quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Sono e besteiras

Cheguei em casa por volta de 2h30min. Antes de dormir, resolvo que tenho de escrever alguma coisa para colocar no blog e, óbvio, dar uma rápida passagem por outros blogs e verificar o meu e-mail. Logo mais, pela manhã devo estar na praça para assistir/registrar e participar da gravação do Jornal do Almoço, da RBS TV. É possível que eu invente de querer aparecer pelas costas de algum dos entrevistados dando uma acenadinha para a câmera ou, vá lá, fazendo guampinhas. Ainda não decidi.
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Estou em déficit de sono. Há várias noites tenho chegado tarde em casa e ido dormir tarde. Não teria problemas se eu conseguisse dormir até tarde, mas geralmente isso é difícil pois acabo acordando pela manhã, com os movimentos pela casa.
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Penso em tomar um café antes de dormir, pois sou viciado na bebida. Ao contrário do que possam pensar, café não me tira o sono. Aí, tenho a desagradável lembrança de que hoje pela manhã, antes de sair correndo, eu quebrei a minha xícara preferida. Simplesmente babaqueei e deixei caí-la no piso e espatifando-se. Tive de recolher os cacos, um por um e pôr no lixo, quieto. Minha mãe ouviu e perguntou o que eu tinha quebrado. Falei baixo, mas com raiva de mim mesmo que tinha sido a minha xícara. Olhei para o meu pai e ele estava apertando os lábios para não rir. Eu o autorizei. "Pode rir. Dá risada". E ele riu, dizendo que "ainda bem que tinha sido eu a quebrar a xícara". Respondi que não. Preferia que outro tivesse quebrado, pois julgaria um acidente. Como fui eu, considerei uma idiotice.
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O que aconteceu ao Celta? Vendi para o meu amigo Diniz Cogo. Mas toda a vez que ele excede os limites de velocidade, sou em que recebo as notificações. Desacelera, Diniz.
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Mas olha o que o sono não faz com uma criatura, eu aqui falando sobre carros e xícaras, que assunto bobo até o sono chegar. Que idiota que sou. Duplamente.
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Mas que eu gostava da xícara, gostava...
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Ainda não pude tirar aquela folga que eu pretendia. Estou trabalhando acelerado, com meu cérebro reduzindo-se a uma ervilha, praticamente. Sinto-me um tanto esgotado e pouco criativo. Só não perco a criatividade para falar bobagem. Nisso, sou campeão.
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Mas só bobagem construtiva. Amanhã, pela manhã vou me arrepender de ter escrito tanto besteira. Mas sou que nem o Paulo Coelho. Deixa o erro acontecer...

Um comentário:

melia kindler disse...

Ainda bem que eu não sabia que tu precisava de uma caneca, senão não tria graça.

;*