sábado, 6 de junho de 2009

Final de semana

Nesta sexta-feira estive visitando a Câmara de Vereadores, onde trabalhei por dois anos e meio. Sempre é bom chegar por lá e ser recebido pelos ex-colegas e amigos. Desta feita, a visita era breve e pude conversar durante alguns instantes com o vereador Miguel Bianchini, atual presidente da Casa, que é um político por quem tenho grande admiração. Por cerca de uma hora, ficamos conversando sobre alguns assuntos. Ele, como sempre, foi bastante cordial comigo. Em seguida, dei uma passada na sala da Clarissa e da Rose e conversei um pouco com elas. Senti a ausência da Mari, de quem gosto muito. Em seguida, fui até a sala da Jaqueline, minha grande amiga, para conversarmos um pouco. Saí lá da Câmara percebendo o bom ânimo dos funcionários e a boa harmonia que há no Poder Legislativo. E pude ouvir de vários ex-colegas a aprovação do trabalho de Bianchini, de que ele está sendo um ótimo presidente. Fico feliz de saber disso e desejo cada vez mais sucesso.
------
Nesta sexta-feira pela noite, o Chico, a Luana e eu fomos até o Sílvius Restaurante, que fica no shopping Ilha Bella. É que ontem foi apresentada a peça "Comédia da Família Feliz", encenada pelos amigos do Teatro Liberdade. Tinha encontrado o Jones Diniz à tarde e ele me fez o convite para ir e prometi que iria. Assim, tratei de levar mais gente comigo. Lá estava também o Paulo Pinheiro e sua esposa.
------
A Luana e eu chegamos primeiro e ficamos à espera do Chico, que demoraria alguns minutos para sair do trabalho. E fizemos o pedido: veio arroz, batata, carne e saladas. Acabei quebrando meu regime e minha resolução de não comer mais carne (foi uma trégua breve). O atendimento lá é excelente. Gostei muito do novo ambiente do restaurante Sílvius (antigo Alquimia). Assistimos a peça, comemos e ficamos conversando um pouco. Antes de sair, dei um alô para o Pinheiro, com quem conversei a respeito da notícia da mulher que teria sido assaltada em Santiago por criminosas imaginárias.
-----
Depois, fui com o Chico até a casa deles. Abrimos um garrafão de vinho e ficamos jogando conversa fora. Não sou de beber, mas dificilmente posso recusar uns goles de vinho. E assim, ficamos bebendo durante algumas horas de boa conversa. Diferente do Chico e da Luana, o vinho teve um efeito mais rápido em mim e logo estava meio "alto". O Chico, paternalista, começou a querer me negar vinho porque eu iria passar mal e blá, blá, blá. Mas a Luana mandou, enfim, que ele me liberasse vinho e seguimos tomando. Resumo da ópera: sei que quando acordei já era outro dia, ou seja, hoje.
----
Resolvi cortar o cabelo. Ia deixar crescer, mas me irritei. Cortei.
----
Agora de noite, aguardo alguns instantes e vou encontrar o meu amigo na locadora. Ele me disse que ainda sobrou vinho. Tô indo prá lá.

Nenhum comentário: