quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Ainda Sete de Janeiro (Na falta de título melhor para a postagem)

Fui dormir tarde ontem e, em função disso, acordei tarde hoje. Quem me acordou hoje foi o Paulo Pinheiro, pois meu pai estava com o rádio a todo volume ouvindo o programa Santiago Atualidade. Sei que o Pinheiro estava indignado com uma mensagem telefônica que recebeu anunciando que ele teria ganho um Cross Fox. O Jones também comentava que em toda a cidade várias pessoas estão recebendo esse tipo de propaganda, indicando o número para reinvindicar o prêmio. É claro que se trata de um golpe, mas sempre tem algum idiota que caia. Eu mesmo recebi uma mensagem dessas e liguei, depositei o valor pedido, mas até agora nada de Cross Fox. Será que era golpe?
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Brincadeira. É claro que não iria ligar para essas porqueiras. Mas o pior é que tem gente que cai. Mas bastou o Pinheiro e o Jones comentarem sobre o assunto que choveu telefonemas para a rádio contando a respeito desse assunto.
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Mas o assunto que julguei de maior relevância, até onde ouvi o programa foi o do incêndio de um poste de energia elétrica próximo da barragem da Corsan, o que indignou o apresentador. Em função desse incidente, vários bairros ficaram sem água. Aqui em casa, grazie Dio não faltou.
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Lá pelas 11h estive na prefeitura, participando de uma pequena reunião com os amigos João Otávio Biermann Pinto, Éldrio Machado e Júlio Prates, onde diálogamos a respeito de trabalho. Depois disso, no pátio da prefeitura eu e o Júlio peregrinamos atrás de um pouco d'água. Não tinha. O centro tinha sido atingido por obra dos desocupados que incendiaram o poste. É como diz o filósofo Sadi Machado, para algumas pessoas tem que dar "pau em vez de pão". Onde já se viu queimar um poste? Qual é o benefício? Como tem gente insignificante nesse mundo. A inconsciência está além de qualquer conscientização.
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Depois disso, o Júlio me deu uma carona me deixando próximo da loja Becker, onde fui pagar uma conta. Ele rumou para a Qualygraph, onde iria conversar com o amigo Pedro Zolin.
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Paguei a conta na Becker e dei uma passada no meu amigo Bactéria (Vulgo Rodrigo Kickow ou vice-versa). Conversamos um pouco e trocamos algumas idéias. Ele aproveitou para me mostrar uma penca de filmes que baixou na internet. Eu também peguei esse vício de fazer downlod de filmes para assistir.
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Ontem à noite um amigo me ligou pedindo R$ 100 emprestado. Eu expliquei a ele que não tinha e que emprestaria se tivesse, como já fiz diversas vezes. Ele então, respondeu que tinha uns R$ 1 mil na conta do banco, mas não queria mexer por causa dos juros. Mandei o meu amigo tomar Coca-Cola e disse que se eu tivesse R$ 1 mil no banco estaria emprestando dinheiro a juros. Me caiu os butiás do bolso com a avareza dele. Barbaridade. Esse meu amigo é do tipo que se preocupa com juros de 50 centavos. Nunca consegui ter esse apego ao dinheiro.
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Ontem conversei um pouco via MSN com minha irmã Camila, que mora em Santa Maria. Ela me contou que está trabalhando no MC Donalds. Fiquei feliz. E tratei de fazer um pedido: guarda para mim alguns brindes que vierem nos Mc Lanches Feliz. Eu amo muito tudo isso.
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Calor, né?

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