segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Falhas no atendimento ao público

Em seu blog, o meu amigo Ânderson Taborda levantou um assunto que precisa ser debatido pelo público consumidor santiaguense, que é a falta de preparo no atendimento ao público. A maior parte dos estabelecimentos comerciais peca justamente nessa que é a mais importante característica de uma empresa e que determina o sucesso ou o fracasso de um negócio. Caras fechadas, como aponta o meu amigo, são fichinha no comércio local. Ocorre que a falta de treinamento ou mesmo de relacionamento humano é que cria tais empecilhos. E o consumir quando não é bem atendido, é óbvio que sai criticando como é o caso do Taborda, que chegou para calibrar o pneu do carro num determinado posto e o atendente, vendo-o, seguiu tomando chimarrão e não foi colocar-se à disposição.
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Ocorre que, para calibrar o pneu, não se cobra nada. Ou seja, o funcionário deve ter pensado que aquele cliente não era exatamente um "cliente". Outro problema apontado por meu amigo blogueiro é quando a pessoa entra na loja e é recebido com sorrisos, mas quando o cliente diz que só está "dando uma olhadinha", a cara do vendedor já fecha e ele sai de perto. São dois exemplos que existem às pampas em nosso comércio. Outro dia, o meu amigo Francisco Rosso Diello reclamava da loja Quero-Quero. Segundo ele, os vendedores são muito bons e atenciosos.
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No entanto, quando chegou a hora de fechar a compra, foram duas horas de fila e na hora de fechar o negócio, o impediram por exceder em R$ 30 reais o limite estabelecido pela loja. Meu amigo saiu puto da cara. "A Quero-Quero é a pior loja para ser atendido", ele costuma dizer.
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Em contrapartida, aponta a Becker como a loja que mais facilita para o cliente. Foi até lá, fez a compra e foi atendido em pouco mais de vinte minutos, sendo que o mesmo caso do limite excedente foi apontado, mas a equipe buscou uma solução e meu amigo saiu satisfeito da vida.
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Falando em atendimento, como é que pode: alguns estabelecimentos comerciais já estão vendendo a Coca-Cola 2 litros a R$ 4,00, enquanto nos supermercados a bebida sai por R$ 2,50 em média. O lucro excessivo não é regulamentado e fiscalizado? O consumidor precisa denunciar para não seguir pagando mais caro.
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Fique atento: no rótulo da Coca-Cola 2,25 está escrito "Gratis 250 ml". Portanto, se o estabelecimento quiser fazer diferenciação no preço de uma garrafa de 2 litros, procure o Procon.

Um comentário:

Luana disse...

HÃ FALA SÉRIO!!
COM TANTA GENTE DESEMPREGADA,O PESSOAL TEM QUE ATENDER BEM MESMO,EMBORA EXISTA FALSIDADE NO SORRISO..SORRIAM MESMOP QUE VCS CHOREM POR DENTRO..SORRIAM!!!
POIS É O DINHEIRO DAQUELE CLIENTE MALA E CALOTEIRO QUE PAGA TUAS CONTAS NO FINAL DO MÊS...