terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A fábula do Lobo Mau de Jaguari


Recebi, em meu e-mail, a listagem de empresas que ainda não receberam o pagamento por serviços prestados para a Prefeitura de Jaguari. É preocupante que as Finanças do município tenham se desequilibrado no encerrar do mandato do Ivo Patias, que é uma pessoa simples, de rara índole e honestíssimo. Temo que a sua ex-equipe fazendária possa não ter correspondido às suas expectativas e acabe lhe causando problemas junto ao Tribunal de Contas. E, claro, problemas para o atual prefeito João Mário Cristofari, que está buscando contornar tudo da melhor forma possível, como bom gestor que é.
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Mas me parece que tem algum Lobo Mau na história. Tenho a impressão que lá em Jaguari aconteceu mais ou menos uma adaptação de O Chapeuzinho Vermelho. Teve uma Chapeuzinho Vermelho que deu mole por lá e um Lobo Mau que entrou em cena, à luz da lua e com papo de cerca-lourenço, com suas várias faces empresariais e ganhando dinheiro, desfilando em carrões etc. O Ivo, coitado, ficou com o papel da vovozinha. E todos sabem o que o Lobo fez com a vovozinha...
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Nesta segunda-feira de noite, eu estava trabalhando em casa, quando recebi um e-mail do Júlio Prates, perguntando se eu não poderia dar uma mão e diagramar a sua revista A Hora que tinha prazo para ir para a gráfica e o seu diagramador da Qualygraph, o Beto, tinha ido viajar às pressas. O Júlio me disse que era para resolver algum problema de saúde. "Não tem problema. Posso fazer", respondi ao meu amigo. E, assim, ele me pegou de carro e nos fomos para a sua "chácara", que fica quase lá em Nova Esperança. Brincadeira. É uma bonita casa que ele alugou no bairro...putz, não sei o nome. Sei que é lááá para baixo da substação da AES Sul. Não parece, mas fica em Santiago...
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E lá ficamos algumas horas, um pouco papeando, um pouco trabalhando. Enquanto distribuí facilmente os artigos dos colunistas de sua revista. Depois, a Eliziane fez um saboroso jantar e demos uma pausa no trabalho. Conheci o cachorro que o Júlio tem criado alimentado só com linguiça toscana. Enquanto comíamos, o cusco nos olhava e o JP insistia em abrir a geladeira e dar carne para o bicho. "Já dei comida para ele", avisa a Eliziane, alertando que não teria para o outro dia. "Mas ele está aqui nos olhando comer", justificou o Júlio...
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Depois do trabalho e da janta e da prosa, o JP me levou em casa e eu desabei na cama. Precisava acordar cedo e seguir trabalhando num outro projeto que a Sandra me passou e eu estou nos arremates. Confesso que é o serviço mais complicado e que me está me dando mais dor de cabeça de fazer, porque é cheio de coisas onde pouco dá para fazer. E muito pouco material, onde precisaria fazer muito. Tô quebrando cabeça ainda. Ou não é fácil ou eu é que sou muito burro. Mas espero concluir tudo nas próximas horas e se Alah quiser.
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Fui acordado por meu amigo César Martins. Conversamos rápidamente e ele me solicitou material sobre a prefeitura. Eu o informo que estava agendado para passar-lhe tudo em prazo hábil, conforme tinha acertado com o meu amigo Éldrio. Aí, o César me informa. "Não é mais aquele prazo. Tem que ser antes". Ok, amigo. Dou um jeito e envio tudo. Ele disse que estava indo viajar para Jaguari e pergunta se não quero nada de lá. "Queijo, salame, uva e vinho", apresento a minha lista. "Tá. Um vinho eu te trago", responde o César, dando uma de surdo e ignorando que eu pedi também queijo, salame e uva. Eheheh.
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Tive a grata satisfação de conversar outro dia com a Marta Marchiori. Já tinha dialogado brevemente com ela uma vez e havia percebido que ela era inteligente e de bom gosto. Apenas confirmei isso ao conversar novamente. Pessoa agradável, fina e elegante. E que está atenta a tudo o que acontece em Santiago e região.

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