terça-feira, 28 de abril de 2009

Nada se perde

Gosto das estrelas. Adoro olhar o céu e vislumbrar o infinito, percebendo-me insignificante diante da imensidão deste universo acima e abaixo (e dos lados) de nossas cabeças. Desse universal tridimensional e sem fim, harmônicamente em consonância com outros universos e dimensões, formas de vida etc. Portanto, esquentar a cabeça para quê? Vida e morte são duas coisas iguais. Um corpo vivo e um corpo morto tem o mesmo número de átomos. E vai que depois de decomposto o corpo, os seus átomos não voltem a fazer parte da composição de alguma estrela deste universo infinito, já que na natureza nada se perde, mas tudo se transforma? Assim como o amor...

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