segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Mulheres no poder

Li atentamente o artigo "Mulheres no Poder", escrita pela Mônica Leal (ela me proibiu de chamá-la de secretária e, sim, de Mônica, o que mostra que ela é mesmo legal). Como o título claramente sugere, ela aborda a participação das mulheres à frente de governamentais ou em cargos de comando. Bonito o texto da secretaria de Cultura, o qual faço questão de endossar. É certo que se o mundo fosse governado pelas mulheres, teríamos aí uma sociedade muito melhor. É por isso que eu tinha a máxima curiosidade de ver a Hillary Clinton como presidente dos EUA. Mas, enfim, o Obama foi o vencedor e ele também representa uma grande mudança social (e racial) no comando da maior potência do planeta.

É certo que hoje em dia proferir a frase "as mulheres conquistam o seu espaço" já é de uma redundância e tanto. Foi-se o tempo em que as mulheres precisavam conquistar espaço. Hoje, elas consolidam o seu espaço, disputando o mercado de trabalho em iguais condições profissionais que os homens. Acho que estou sendo condescendente com o sexo masculino: as mulheres demonstram maior aptidão que os homens em muitos segmentos outrora dominados por eles: na política, no esporte ou nas forças armadas e etc.
As mulheres trazem a sua delicadeza e extrema disciplina para tais setores, enquanto os homens já correm atrás. Deixar de percebrt que as mulheres exibem notável vantagem em vários setores, é não admitir o óbvio. Hoje a participação feminina é uma realidade cada vez maior, o que já denota uma outra mudança social. E vai ficando cada vez mais para trás aquele papel secundário no lar, onde o homem é que ocupava o posto de chefe de família. Hoje, ele é que já pode ser considerado em muitos casos o segundo-em-comando. Enfim, chega de dar a minha visão masculina sobre o universo feminino. Clique aqui e leia o texto de Mônica Leal, publicado no blog do amigo Júlio Prates. Mônica é, afinal, uma mulher bem sucedida e que deixa um bonito exemplo a ser seguido.

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