terça-feira, 16 de junho de 2009

No lançamento do livro de Oracy


Olá, meus queridos. Minha semana está novamente abarrotada de trabalho e nem sei por onde começo. Os últimos dias também foram tumultuados para mim, já que na sexta-feira minha mãe baixou hospital, ficando lá até o domingo. Ela está está em casa, é o centro das atenções familiares e está sendo bastante paparicada por filhos, parentes e vizinhos. Não há o que se preocupar, a não ser observar a sua recuperação.
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Bem, no sábado pela manhã estive no calçadão assistindo ao lançamento do livro do escritor Oracy Dornelles (acima, um registro feito pela assessoria do escritor). Este é o livro de número 11 que ele lança e não há dúvidas de que ele tem um valor inestimável para a nossa cultura. Em quase 80 primaveras, o Oracy mantém-se em atividade intelectual e se renova tal qual uma fênix, sempre apresentando novidades. É um escritor genial e (às vezes genioso) que deve ser sempre reconhecido e aplaudido por sua carreira e sua luta.
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O lançamento de seu livro, para quem ainda não sabe ou não soube, aconteceu no calçadão, em frente a lancheria Ponche Verde. Aliás, essa lancheria tem um significado especial para o Oracy que há mais de 40 anos sempre pode ser visto por lá, saboreando uma Pepsi quase todos os dias (às 12h30 é batata encontrá-lo por lá...). Sem dúvida, uma inovação lançar uma obra no calçadão, em meio ao povo. As pessoas passavam por lá e ficavam curiosas com o que estava acontecendo. Sem dúvida, uma experiência que deve ser repetida, pois penso que a arte realmente não pode ficar acondicionada e elitizada. Parabéns ao Oracy pela ideia.
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Durante o lançamento pude conversar e abraçar alguns amigos que por lá estiveram, como a professora Rosane Vontobel e seu esposo Ery Rodrigues, o João Batista Bittencourt Borges, a Fátima Friedriczewsk e sua filha, a Nuraciara; o professor Noé Machado; a escritora Therezinha Lucas Tusi, o Fábio Monteiro, o jornalista Júlio Prates e a biologa Eliziane Mello; o vereador Diniz Cogo, entre outros.
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Fiquei um tempo conversando com o Fábio Monteiro que há pouco completou os seus 22 anos. E fiquei realmente estupefato com algo que ele me contou: que em dezembro último foi acometido de um ataque cardíaco, o guri. E que, por isso, está fazendo tratamento em Porto Alegre, para onde está viajando com certa periodicidade.
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Fábio também me relatou, muito emocionado, que a família do ex-presidente João Goulart está lhe apoiando muito nesse momento delicado, inclusive pagando exames caros, sendo que a primeira bateria de exames deu em torno de R$ 600, pagos pelos Goulart, já que Fábio não tinha condições de arcar com esses custos. Só aí já está humanamente entendível o apoio que o rapaz está dando a Christopher Goulart, neto de Jango. E, apesar do que foi divulgado, Fábio Monteiro não se filiou ao PDT. Eu gosto desse guri. É humilde, esforçado e cresce por seus esforços. Torço pelo sucesso dele.

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