sábado, 28 de fevereiro de 2009

Últimos filmes que assisti


Aproveitei os últimos dias para me atualizar dos filmes novos que tem saído e rever outros que tanto gosto. Assim, pude assistir "A Troca", com Angelina Jolie. O filme é dirigido por Clint Eastwood e é baseado numa história que aconteceu na década de 30. Uma mãe tem o seu filho sequestrado e a polícia de Los Angeles fica meses a procura do garoto. Mas entrega para mãe outra criança. Ela se recusa a aceitar a criança e insiste no erro que os policiais cometeram e exige que continuem procurando o seu filho. Por conta disso, vai presa num sanatório. A interpretação de Jolie é muito boa e faz o espectador lembrar que ela é realmente uma boa atriz (vide filmes como Gia, Garota Interrompida e o Preço da Coragem), além de ser arrebatadora (Sr e Sra Smith, Procurado, Tomb Rider).


Outro filme que assisti foi "O Curioso Caso de Benjamin Button", estrelado pelo marido de Jolie. O filme recebeu 13 indicações no último Oscar. Foi, aliás, depois de ter assistido esse filme que eu percebi que ele não iria "bombar" no Oscar. Gosto muito de Brad Pitt (Entrevista com o Vampiro, Seven, Clube da Luta), mas ele deixou a desejar em sua interpretação. Ele atua muito bem, sim, e mereceu a indicação ao Oscar de Melhor Ator, mas falta alguma coisa, falta mais emoção. O seu personagem no filme nasce com 80 (um bebê, com problemas característicos de idade avançada). E vai rejuvenescendo com o passar dos anos. O que me incomodou no filme foi que não houve um desenvolvimento psicológico e emocional do personagem principal. O espectador fica sem "conhecer" o personagem, como ele pensa, o que ele sente, como ele vê a si próprio. Mas o que me encantou foi a interpretação de Cate Blanchet, essa atriz mais do que maravilhosa e que tanto merecia o Oscar de Melhor Atriz por Elizabeth (em 1998), mas foi "roubada" por Gwyneth Paltrow por sua "interpretação" em Shakespeare Apaixonado num daqueles momentos de "não-dá-para-engolir-essa-injustiça". Outra atriz que brilha em "Curioso Caso" é Tilda Swinton. O filme é baseado num conto de F. Scott Fitzgerald e é uma fantasia que nos leva a questionar essa louca aventura que é a vida, de onde ninguém sai vivo no final. Nem Benjamin Button.

O Casamento de Rachel foi outra produção que chamou a minha atenção. Apesar de ser dirigido por Jonathan Demme (o mesmo de Filadélfia), o que me motivou a assistir a produção foi Anne Hathaway, que é uma atriz linda (brilhou tanto quanto Meryl Streep em O Diabo Veste Prada) e que vem se destacando cada vez mais. Não é um filme convencional, pois possui uma ar de documentário, o que dá ao espectador uma ideia não de estar vendo um filme, mas testemunhando a história de uma família. Anne é Kim, uma moça que sai de um longo período numa clínica de reabilitação para participar do casamento de sua irmã, Rachel. A história se passa antes e durante o casamento da personagem-título e os conflitos que se desenrolam durante a história são, digamos, muito reais. Daqueles que acontecem no lar de cada um de nós. Outra coisa que contribui para o tom realista do filme é que o diretor optou por não usar de trilha sonora, a não ser aquela diagética, ou seja, que ocorre dentro da atmosfera da família através de sons ambientais. Realmente adorei o Casamento de Rachel e a indicação que Anne Hathaway recebeu para Melhor Atriz foi merecida. Só não digo que deveria ganhar porque eu fiquei muito feliz que a Kate Winslet finalmente levou o seu merecido prêmio.
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Aliás, falando na Kate Winslet, no último final de semana aproveitei para assistir dois filmes dela que eu adoro: Titanic e O Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Este último é também estrelado pelo fantástico Jim Carrey, um ator que gosto muito. Não perco um filme que seja estrelado por qualquer um dos dois.
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Vejamos: outro filme que assisti nessa semana foi "Queime Depois de Ler", que é dirigido pelos Irmãos Coen(que ganharam o Oscar do ano passado com Onde os Fracos Não Tem Vez). Queime Depois de Ler tem uma baita elenco, que inclui George Clooney, Brad Pitt, Frances McDormand e Tilda Swinton. O filme retoma aquele estilo de humor negro que os irmãos Coen são mestres. Conta uma louca história envolvendo um ex-agente da CIA, que é chantageado por dois funcionários de uma academia de subúrbio que encontram um CD que sua esposa esqueceu e que contém informações valiosas. Para resolver o caso, entra em cena o personagem de George Clooney que tem um caso com a mulher do ex-agente e também mantém uma relação com Linda, que trabalha na Academia e que sonha em fazer diversas cirurgias plásticas. Todos os atores estão muito bem à vontade em seus papéis, mas Brad Pitt está incrível, demonstrando ter se divertido muito no papel de um personal trainning metrossexual.

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