quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O meu dia hoje até esta postagem...


O meu dia começou hoje por volta das 9h45. A primeira voz que eu ouvi foi a do meu amigo Jones Diniz, no comando do Olho Vivo. Como os leitores do blog já sabem, meu pai é meio sócio da Rádio Santiago e passa ouvindo os programas. Ele começa lá pelas 7h e só desliga quando acaba o Jornal Falado. Aí, liga a tv para ver o Jornal Hoje. Mas enfim. Levantei e rapidamente tomei um banho, procurei uma camiseta e encontrei uma que estava praticamente guardada dentro de uma garrafa (ou no bucho de uma vaca). Restou pegar o ferro de passar e rapidamente tentar resolver. Cumprida essa etapa, tomo rapidamente um gole de café numa caneca que não é a minha, já que a minha eu quebrei por bocaberta, aí saio rapidamente. Antes de sair, minha mãe pergunta se iria ver a transmissão do Jornal do Almoço. Eu disse que sim, iria. E ela me avisa que vai ficar esperando para me ver na televisão. Respondo que ela estava me vendo aquele momento, como me via sempre. Ela responde que queria ver como eu ficaria na televisão.

E saio para a rua, subindo a Carovi, atravesso os trilhos e subo a rua Guirahy Pozo, cruzando em frente ao QG. Alguém cruza por mim de carro e buzina, não vi quem era e nem sei se era para mim. No calçadão, cruzo em frente a loja do Kamal e dou uma acenada para ele. Sigo rumo à praça central. De longe, avisto a Kombiteka da URI e vou me aproximando do centro da praça. Neste dia, fora de casa, a primeira pessoa com quem veio falar comigo foi o Oracy Dornelles. Falamos brevemente sobre a Rua dos Poetas e afins. O Oracy chega a comentar, sobre a vinda da RBS TV que a imagem da santa estava bem pintadinha para aparecer na TV. Em seguida emenda que "correram o Zé Bolacha da casa dele". Rio com a ironia e, em seguida, me despeço. Vejo a Jéssica Marques e a Cristiéli Lanes se preparando para mostrarem seus trabalhos. As cumprimento rapidamente, pois gosto de ambas. Em seguida, vou tratar de tirar algumas fotos. Encontro o meu amigo Éldrio Machado. Conversamos um pouco e ele me antecipa uma novidade, mas diz que não é para eu falar sobre ela. Ok. Guardo o segredo. O Ataliba se achega para conversar e, em seguida, surge o grande Sadi Machado oferecendo chimarrão numa cuia do Grêmio. Mesmo sendo colorado, o Éldrio aceita o mate do tio. Ela desliga o telefone. Em seguida, me desloco e vou dar mais uma conversada com o Oracy Dornelles, que eu vejo sozinho logo adiante. O Ruderson Mesquita cruza por ali e chega para nos apertar a mão, saindo logo em seguida.

Seguimos eu e o Oracy conversamos mais um pouco, a respeito do lançamento de seu livro, o 10º de sua vida, que será só de caricaturas. Ele me diz que convidou muitas pessoas e está curioso de saber se o Sidnei Garcia e o João Lemes pretendem ir. Eu informo sobre o casamento da Camila, que é sábado, e é possível que algum deles não vá. Também estou divido, pois pretendo ir nos dois lugares. Vamos ver no que vai dar. Em seguida, o professor Clovis Brum, diretor da URI, aparece e nos cumprimenta. Ele demonstra felicidade de ver a cidade mostrando suas coisas boas na televisão, o que coincide com a campanha de pensamento positivo sobre Santiago. Peço para que ele me consiga um logotipo da campanha para eu pôr no blog e ele diz que vai me enviar. Após, o Oracy sai para conversar com outro amigo e o Clovis segue falando comigo. Aparece a professora Salete Reolon e nos cumprimenta. Ela estava vestida com a camiseta da URI. O professor Clóvis decide se retirar para vestir a sua também e tirar o casaco que estava usando. Fico sozinho por uns instantes, olhando o movimento. De repente, surge o Paulo Doleys Soares, me cumprimenta e me pede uma caneta emprestada. Quer anotar o meu e-mail. Ele conta que está morando em Sapiranga, mas costuma acompanhar o meu blog. Fico feliz. Sem saber o que estava acontecendo na praça, ele me pergunta o que era aquele movimento todo. No mesmo instante está cruzando por ali o seu Sérgio Peruffo e eu puxo ele para a conversa, respondendo alto ao Doleys e dizendo que aquela função toda era porque o seu Peruffo iria dar uma entrevista para o Jornal do Almoço. Simpático, ele se achega para prosear comigo e com o Doleys.

Aproveito que os dois estão conversando e me retiro para tirar fotos, pois já estava para iniciar a transmissão do Jornal do Almoço. Acabo encontrando a Marta e a Juliana, que trabalham no Balcão de Desenvolvimento. A Marta é super-simpática, como sempre e me conta que a apresentadora do JA é sua amiga. A Juliana? Uma gata de olhos verdes. Cumprimento-a, mas não fico tirando relações por conta. Fico na minha. Encontro o Chicão que vem me cumprimentar e dizer que o Paulo Pinheiro e o Jones tinham comentado sobre mim no rádio e feito alguns elogios. O Chicão estava muito contente em ver a praça cheia de gente e estar meio ao público. É incrível de perceber o carinho que todos tem para com ele. Cumprimento a Juliana Vitorino, que agradece por uma foto publicada no jornal falando de sua aprovação na OAB. Ela é muito querida. Converso brevemente com o Rodrigo Smolareck, em que paro uns segundos para dar um abraço. Logo adiante, converso por alguns minutos com o Christina Bellaguarda, um piscólogo jovem e muito bacana. Saio para o outro lado da praça e encontro o seu Ery Rodrigues, pai de meu amigão Rodrigo. Conversamos bastante e ele me cobra por não ter aparecido em sua casa nem no final do ano e nem no início. Fico devendo uma visita. A essa altura, os apresentadores do JA estavam entrevistando os escritores de Santiago. Ele diz para eu ir até lá e aparecer na TV também, mas digo que preciso tirar fotos. Mas a verdade é que prefiro ficar atrás das câmeras. É mais seguro.

Encontro o Paulo Pinheiro, conversamos um pouco sobre política e agradeço pelos elogios que, eu soube através do Chicão, ele e o Jones tinham feito para mim. Enquanto conversámos o Rodrigo Vontobel me liga e diz que não iria poder assistir o Jornal do Almoço porque estavam trocando um poste na frente da casa dela. Barbaridade. A essa altura, o Jornal do Almoço estava começando e o Pinheiro se retira para voltar à Rádio Santiago. Dou mais uma circulada. O Sérgio Marion cruza e me cumprimenta. Fico do lado da Marta Finamor, que é uma pessoa encantadora e conversamos brevemente. A Juliana estava por ali, linda. Me retiro, vou procurar minha turma. Lembro que minha turma não estava por lá. Páro um pouco e fico conversando com o Davi Vernier, que é uma pessoa muito agradável e um amigo de vários anos (comprava dele lá no Ponto Frio). Uma cigana me pergunta se eu quero ler a sorte, digo que não. Sugiro ao Davi para que leia a sorte dele para descobrir se ele seria o presidente da Câmara o ano que vem. O Davi dá risada. Em seguida, o Brisola aparece e daquele jeito dele, chega se intrometendo no nosso assunto e diz que vai concorrer a vereador em São Borja e que, lá, ele se elege. Pois tem um cara "grande" que iria colocar 50 cabeças de boi na campanha dele. Dou risada e pergunto ao Davi o que ele faria se tivesse 50 cabeças de boi na campanha dele para vereador. O Brizola percebe que eu estava de piada e me retruca dizendo que ele vai se eleger, sim. E depois, vai pagar o investimento do amigo "grande". Sugiro que ele deveria mudar de partido, ir para o PDT, que dai fecharia o nome de Brizola. Ele responde que era exatamente iso que iria fazer. Saio dali e vou para os lados do seu Ery novamente. Cumprimento o Bruno, que trabalha na Prefeitura.

Ele brinca comigo dizendo que o Jornal do Almoço estava deixando de transmitir duas atrações, o Brizola fazendo campanha e o Zé Bolacha cantando. Aliás, vi o Zé Bolacha com seu pandeiro cantando algo tipo "Minha cunhada/Não te esqueça que posso perder a cabeça e te amar". É um grande poeta, o Zé. Falando em Zé, meu último diálogo na praça foi justamente com um Zé, o Lir. Meu amigo do Letras Santiaguenses. Ah, sim. Enquanto conversámos o Marquinhos Peixoto foi até nós e me convidou para ir na primeira sessão legislativa do ano. Aceito o convite. Ele pergunta se o jornal iria tirar fotos dos novos vereadores e eu respondo que óbviamente essa seria uma obrigação do jornal. Ele me conta uma história que achei engraçada. Um eleitor o procurou pedindo R$ 80, pois tinha que ir encontrar a mulher em Santa Maria. O Marquinhos disse que não tinha dinheiro, que condena esse tipo de prática. Em seguida, o homem observa que ele já estaria devendo mais de R$ 500 para ele, desde a época da campanha. Acontece que toda vez que o homem o procurava para pedir, o vereador dizia que não tinha e ficava para outra vez. Só que o eleitor ficou somando todas as vezes o dinheiro que ficaria para depois e, assim, somou aquela quantia. Brinco com o Marquinhos dizendo que ele pode ir parar no SPC Político. Em seguida, ele se retira.

O Zé Lir me pergunta qual é o meu rumo. Eu digo que vou descer para o jornal e largar a câmara por lá, pois tinha um compromisso em seguida. O Zé me acompanha, pois a sua casa fica na mesma direção. Depois de largar a câmera no jornal e descarregar as fotos, corro até a pracinha. No caminho, cruzo pelo Jones Diniz, meu amigão. Ele, como sempre, segura meu braço puxa o assunto e quer me impedir de sair. É um brincalhão. Consigo me desvencilhar do Jones e encontro a Tainã Steinmetz. Acompanho ela até a URI. Lá, enquanto espera ela resolver algumas coisas, converso com o Guto Pinto e ele conta sobre projetos na área ambiental. Depois, saio de lá cumprimentando a sua esposa, Michele. No caminho, cruzamos com o Jonathan. Enquanto a Tainã resolvia um probleminha, converso com o professor Clóvis Brum, que me fala de alguns projetos e ele reforça um convite que já me havia feito há alguns dias.

Enquanto aguardávamos o ônibus, aparece o seu Ery e a professora Rosane Vontobel, de carro. Ela desce e vem falar comigo, chateada porque há vários dias não vou na casa dela. Fiquei mal comigo mesmo e prometo ir visitá-la neste final de semana. Espero, em nome de Odin, que eu consiga ir. O ônibus estava chegando. Dentro dela, vinha a Lígia Rosso. Nos abraçamos rapidamente e dou um beijo no rosto dela e lamento ter que ir embora, também me despedindo da profe Rosane. No caminho, de ônibus, a Tainã fica me debochando porque eu não "sabia andar num ônibus". Pior que é verdade. Por minha causa, a gente quase perde o ponto de descer. Acompanho ela até o escritório do Rodrigo Vontobel, porque ela tinha um presente para me dar. E ela me dá o presente: uma caneca igual a que eu tinha quebrado no dia anterior. Pura coincidência, mas ela sem saber o que eu tinha perdido me deu de presente exatamente a mesma caneca.

Ela pergunta se gostei. E, é claro, que amei o presente: era um caneca com o símbolo do Batman. Ela conhece minhas pequenas manias de fã de história em quadrinhos. Afinal, ela também adora quadrinhos, super-heróis, literatura e essas bobagens legais. Depois, preciso correr até em casa para pegar meu notebook. Chego em casa e sei que meu tempo é exíguo e resolvo não comer nada. Entro direto para o banho e troco de roupa. Antes de sair, minha mãe pergunta porque eu não apareci na televisão junto com os outros. Eu respondo que pensei em não aparecer na TV porque era possível que a Globo me visse e quisesse me levar embora de Santiago, longe dela. Minha mãe pensa uns dois segundos e responde. "Que bom que tu não apareceu na TV, então". Subo para o jornal, e mergulho no trabalho e sigo trabalhando por várias horas. Lá pelas 8h30 da noite, penso em todas as pessoas que eu vi e conversei no dia de hoje. Dou uma pausa no trabalho e resolvo escrever um texto para o blog. Esse mesmo que você acabou de ler.

Texto sem revisão

Um comentário:

Weimar Donini disse...

Pô meu... que dia, heim? Faltou dizer que assistiu algum filme à noite.
Um abraço.