sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Um alô...

Sexta-feira 13. Para alguns, é o dia do azar. Para outros, é um dia como outro qualquer. Mas é possível que, num sentido místico e até devido aos aspectos psicológicos que envolvem a data, exista mesmo um sentido esotérico de que a sexta-feira 13 dê azar. Como qualquer outro dia, claro.
-----
Mas acho que ali na URI o pessoal ficou meio receoso da data. Tanto que deram por encerrado ontem, quinta-feira, dia 12 o período de inscrições no Vestibular, quando geralmente as inscrições se encerram no último dia útil da semana. Talvez prevendo que, como as pessoas costumam deixar para o último dia, no dia de hoje poderiam evitar até de se inscrever. Olha só como é forte a superstição da sexta-feira 13.
-----
Tive o privilégio de conversar com os amigos Marta Marchiori, Eliziane Mello e Júlio Prates lá na belíssima residência da Marta. Durante horas conversamos a respeito de assuntos diversos, passando por literatura, história, odontologia, biologia, política local e regional, saneamento básico etc. A conversa foi acompanhada por uva (a Lizi, sozinha, comeu meio quilo) e um delicioso café (sozinho, eu tomei meio litro).
------
A coluna de hoje no Expresso é resultado de uma postagem que eu fiz no blog há poucos dias. No início dessa semana, tive o privilégio de receber ligação da querida Marinês Stacowiski, esposa do dr. Maximiliano. Ela disse que tinha gostado do tema (que falava em porres juvenis) e me sugeriu publicá-la no jornal. Foi então que argumentei que aquele texto era muito grande para caber no espaço que eu tinha na coluna. Ela insistiu que eu desse um jeito de encaixar e, portanto, não pude recusar tamanha preocupação de uma leitora tão especial em me sugerir algo. Dei jeito e encaixei. Portanto, a coluna de hoje no jornal é, sem dúvida, a pedido da Marinês. E muito agradeço a ela pelo apoio e pelo incentivo.
-----
A respeito da postagem em que falei que o Éldrio estava vendendo laranjas. Era brincadeira, gente. Não dêem bola. Só estava sacaneando o meu amigo. É que, na verdade, ele fez uma gravação para um senhor que vende laranjas. Essa é a moral da história.
-----
Ah, outra coisa. Hoje de manhã me perguntaram se aquela minha postagem ali "Eterna Guerra" tem sentido com alguma coisa. Não tem. É só uma crônica usando dos movimentos do jogo de xadrez. Eu viciei em xadrez.
-----
Só passei para dar um alô. Como diz o Júlio, volto mais tarde.

Nenhum comentário: