sexta-feira, 20 de março de 2009

Musicalidade



Um amigo me criticou. Em uma postagem anterior, onde eu comentei a respeito de 20 músicas que tinha ouvido na manhã de ontem, apenas uma era brasileira. O resto era tudo música internacional. "Como pode ser contra a cultura do país que tu carrega no sobrenome", me disse ele. Aipo!! Primeiro que eu não disse que era contra cultura de meu país. Apenas publiquei despretensiosamente uma lista com algumas músicas dor-de-cotovelo que tinha ouvido naquela manhã. E segundo que eu gosto, sim, da música brasileira. Mas da música verdadeira, não essas porqueiras que são produzidas hoje em dia. Para mim, a arte tem sentido universal. Se a música ou filme ou texto é bom aqui ou na China, vai ser bom em qualquer lugar. Agora, aquilo que não presta por aqui ou na China, não vai prestar em nenhum lugar.

E a verdade é que a música brasileira era realmente muito boa até uma década atrás, mais ou menos. O que de bom existe hoje não é a regra e, sim, a excessão. "Ah, mas duvido que tu entenda tudo o que está sendo dito numa música internacional", ainda me disse. Pois bem, prefiro não entender o que está sendo dito e deixar que os meus sentimentos entendam como queiram, do que entender o que é dito nas letras de Calypso, Calcinha Preta e outras barbaridades que fazem sucesso por aí. Esses aí, sim, é que são contra a cultura do país. Ou talvez não. É que aí já está se criando uma outra cultura, também não dá para ser contra. É tudo questão de gosto.

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