sábado, 28 de março de 2009

Marley e Eu: fiquei vinte minutos chorando...


Já tinha comentado aqui no blog que eu sou fã de Jennifer Aniston. A personagem dela em Friends, a mimada Rachel, é um dos trunfos da extinta (e genial) série Friends. Desde que começou a fazer filmes no cinema, não há papel entregue a Jennifer que não se converta em algo sensacional. Não é uma atriz badaladíssima, nunca concorreu ao Oscar e nem é a das mais lembrada do grande público. Mas ela é talentosa. E muito.

Basta ver sua performance em filmes como Separados pelo Casamento, Por um Sentido na Vida ou Rock Star para perceber isso. Em Marley e Eu, o astro é o cachorro, sim. Mas a força dramática do filme reside muito na interpretação dela. O filme é baseado no best-seller homônimo sobre o "pior cão do mundo", que é adotado por um casal de jornalistas, recém-casados.

E eles logo descobrem que o "cachorrinho de liquidação" é na verdade um demônio em forma de cachorro, do tipo que destrói os móveis, come a secretária eletrônica e os faz passar pelos mais variados vexames por conta de sua personalidade. John Grogan, que é interpretado por Owen Wilson, é colunista de um jornal da Flórida e sua coluna faz enorme sucesso junto aos leitores justamente porque ele transcreve para o jornal as estripulias de Marley (inspirado em Bob Marley). E os anos passam e a família cresce.

E vêm os conflitos familiares naturais. E o cão está presente em todos eles, envelhecendo junto. O filme tem momentos românticos, engraçados, ternos e dramáticos. E páro de falar do filme por aqui para não estragar para quem queira assistir. Só quero admitir uma coisa: eu chorei sem parar durante os vinte minutos finais do filme. Qualquer um que goste de cães ou outro animal de estimação vai se render ao filme. É ótimo!

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