificante e incapaz de conceber o tamanho de tudo o que está "lá fora".

O planeta Terra faz parte de um sistema solar que é composto de oito planetas e, claro, o astro-rei, como também é chamado o sol. Os outros sete planetas que acompanham a terra no constante movimento de translação e rotação foram batizados por nós com nomes romanos:

Júpiter, deus dos deuses; Marte, deus da guerra; Mercúrio, mensageiro dos deuses; Vênus, deusa do amor e da beleza; Saturno, pai de Júpiter, deus da agricultura; Urano, deus do céu e das estrelas, Netuno, deus do Mar e Plutão, deus do inferno. Todos eles fazem o movimento de translação em torno do sol, num sicronismo perfeito que, na Terra, ocasiona as estações do ano. E fazendo parte dessa sincronia, também a nossa galáxia se movimenta em consonância com outras e assim sucessivamente em todo o universo.

Através de sua tecnologia, o ser humano comprovou que não existe vida nos planetas vizinhos (pelo menos, não na mesma vibração e tridimensionalidade que a nossa). O sol é uma estrela e em torno dessa estrela orbitam oito planetas sendo que num deles (a Terra), existe vida. Portanto, basta observar no céu aquela infinidade de pontos luminosos.

Cada um, uma estrela. E sendo cada estrela um sol, imagine quando vida há espalhada pelo universo. Seríamos, nós, os filhos prediletos de Deus? E acaso tenhamos uma certa predileção, seríamos nós merecedores dessa afeição de nosso criador?

Agora, esqueça isso e pense: existe algum criador? E se existe, de que forma ele está disperso pelo universo? Materialmente ou através de uma energia ou de uma consciência? O que é Deus? O que acontece com os seres humanos quando morrem?

Existe um céu que nos receberá ou tudo não passa de uma fantasia lúdica que criamos para crer num outro estágio, assim, evitando o medo que temos de morrer? E sabendo que depois da vida, não existe nada, haveria razão para crer e temer um Deus? "Ou há muito mais entre o céu e a Terra do que possa supor nossa vã filosofia?"

É fácil esvaziar o argumento cego de tantos crentes religiosos, que rezam ou oram para algo que são incapazes de conceber ou compreender. Assim, o ser humano está em diferentes segmentos: cego. Incapaz de buscar a verdade sobre si próprio, quanto mais sobre o universo. A lua e as estrelas? Para os cegos, foram criados para tornar mais bonita a noite dos filhos preferidos de Deus. Os únicos, aliás, neste universo tão, tão, tão imenso.

Aliás, um tremendo desperdício de espaço. Para quê fazer um universo tão vasto e uma Terra tão pequena? Seria melhor que Deus tivesse feito, então, uma Terra muito maior. Assim, teríamos muito mais espaço para poluir, devastar, depedrar e fomentar nossas guerras.

É triste constatar: mas somos ridículos. Claro, não todos. Mas como estamos todos habitando o mesmo planetóide, a maioria fala por todos. Assim, somos ridículos. Apesar de nossas vidas serem brevíssimas, desperdiçamos a maior parte do tempo com coisas que não importam. Assim, tantos nascem, crescem e morrem sem dizer nada. Quanta vida passa por esse planeta, trazendo em sua essência a possibilidade de mudar algo, mas prefere se somar ao rebanho que perde tempo com tanta coisa ridícula que alimentamos.

Nossos dramas capitais, nossas vidinhas, nossas feridinhas. Descontando o tempo em que vamos para a escola, universidade, trabalho, assistindo TV, escrevendo histórinhas inúteis, compondo músicas que não prestam, correndo, roubando, fornicando, traficando, fofocando, vendendo, comprando, comendo etc, o que sobra de útil no ser humano?

Qual a contribuição que a nossa humanidade, em sua maioria, deixa para o planeta em que nasce e morre incapaz de compreender a razão de tudo isso ter acontecido? Em sua devida proporção, somos como o gado que pasta no campo e depois ruma para o abatedouro, sem conhecer ou compreender aquilo que esteja além de seus olhos.

A existência humana é mais do que breve e é tolice esperar chegar perto do fim para começar a compreender o quanto tempo foi perdido em coisas vãs.

Fico lembrando daquele texto "Se eu pudesse voltar a viver...", onde o autor às portas da morte, lamenta-se com as possibilidades perdidas de usufruir da dádida de viver. Tarde demais, claro. Acho que o arrependimento precisaria ser uma qualidade do ser humano.

Arrepender-se num minuto do que foi feito no anterior, para que no próximo o mesmo erro não torne a se repetir. Não gosto de prender-me ao passado, remoer o passado, lembrar do passado.

Assim, disperso, ele não serve de nada a não ser que seja para tomar algo como lição para aproveitar o presente e construir o futuro. Senão, do contrário: ruminar o passado para mastigar no presente é vomitar o próprio futuro.

É por isso que digo: nós, seres humanos, somos ridículos e perdemos o tempo precioso que nos é dado. E cada vez mais se aproxima o minuto fatal.

Domingo...

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Dormi quase que a tarde inteira do sábado. Acordei por volta de 19h. Levantei, fui tomar um banho. Depois, saí para comprar um refri. Voltei para o meu quarto e entrei na internet. Vejo que a Lígia está online e começo a conversar com ela. Em seguida, também converso com a Micheli, uma escritora sensacional com quem gosto muito de conversar. Não deu muito tempo, a Luana bate na janela do meu quarto. Convido-a entrar. Ela vem e me tira do computador, sem que eu concluísse meu diálogo com minhas amigas. Quer ver seus e-mails, orkut, etc. Fico relegado à minha cama e revistas de cinema, enquanto ela se diverte virtualmente. Mas tudo bem. Gosto dela. Em seguida, telefono para o Chico, esposo da Luana e aviso que ela está por aqui, aguardando sua saída da locadora. Seguimos conversando por duas horas, até que o Chico chega. Em seguida, saímos os três. Fomos para o Ricardo Lanches, onde comemos algumas fritas e jogamos conversa fora. O Chico está feliz de novamente estar trabalhando numa locadora. Quando o relógio deu meia-noite, eu já estava de volta ao meu quarto. Mesmo tendo dormido a tarde toda, eu apaguei. Só acordei por volta das 11h deste domingo. Começa o meu dia...

sábado, 21 de março de 2009

Quer conhecer uma pessoa? Coloque-a na fila do supermercado

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Existe um famoso pensamento que diz que basta dar poder para uma pessoa para conhecê-la de verdade. Tal filosofia propaga a ideia de que, uma vez tendo a possibilidade de estar acima dos demais, tal pessoa se mostra ou grandiosa ou medíocre. Os grandiosos são aqueles que, diante dos humildes se ajoelham e diante dos poderosos não baixam a cabeça.

Já os medíocres, que são os que existem em profusão, esses querem subir por cima dos humildes e parecer humildes perante os poderosos, tendo ainda a pachorra de se declararem humildes. Pois bem, da mesma forma que é possível conhecer a índole de alguém diante do poder, também é possível conhecer a educação, o caráter e o senso de humanidade de alguém e de forma bem simples: basta colocá-lo numa fila de supermercado.


O que existe de gente que tem devoção de ser mal-educado em fila de supermercado (ou outras do gênero) não está no gibi. Talvez seja o fato de que, por estarem pagando por algo, exijam tudo e mais um pouco. Em alguns casos, não basta apenas o serviço prestado de um atendente ou empacotador. É preciso humilhar. Já vi gente trancar fila e bater boca por causa de R$ 0, 1 centavos! Ou outra, que armou um barraco quando a atendente só perguntou se não poderia dar R$ 0,5 de bala.

- E se eu vier aqui comprar carne e pagar com um saco de bala tu vai me vender???
Respondeu ela num tom que deve ter feito a moça arrepender-se até hoje por ter perguntado.

Sempre costumo observar as reações das pessoas nas filas em geral. Mas em supermercados é possível observar alguns pormenores dignos de comentário. Hoje, na Rede Vivo, uma mulher se achegou com o carrinho de compras cheio. Viu todos os outros caixas lotados e escolheu aquele que tinha menos movimento: o caixa das cestinhas. Talvez, tenha até pensado que, em fila de cestinha, quem tem carrinho é rei (ou rainha). E, como o carrinho estava cheio, a dedução óbvia é de que aquela mulher estava com uma quantia necessária para pagar por todas aquelas compras. Ou seja, mais dinheiro que os demais, digamos. E, sem pudor, se apresentou com seu carrinho diante da atendente e ante a tristeza (e indignação) de quem estava atrás dela carregando cestas com poucos ítens. Quando chegou na boca do caixa, a moça alertou

- Desculpe, mas esse guichê é só para cestinhas com no máximo 10 ítens. Ou para idosos.
A mulher olhou com certo desdém para a funcionária e, em seguida, dirigiu o olhar para a plaquinha. Largou o carrinho ali mesmo e saiu pelo mercado. Voltou em seguida trazendo um senhor, possivelmente amigo dela.

- Veja: um idoso. Agora tu vai ter que me atender. Ele vai passar as compras para mim, como se fosse dele.

Ela disse bem assim, na cara-dura. Educada, a moça do caixa ainda tentou convencê-la das regras explícitas na plaquinha (que sendo ela cliente da Rede Vivo, já deveria saber muito bem):
- Sim, o caixa dá atendimento preferencial para idosos. Mas apenas para cestinhas com 10 ítens.
A mulher, em sua empáfia, não se deu por vencida. Pegou uma cestinha e começou a retirar ítens de dentro do carrinho, jogando na cesta e repassando para a caixa.

- Não seja por isso. Veja: 1, 2, 3, 4, 5...

A essa altura, a indignação fervilhava no olhar de quem estava na fila esperando ser atendido e tendo uma vaca incomodativa atravacando o seu caminho.

- Eu sou amiga do dono do mercado, mocinha. Trate de me atender, porque eu sei dos meus direitos como consumidora...

Ainda disse ela, com a voz alta, chamando a atenção de outras pessoas. O fiscal de caixa, vendo a confusão que se armava foi até o local. Ufa, pensei. Vai mandar essa mulher se catar e ir para outro caixa e parar de armar confusão com a atendente. Que nada. Depois de ouvir as reclamações daquela vaca (desculpe, mas estou extravassando a minha indignação ao lembrar e me referir àquela vaca como vaca. Vacavacavaca) o fiscal determinou que a cliente fosse atendida. E ainda pediu desculpas pelo transtorno.

A coitadinha da moça engoliu o orgulho, as regras impostas pelo próprio mercado e, penso, até um choro de raiva, o qual não podia manifestar. Quando o fiscal se afastou, a vaca ainda olhou para atendente, triunfante.

- Eu te disse que eu era amiga do dono...

sexta-feira, 20 de março de 2009

Jones e eu...

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Outro dia, postei uma foto minha segurando o Jones no colo e confessei que não tinha medo de segurar criança. Em seguida, o meu amigo César Dors tratou de me xingar. "Onde já se viu não saber segurar uma criança? Vai aprender!".

Tá bem, César. Agora, estou postando uma nova foto do Jones, durante um passeio no Parque Zamperetti. E, olha só, já estou começando a pegar o jeito. O Jones é o primeiro (de 12) filho de meu melhor amigo, o Francisco Rosso Diello. Ah, teve a participação da mãe também, a Luana. Dois grandes amigos. Dois seres humanos maravilhosos que Deus me concedeu a dádiva de conhecer e conviver. É como diz naquela crônica (que errôneamente é atribuída a Shakespeare) "os amigos são a família que Deus nos permitiu escolher". Pois bem, o meninão aí acima é meu afilhado.

O primeiro, devo dizer, já que o Cristiano, o rei do gado lá de Goiás, havia convidado eu e a Marcela para sermos padrinhos de seu filho, o Pablo. Mas só ficou na conversa daquele jaguara, mesmo. Assim, somos padrinhos do Jones eu, a Tainã, a Paola e o Wendel. Falando neles dois, estão morando lá em Rio Grande. E prometeram que vão vir visitar os amigos nas férias. Já avisei ao Wendel que vou guardar um ovo para ele...

Zero Hora publica poema de Alessandro Reiffer

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O jornal Zero Hora desta quinta-feira, 19, (ontem, portanto) publicou mais um poema de Alessandro Reiffer no espaço Almanaque Gaúcho, editado por Olir Zavaschi. É a oitava vez que o maior jornal do Rio Grande do Sul publica um trabalho deste jovem escritor santiaguense. Parabéns, amigo!
Eis a poesia publicada em ZH, para ser apreciada pelos internautas:


O Hipócrita
traz açúcar nos olhos
faz veneno com a alma

colhe flores com os dedos
chuta pedra com os pés

grande amigo nos lábios
vil demônio no peito

canta amor pelas ruas
rói rancor pelos cantos

aponta com a mão a verdade
carrega no bolso a mentira

enxerga o mal que há nos outros
e quebra o espelho em sua face

enfim
o hipócrita é a luz
do fogo-fátuo
da podridão

Feliz Níver, César!!!!

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Estive agora há pouco conversando com meu amigão e, tenho certeza, meu irmão em outra vida: César Dors. Outro dia falei dele aqui no blog e volto a falar e falarei sempre. Ele é desses seres humanos raros, dotados de um caráter maravilhoso. É sábio, generoso, sensível, parceiro. É casado com a querida Luciane Dors e é pai da Laurinha Dors.

Tivemos o privilégio de contar com companhia dele na redação do Expresso Ilustrado, onde ele atuou durante um tempo. E quantas saudades eu sinto desse amigão. Pois bem: hoje é o aniversário do César Dors. Ele me disse que estará recebendo os amigos (lá em Cruz Alta) para comer alguma coisinha e dar algumas risadas. Gostaria muito de estar aí, amigão, mas money que é good nóis não have pra viajar. Então, fica o meu fraterno abraço e boas vibrações. Te amo de todo o coração!!!

Felicidade Infinita!!!
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Atenção, Nívia Andres: O César me confessou hoje que ficou muito feliz com o teu comentário na postagem anterior em que me referi a ele nesse blog. Ele te mandou beijos e abraços. E disse que sempre te admirou!! Tá dado o recado. Bjs!!

(Ficou parecendo aquelas notas da Rádio Santiago: "Atenção interior...". Mas no blog vale tudo)

Dúvida

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Um filme que está estreando nos cinemas é Dúvida, que tem o elenco os atores Philip Seymour Hoffman, Meryl Streep e Amy Adams. Como o título sugere, tudo gira em torno de uma dúvida: um padre estaria, ou não, mantendo relações sexuais com um jovem aluno negro de uma rígida escola dirigida por religiosos na década de 70? Assisti ao filme, que tem um roteiro instigante e diálogos muito bem escritos. Mas nada melhor do que testemunhar mais uma maravilhosa interpretação de Meryl Streep, como a freira que investiga o caso.

Ao mesmo tempo que ela parece ser uma megera, também demonstra facetas de bondade para com suas companheiras de hábito. Já Hoffman confirma ser um dos melhores atores da atualidade e, certamente, o seu talento vai se fazer cada vez mais presente em filmes de todos os tipos. Cada um deles entrega uma interpretação minuciosa e que sempre deixa dúvidas acerca de seus personagens: será que o padre é culpado ou inocente? A freira faz o que faz por recalque ou busca justiça? Mesmo quando o filme termina, o espectador vai experimentar uma enorme sensação de incerteza. Que filme fantástico. Se você tiver a oportunidade de ver nos cinemas, é satisfação garantida. Sem dúvida.

Musicalidade

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Um amigo me criticou. Em uma postagem anterior, onde eu comentei a respeito de 20 músicas que tinha ouvido na manhã de ontem, apenas uma era brasileira. O resto era tudo música internacional. "Como pode ser contra a cultura do país que tu carrega no sobrenome", me disse ele. Aipo!! Primeiro que eu não disse que era contra cultura de meu país. Apenas publiquei despretensiosamente uma lista com algumas músicas dor-de-cotovelo que tinha ouvido naquela manhã. E segundo que eu gosto, sim, da música brasileira. Mas da música verdadeira, não essas porqueiras que são produzidas hoje em dia. Para mim, a arte tem sentido universal. Se a música ou filme ou texto é bom aqui ou na China, vai ser bom em qualquer lugar. Agora, aquilo que não presta por aqui ou na China, não vai prestar em nenhum lugar.

E a verdade é que a música brasileira era realmente muito boa até uma década atrás, mais ou menos. O que de bom existe hoje não é a regra e, sim, a excessão. "Ah, mas duvido que tu entenda tudo o que está sendo dito numa música internacional", ainda me disse. Pois bem, prefiro não entender o que está sendo dito e deixar que os meus sentimentos entendam como queiram, do que entender o que é dito nas letras de Calypso, Calcinha Preta e outras barbaridades que fazem sucesso por aí. Esses aí, sim, é que são contra a cultura do país. Ou talvez não. É que aí já está se criando uma outra cultura, também não dá para ser contra. É tudo questão de gosto.

Moda que incomoda...

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Argh!! Não dá para aguentar essas modinhas. A da vez é a moda da cultura indiana. Por causa da novelinha da Globo, agora se vê vitrines enfeitadas com roupas e adereços indianos. E, pior, já tem palavras dos conterrâneos do M. Night Shyamalan sendo repetidas à exaustão. Pelas ruas de Santiago já se ouve até propagandas de som com a música da abertura da novela da Globo anunciando promoções. Argh. Argh. Não assisto novela, mas sei que essa aí tem um núcleo de personagens que vive na Índia e que (quá, quá, quá) fala Português. E não só: tem relações intrínsecas com o Brasil, como já acontecia em O Clone e outras do gênero. Devido a novela, o atual sonho de consumo de muitos brasileiros é ir conhecer o Taj Mahal. A única coisa boa disso tudo é que as pessoas estão redescobrindo (um pouco) a filosofia de Mahatma Ghandi. Só que, como se sabe, a moda passa. E logo vem outra por aí. Talvez até pior.

quinta-feira, 19 de março de 2009

O rapaz que roubou carne e a professorinha da fita adesiva

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Deu no STB Repórter: um rapaz de 22 anos foi preso hoje em Porto Alegre, justamente no dia de seu aniversário. Ele trabalhava num supermercado e foi denunciado por um colega de que estava roubando produtos do estabelecimento. Dentro da mochila, ele carregava alguns quilos de picanha e outros produtos. Ele pretendia oferecer uma festa para alguns amigos e estava sem dinheiro para comprar, decidindo roubar o que precisava.
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O rapaz, claro, foi preso. E a opinião pública pisoteou em cima de sua cabeça. Assim como aconteceu também no caso da professorinha que cobriu a boca de um menino com fita adesiva para ver se calava a boca. De repente, aquele ato impensado demarcou toda a existência da moça (na cabeça de seus detratores) e a sociedade big brother surge escandalizada (já que não se escandaliza mais com políticos safados). É que as pessoas não tem muita noção do que acontece atualmente em sala de aula. Os anjinhos dos pais são os demônios dos professores. E não há professor ou escola que compense toda a falta de educação que é trazida de casa.

Amor

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Vida - É o amor existencial.

Razão - É o amor que pondera.

Estudo - É o amor que analisa.

Ciência - É o amor que investiga.

Filosofia - É o amor que pensa.

Religião - É o amor que busca a Deus.

Verdade - É o amor que eterniza.

Ideal - É o amor que se eleva.

Fé - É o amor que transcende.

Esperança - É o amor que sonha.

Caridade - É o amor que auxilia.

Fraternidade - É o amor que se expande.

Sacrifício - É o amor que se esforça.

Renúncia - É o amor que depura.

Simpatia - É o amor que sorri.

Trabalho - É o amor que constrói.

Indiferença - É o amor que se esconde.

Desespero - É o amor que se desgoverna.

Paixão - É o amor que se desequilibra.

Ciúme - É o amor que se desvaira.

Orgulho - É o amor que enlouquece.

Sensualismo - É o amor que se envenena.

Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.


Do blog http://cenasdaminhamemoria.zip.net/, da Tainã.

Não Antes

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Eu nunca vi alguém tão sem coração

Que não pudesse admitir seus próprios equívocos,
Não antes.
Distante e conturbado,
Levando-me a chorar de culpa inanimada
Como se o meu lado da história bastasse
E me acusasse sem dó,
Tampouco vestígios de coração amigável.
Imprudência inestimável?
Não antes.
Lamentando por não reconhecer o seu orgulho,
Matando-me por pobre vontade vã.
Literalmente canhestro de ódio
Em meio à vasta confusão.
Não antes percebi o quanto me magoavas
E não sentias a minha angústia,
Indelicadeza amadora de um amigo frio.
Não antes acusou-me com tuas palavras,
Não antes matou-me..

Alessandro Reiffer...

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Conheço ele desde 1999. Ou seja: somos amigos há 10 anos. Ele sempre se veste de preto. Sempre. E da mesma forma que eu sei com que cor vai estar vestido, também sei que ele mantém o mesmo caráter, pois não é volúvel. O Alessandro é formado em Administração e Letras pela URI-Santiago. E é um dos maiores conhecedores de Literatura Brasileira e Portuguesa que eu conheço, fora, claro o seu conhecimento sobre a literatura universal. Eu não tenho 2% da bagagem cultural dele e ele sabe muito bem disso. No entanto, jamais me tratou com desprezo ou desdém, até pelo contrário: sempre valorizou a minha opinião e a de outros amigos à sua volta.
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Jamais vi ele tratar a alguém com desprezo. Com todo o conhecimento que possui, Alessandro Reiffer nunca deixou de incentivar qualquer um que se aventurasse no universo da escrita. Com todo o potencial que tem, nunca despejou amarguras para cima dos outros e sempre procurou ser gentil para com os amigos. Não é, todavia, capaz de alisar ninguém pela frente e jogar pedras pelas costas. Não é do tipo que fala coisas para agradar ou puxar saco. E também não enaltece sua obra ao extremo, como se fosse a coisa mais importante do mundo.
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Há anos ele namora com a minha querida amiga Liziane Serafini. Uma união fiel e duradoura.
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E não só isso: é firme em suas opiniões, doa a quem doer. É um amigo verdadeiro, honesto, sincero. Há quem não goste desse tipo de conduta, ainda mais vindo de alguém jovem como ele. Por fim, sou testemunha em 10 anos de amizade que não há nada que desabone a sua conduta. É um ser humano valoroso e um amigo que eu sei que sempre poderei confiar. Posso falar e dar o testemunho a respeito desse amigo, pois eu o conheço e convivo com ele.

Ladrões assaltam a Ótica Silva no calçadão de Santiago

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Por volta das 18h desta quinta-feira, 19, três homens entraram na Ótica Silva, no calçadão e anunciaram um assalto. A proprietária, Loeci Brum da Silva, chegou a achar que era uma brincadeira. Mas um deles mostrou a arma e em seguida, pediu que fossem entregues os objetos de ouro. "Levaram tudo tudo o que tinha de ouro, além de bombas e cuias de prata", ela conta, sem uma noção do prejuízo. Os bandidos chegaram até tirar objetos das bolsas das funcionárias e arrancaram um colar de Loeci. Davam ordens com muita tranquilidade e ousadia. Em seguida, mandaram que todos deitassem no chão por 10 minutos, enquanto fugiam. A polícia está investigando, mas não possui suspeitos.

P.

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Pobres Pessoas
Perdidas, paradas.
Parecem pássaros
Pairando...
Poeiras...
Palmeiras...
Peito palpitante,
Parolante.
Pedindo paragem,
Passe, poso.
Padroeiro...
Passageiro...
Paladino...
Padecendo, pactuando.
Passado poeta
Partilha paixões.
Pastiche...
Pacato...
Paciência...
Patuscada patogênica.
Peculiar penitência.
Patronesse pachola.
Pecúnia...
Pedágio...
Política...
Pseudofruto poema.
Psiquiatra psicopata,
Puxa-saco poderoso.
Perdão, patrão.
Parei.

Mais tirinhas...

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Tirinha

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Dia das músicas dor-de-cotovelo...

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What Can I do- The Corrs
First Love-Utada Hikaru
Whithout You- Mariah Carey
I' stand by You- Pretenders
In the deep- Bird York
My Immortal- Evanescense
Wonderful Tonight- Eric Clapton
Same Mistake- James Blunt
The Blower's Daughter- Damien Rice
Eternal Flame- Bangles
When You're Gone- Avril Lavigne
Coming Around Again- Carly Simon
Strani Amore- Renato Russo
Because of you- Kelly Clarkson
All for Love- Michael Bolton
Your embrace- Shakira
A Miragem- Marcus Viana
Linger- Cranberries
Laura Pausini- La soledad

E para cortar os pulsos...

I Will Always Love You, da Whitney Houston.


Tá. Já passou!

Eu te amo, mas...

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Olha, minha querida cidade de Santiago. Já te disse que te amo por diversas coisas. Por tuas praças, por tuas ruas, por tua gente, por tua água, por teus poetas. Enfim, te amo mesmo.


Mas, pô, não dava para ter um cinema por aqui? Tá passando Watchmen..

Inglês e Espanhol é no Skill

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Estou decidido. Nos próximos dias (só ainda não sei dizer exatamente quando) quero iniciar o curso de Inglês no Skill. Não é de hoje que o Rubem e o Mauro me convidam para conhecer o método de ensino que esta importante escola de idiomas possui. A Skill Idiomas tem mais de 35 anos de existência em todo o Brasil (e mais de 15 só em Santiago). Aqui, é possível optar pelo aprendizado em Inglês, Espanhol, Francês e Japonês. E em breve também Alemão. Aprender outros idiomas é algo muito importante, não só para o mercado de trabalho como costumam dizer, mas pela possibilidade realmente de aprender e superar as limitações. A Skill possui uma filosofia de ensino de vanguarda, onde os alunos não só entendem como falam, lêem e escrevem no idiomas, sendo orientados a compreender e respeitar a diversidade cultural do mundo, valorizando o ser humano e buscando o convívio harmonioso. A metologia de ensino na Skill promove a interatividade. Para quem quer saber um pouco mais e também optar por um curso, entre em contato com a Skill de Santiago.Fone 3251-2544.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Rádio Central FM 87.9

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Já iniciou a contagem regressiva para a criação de uma nova emissora de rádio em Santiago. Em meados de junho, deve entrar no ar a programação da Rádio Central FM 87.9. A emissora atuará em caráter essencialmente comunitário e terá uma programação variada, com entrevistas, notícias, utilidades públicas e muito mais. A rádio será coordenada pelo comunicador Éldrio Machado, que preside a Associação de Difusão Comunitária Central de Santiago, que já conta com a aprovação para entrar no ar. Estou torcendo pelo sucesso desse empreendimento que, certamente, irá revolucionar a sintonia FM em nosso município.