segunda-feira, 23 de março de 2009

Trecho de uma história que estou escrevendo


A seguir, para uma breve apreciação dos seguidores deste blog, um trecho de uma história que estou escrevendo. Quando ela estiver completa, vou publicá-la por aqui.


"Foi numa noite qualquer, dessas onde aparentemente nada de estranho poderia acontecer. O sol havia se apagado no horizonte há poucos minutos e as estrelas resplandeciam o seu brilho no firmamento. Eis que um jovem está sentado no jardim de sua casa, procurando desligar-se de seus próprios pensamentos para colocar-se em consonância com a vibração da natureza e entrar num estágio de meditação. À sua frente, estende-se uma enorme plantação de trigo. Bem próximo dali, há córregos com água puríssima onde existem peixes em abundância. O solo é fértil e o ar é puro. A noite estava muito agradável e propícia para um instante de meditação. E foi nesse instante que o jovem percebeu uma luz surgir do alto em formato discóide e aos poucos flutuar por sobre o imenso campo de trigo próximo. As luzes emanadas do aparelho voador eram intensas. O jovem pensou em chamar por seus pais, mas não foi preciso. Em instantes, eles e outros vizinhos também haviam percebido a presença daquele estranho objeto voador não identificado que quebrava a tranquilidade daquela noite.

Todos estavam curiosos com aquilo e ninguém demonstrava preocupação, a não ser os cachorros que latiam sem parar. Em seguida, um dos jovens deu uma ordem para os cães e estes silenciaram e também se puseram a observar o objeto que já atingia o solo enquanto diminuía a intensidade das luzes do disco voador. Os habitantes daquele lugarejo se olharam todos, sem pronunciar qualquer palavra ou demonstrar medo diante daquela situação inusitada. Em seguida, coube a um dos moradores colocar-se à frente dos demais e caminhar rumo ao OVNI que pousara há poucos instantes. Instantes depois, uma comporta no aparelho se abre aos poucos. De dentro, surgem sete criaturas com vestes estranhas àquele povo. Segurando objetos igualmente estranhos, aqueles seres rumam em direção aos moradores, falando qualquer coisa numa linguagem incompreensível e apontando aqueles objetos metálicos. O homem do povoado profere algumas palavras para os estranhos visitantes:

- Se vieram em nome de D-Us, também nos encontram da mesma forma!

A resposta veio em seguida com um disparo poderosíssimo que atingiu em cheio o homem, fazendo com que ele sumisse em meio a uma nuvem da poeira que se levantou com a potente rajada. Os outros moradores assistem a essa dramática cena calados e sem esboçar reações, a não ser os cachorros que tornam a latir. Os estranhos avançam, dizendo coisas incompreensíveis em sua língua. Um deles aponta a sua arma com o propósito de fazer um novo disparo. Mas o que aconteceu a seguir fez com que recuassem por um instante.

O homem em quem haviam acabado de disparar surge em meio a nuvem dissipada de poeira, flutuando sobre a cratera que se abriu sob seus pés. Em seguida, ele leva a mão esquerda ao plexo solar e aponta com a direita na direção das criaturas, tendo o seu gesto silenciosamente seguido pelos demais habitantes do lugarejo. Num segundo, as criaturas observam suas armas sendo arrancadas de suas mãos e flutuarem no ar à sua frente. Em seguida, são desmanteladas peça por peça, que vão caindo aos seus pés. As criaturas recuam com o propósito de entrarem de volta em sua espaçonave.

E foi nesse instante que viram a enorme espaçonave que lhes trouxe até esse planeta ser igualmente desconectada peça por peça, revelando mais dois tripulantes dentro da nave que caem no chão sem se ferir. Assustadas, as nove criaturas são cercadas pelos moradores do lugarejo, temendo por seu destino. Aquele que foi atingido toma à frente do círculo, levando às mãos ao cinto que possui, clicando em alguma parte. Em seguida, levanta a mão direita de forma pacífica e profere uma frase, que se torna entendível àquelas criaturas.

- Sejam bem vindos, seres humanos, em sua primeira viagem interplanetária. Somos habitantes de Sigyn e seguidores da energia de D-Us! Acalmem seus corações, pois somos um povo que honra o amor e a paz!"

Continua...

2 comentários:

Anônimo disse...

"Foi numa noite qualquer, dessas onde aparentemente nada de estranho poderia acontecer. O sol já havia se apagado no horizonte e as estrelas resplandeciam o seu brilho no firmamento.

Bueno, se era "numa noite", por suposto o sol nem tinha mais o que fazer, né? Corrige isso, tão primário!

Márcio Brasil disse...

Tem razão. Errei. Corrigi. Valeu