sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Auditório Multicultural Caio Fernando Abreu

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Neste domingo tem teatro em Santiago. O grupo Artemágika estará encenando o espetáculo Sacrilégio, a partir das 20h30. A direção é de Renato Polga e a peça tem no elenco os atores Dilnei Chagas, Mayara Rodrigues e Adriana Pizzolato Machado. Sacrilégio foi o espetáculo vencedor do prêmio de Melhor Espetáculo Adulto do Santiago Encena.
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Aproveitando esse ensejo a respeito do teatro, estive conversando com meu amigo Renato Polga, recebendo o convite para assistir a peça dele e é certo que vou. Pois bem, falamos sobre a falta que faz a cidade não ter um auditório multicultural de 200 ou 300 lugares ou um palco adequado. Claro, foi construído aquele auditório no prédio no 4º piso do prédio do Lions, só que o auditório pode servir para tudo, menos para teatro, dado as proporções do palco e a falta de bastidores e tudo o mais. E até de acesso para deficientes físicos.
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Desde o ano passado, eu venho insistindo que o prédio que existe ao lado da Câmara (foto acima) possa ser reformado, restaurado e transformado num Auditório Multicultural. E, como Santiago ainda não tem algo grandioso que destaque o nome de Caio Fernando Abreu, também sugeri que o (suposto-futuro-quem sabe?) auditório fosse batizado com o nome de nosso escritor maior. Tal espaço serviria tanto para os eventos da própria Câmara, quanto para a Prefeitura e outros órgãos e até mesmo poderia servir de base para a criação de uma Secretaria de Cultura, para que administrasse a área e os projetos do município. E poderia ser a "cereja do bolo", somado ao belo projeto que é a Rua dos Poetas.
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Alguns vereadores queriam que o prédio fosse demolido (não citarei seus nomes para não ficar consignado que fossem contra a cultura e a preservação história e pró-demolições), outros como Bianchini e Nelson Abreu, foram mais coerentes e consideraram que era um prédio histórico e que, se fosse restaurado, era uma idéia boa.
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Logo que assumiu a presidência da Câmara, o Nelson chegou a dizer que iria comprar essa idéia e levá-la adiante e que, para isso, estaria economizando. Acontece que, e eu sabia disso, não existia a previsão na LDO/PPA e LOA da Câmara para se fazer um Auditório Multicultural e até mesmo porque parte do terreno pertence a prefeitura. Mas eu duvido que o Chicão fosse se opor à essa idéia. Aliás, tenho a convicção de que, se o Nelson insistisse em levar adiante esse projeto, teria no prefeito um parceiro. Fui chefe de gabinete da presidência da Câmara e sei que o atual prefeito nunca disse "não" quando era algo bom para a cidade. E também sei que, quando se quer fazer algo, não há burocracia que impeça.
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Aliás, fui eu próprio quem redigi a LDO da Câmara para esse ano de 2008 e, de fato, não tinha uma meta descritiva de "construir um auditório multicultural". Mas estava previsto, sim, ampliações do espaço físico. E lembro até o valor inicial na rúbrica de Obras e Ampliações: R$ 60 mil. Um valor que poderia muito bem ser ampliado, via suplementações, se fosse o caso. E, ainda, tendo a Prefeitura como parceira, é certo que um projeto em parceria entre Câmara e Executivo não ficaria pesado para ninguém e o custo da reforma seria mínimo comparado com o retorno social para o município.
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Sei que o Nelson Abreu tem boa vontade. E sei que é diferente ser pedra e ser vidraça. Mas o ano acabou e a obra não saiu e em 20 dias encerra o prazo para a Câmara fazer empenhos. É uma pena. Como autor da lei que estabeleceu Santiago como Terra dos Poetas, poderia ter contribuído ainda mais com a cultura. Tenho certeza de que não faltaria vontade da parte dele, mas é possível que tenha faltado empenho (de esforços, não o cash). Dizer que não tinha previsão nas metas, não é desculpa, pois há qualquer tempo se pode criar projetos de lei para alterar PPA/LDO e LOA. Poderia ter sido aberta uma discussão sobre esse assunto com a comunidade, com os estudantes, com os escritores, os artistas plásticos, os teatreiros etc.
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Bem, o ano que vem já está bufando aí. Júlio Ruivo é o próximo prefeito e fica esse post para ser analisado por sua equipe. Faz falta em Santiago um auditório multicultural. Isso é consenso entre o pessoal que lida com cultura em Santiago.
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E não me refiro apenas a teatro. Quando falo em cultura, falo de artes plásticas, dança e várias outras formas de expressão. Como o custo para construir um lugar assim seria alto demais, é certo que a melhor opção seria de estruturar um ambiente que já existe. Outra sugestão de lugar? O prédio onde funciona (va) o W Bar, só que aí, já se está falando de um prédio particular e teria de ser comprado e etc.
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Me aponte outro prédio público que pudesse ser utilizado dessa forma na área central ou um terreno onde um espaço assim pudesse ser idealizado? Eu sei que não tem, portanto, peço ao prefeito Ruivo e sua equipe (e ao Bianchini, próximo presidente da Câmara), que analisem essa minha idéia com carinho
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Seria uma grande contribuição para a cultura de nosso município, ofertando a ele um espaço de referência cultural e que seria de grande utilidade para todos.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Sexo explícito no blog, disfarçado de crítica econômica e política

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Foto: Anderson Taborda. Bagaceirice: eu!

Quando surge o caos...

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O que nos torna elegantes, finos, requintados, educados, racionais? O quão tênues podem ser as amarras que nos prendem à civilidade? O ser humano, nada mais que um mero animal equivocadamente chamado de homem, está sujeito às intempéries e cada vez mais dependente das comodidades proporcionadas por uma vida moderna. Hoje, acessamos os nossos e-mails em nossos notebooks, ipods ou moderníssimos celulares. Viajamos de metrô, em carro próprio, usamos fornos de microondas, televisões de plasma, home theathers, câmeras digitais. Ok, mas isso é tecnologia de ponta, adaptações do hoje e ainda é possível não depender tanto disso. Mas e o que dizer de não ter um fogão à gás, uma geladeira, um chuveiro elétrico ou, simplesmente, água encanada? Ou isqueiros, fósforos? Ou uma cama? Ou um banheiro? Ou, ainda, uma panela? O homem moderno cria cada vez mais aparatos para melhorar a sua qualidade de vida, adaptando a sua sobrevivência a esses instrumentos. No entanto, quão tênue pode ser a nossa civilidade? Desprovido disso tudo, o que surge? Desprovido de um teto sobre a sua cabeça ou meias secas ou bife empanado ou água mineral ou mesmo um calçado, que tipo de ser humano surge? Um homem ou algo mais próximo a um animal, que obedece a lei do estômago?É esta a análise feita no filme "Náufrago", estrelado por Tom Hanks que, numa ilha deserta, reaprende a viver.

Longe da ficção, os moradores de Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina, descobrem que o homem, tão senhor do mundo, culto e intelecto, pode ter sua estrutura física, moral e psíquica abalada pelas intempéries (de qualquer tipo). A cidade foi tomada por uma grande enchente que desalojou milhares e implantou o caos na cidade. Lojas, supermercados e residências estão sendo saqueados pelos próprios moradores, que há uma semana viviam a ilusão da civilidade e do requinte. Agora, a lei é o caos, é a desordem. Cidadãos, antes tão normais, tornam-se saqueadores de vitrines e de gôndolas. Está acontecendo lá, em Santa Catarina, mas poderia ter sido em Santiago, Santa Maria ou qualquer outra cidade do mundo, sob quaisquer condições, onde a gravata e o chinelo de dedos teriam a mesma importância.

No filme "Batman: O Cavaleiro das Trevas" (que deverá concorrer ao Oscar de Melhor Filme), há uma cena em que o Coringa desafia a população: se um homem não for assassinado em 16 minutos, ele irá explodir um hospital, o que gera um caos entre as pessoas que têm seus familiares naquele local. Em outro momento, desafia a sanidade de dois grandes grupos de pessoas que precisam escolher entre a sua vida e a morte do outro. Tudo para provar a sua teoria de que, para ser louco, basta um empurrãozinho. E até mesmo o mais equilbrado dos seres é capaz de mostrar o seu lado oculto, quando desprovido de sua civilidade. Ele próprio, o vilão, se declara um agente do caos, a descerrar as máscaras sociais.

Os protocolos, as finesses, as mesuras, as cortesias, enfim são meramente ilusões criadas pelo homem moderno para tornar mais pacífica a sua convivência em meio às tribos urbanas. Mas a natureza cíclica revela a verdadeira natureza psíquica do ser humano: um animal, equivocadamente chamado de homem.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Livro O Pequeno Príncipe ganha continuação

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Está sendo lançado nesta semana o livro "O Regresso do Jovem Pequeno Príncipe", que é uma continuação do famoso livro de Antoine de Saint-Exupéry. A obra foi escrita pelo escritor argentino Alejandro Roemmers, poeta premiado no país e no exterior. Ele teve a aprovação da família de Exupéry para dar continuidade à obra, respeitando o espírito de inocência e filosofia que permeia o livro original. O resultado, segundo os críticos e os próprios familiares, é que o novo livro poderia muito bem ter sido escrito pelo criador de frases célebres como "tu te tornas enternamente responsável por aquilo que cativas". O escritor francês Exupéry é muito admirado na Argentina, onde residiu entre 1929 e 1931, quando trabalhou como piloto. Os hermanos o tem como um compatriota, na verdade, até mesmo porque ele casou por lá com a artista salvadorenha Consuelo Suncin.

Eu, que sou fã do livro "O Pequeno Príncipe", estou na expectativa para ler essa continuação, que situa o jovem habitante do planeta B-612, já adolescente, surgindo na Patagônia. Faminto, ele encontra um viajante que o ajuda. Posso dizer que o livro original marcou a minha vida (e de muitas Misses Brasil). Tenho o livro e o filme, dirigido na década de 70 por Stanley Donen.

Eu, nos Melhores

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Recebi um e-mail de um amigo comentando que realmente eu dancei tal qual um urso na festa "Melhores do Ano", em Jaguari. Parece que o assunto está sendo bastante discutido na cidade. "Bei, aquele loko do Expresso. Bota dançar mal". Ok, não sou exatamente um pé-de-valsa. Me saio melhor tirando fotos. Aí, eu domino a parada, tal qual um pato nada no lago ou um urubu voa no céu (péssimas comparações, aliás). Na imagem acima, eu estava conferindo os cliques que havia feito. Eu só não estava mais elegante que o Dico, da Marx Eventos. Ainda assim, pude conversar um pouco com a Luciana Crivelaro, fiquei fã dela. Que garota linda e querida. O flagra é do meu amigaço Ânderson Taborda, que é melhor dançarino que eu. Se eu danço como um urso, ele dança lépido e faceiro como uma borboleta...

Rifa

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Comprei o número de uma rifa para ajudar não sei quem e o prêmio é uma égua encilhada (sei lá o que quer dizer isso). Não tinha intenção de ganhar (até porque nunca ganhei nada nem em jogo do osso). Ainda me disseram que o bicho é quarto de milha (será que come um quarto de milho? Estaria ferrado, não entendo dessas coisas). Mas vai que eu ganho e o que eu faria com uma égua? Bom, ali perto de casa tem uns campinhos, dá para ela ficar pastando. Vou encher bem o bucho da égua e colocá-la para disputar umas corridas lá no Jockey Club, enquanto eu fico bebericando úisque com outros aristocratas. Quem sabe a minha bichinha até ganhe do cavalo do delegado Brum. Ah, me equivoquei. Não é cavalo, é uma égua...

Para Tainã

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Hoje, 25 de novembro é o teu aniversário. Bom, não vou dizer "felicidades", não vou dizer "beijos", nem que te "admiro", nem vou dizer outros etcs. Tu sabe o quanto gosto de ti, o quanto é importante para mim. Tu é uma pessoa que, se não existisse, tinha que ser inventada. Aliás, tenho até dúvidas se tu realmente existe ou é fruto da imaginação coletiva, minha, da Paola, do Iuri, do Filipe. A gente fica, assim, imaginando uma garota amiga, inteligente, sincera, verdadeira, bem-humorada e que dá vontade de abraçar com toda a força. É, realmente, tenho dúvidas se tu existe. Tainã? Alucinação? Fantasia. Tu é incrível demais para ser de verdade. Talvez isso aconteça porque tu é de sagitário, o melhor signo do zodíaco. Quer saber? Tu é a ilusão mais fantástica que eu conheço. Te adoro!!!!!! Bjs mil!!!

Teatro em Santiago

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No próximo domingo estará sendo apresentada a peça "Sacrilégio", vencedora do Santiago Encena. A direção é de meu amigo Renato Polga, que me ligou há vários dias, com muita antecedência, me convidando para ir assistir a peça. Desta vez, não vou faltar e quero estar lá. A peça ainda conta com meu amigão Divaldo no elenco. Inicia a partir das 20h, no Centro Cultural, e os ingressos custam R$ 2,00. Em breve também, o "Clube dos Monstros", dirigido por Jones Diniz.

Texto elogiado

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Recebi um e-mail elogiando um texto que escrevi há anos. Até pouco tempo, achei que só eu gostava dele.

Leandro Iricon
"Olá Márcio, procurando escrever um ensaio sobre a solidão do mundo, buscando uma analogia com os quartos de hotel, encontrei seu texto sobre a solidão do quarto de hotel. Apesar de pequeno, sua narrativa é ótima, realmente meus parabéns pela sua forma de escrita e visão filosófica de vida.
Realmente seu texto ficou muito bom, encontrei pela primeira vez essa analogia entre o quarto de hotel e a solidão vendo um filme chamado 1408 (muito ruim por sinal) porém essa analogia ficou bem clara em minha memória desde esse filme, e quando resolvi encontrar algo sobre o tema encontrei seu texto brilhantemente escrito, algo como um texto weberianista pelos cuidados literários".
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Outros comentários:
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HLuna
"Ó, gostei do texto, mas gostei muito mais do título. Rsssss".....
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Yaclara
"hehehehehe espero que os quartos de hotel continuen te dando ispiraçoes como estas bom findi para vc"
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Juli
"Linda tarde! Reflexivo texto. janelas tb servem para nos fazer sair de nós. Para arejar-nos a alma com a esperança. Bj poesia".

O texto

Pequena crônica escrita no verso de uma embalagem de chocolate, às 3 da manhã, no quarto de um hotel em São Francisco de Assis...(a caneta era uma kilômetrica horrível que, ora soltava tinta, ora falhava...)

Quartos de hotel são solitários. Neles, as TV's se tornam a sua melhor companhia. A janela é triste e traz a saudade. Nos convida para olhar através dela, nos atraindo com a promessa de ver algo que gostaríamos de observar:uma praça, a vida lá embaixo...Mas fuja das janelas. Essa promessa é uma farsa. As janelas te atraem para que possam servir de moldura à sua triste imagem. Como uma pintura aquarelada ou uma foto de Sebastião Salgado. As janelas querem que você seja visto por quem cruza pela rua e o observe só, em sua solidão. Tudo para que pensem que você só tem a TV para lhe confortar. Afinal, quartos de hotel são solitários.
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Meu comentário
Apesar do Leandro apontar "cuidados literários", o texto foi realmente escrito no verso de uma embalagem de chocolate, sem preocupação nenhuma. Eu estava em São Francisco, participando de um evento do meu amigo Paulo Afonso, do curso de modelos. Estava hospedado no Hotel Aguiar (aquele hotelzinho que tem na frente da praça e que, quando você entra, parece que penetrou numa máquina do tempo e vai parar em 1920). Era tarde da noite, eu não tinha papel, não tinha computador e queria escrever. Só o título foi inserido depois. Na minha opinião, o título é que é o must do negócio...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Tabuleiro político

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E inicia a última semana do mês de novembro, ou seja: a partir de semana que vem entramos em dezembro, o último mês do ano. Dizer que o ano passou rápido é um clichê, mas foi o que aconteceu. Algumas perspectivas que eu tinha para 2008 se concretizaram, outras não. Outras perspectivas ficaram pelo caminho, outras ficam para o futuro e outras ainda para uma realidade alternativa ou a ser vivida na 4ª dimensão (ou Quarta Vertical, como diria Einstein).


Pois bem. A expectativa no mundo político é com relação a futura administração do prefeito Júlio Ruivo. Sempre disse por aí que ele é um político que tem uma das mais belas carreiras de nossa cidade, tendo desempenhado diversos cargos e demonstrado competência em todos eles.


Pois bem, é certo que o Ruivo promoverá mudanças no secretariado. Como gosto de jogar xadrez, eu apostaria a minha rainha que o Frederico Peixoto não irá continuar como secretário de obras. É bem possível que o novo prefeito mexa nessa peça aí do tabuleiro.


Quem ele colocaria no lugar? Eu apostaria no Fernando Nascimento, que já desempenhou a função e, na verdade, foi excelente no lugar. Mas e aí, bruxo? O Frederico sairia fora da jogada? Diria que não. Ruivo iria avançar o peão e colocá-lo numa outra casa, ou seja, talvez na Secretaria de Administração.


Tá, mas vem cá? Se o Fernando é deslocado em "L" (como o cavalo no tabuleiro de xadrez) para as Obras, quem assumiria o Planejamento? Aí, creio que Ruivo faria uma outra jogada. Pegaria o bispo Ademar Canterle e levaria para o Planejamento, colocando-o no jogo. Outras mudanças? Não arriscaria dizer, mas acho difícil que ocorram.


Mas a população tem reclamado da Secretaria de Saúde que, depois da saída de Ruivo, vem deixando a desejar. Outras secretarias poderiam ser criadas e ou desvinculadas? É possível. Falta saber que peças mexer no tabuleiro...

Dança com ursos

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Neste sábado, aconteceu mais uma edição da festa "Os Melhores do Ano-Regional", que aconteceu em Jaguari. Particularmente, gosto muito mais da festa de Jaguari do que das de Santiago. Em especial, por causa do excelente buffet da Suzana e do Tarso, ecônomos do Clube União jaguariense. A festa foi boa e pude rever alguns amigos. O ponto alto? O buffet da Suzana. O ponto baixo? Eu dançando, tal qual um urso com cãibra. A Alessandra me sacaneou: me pegou pela mão e disse "minha amiga quer dançar contigo. Vou te levar lá". E aí, meu irmão? Dizer o quê para a prenda? Eu não sei dançar, com licença? Não, seria muito mal educado da minha parte. E aí, fui dançar com a moçoila, morrendo de medo. E, claro, não podia dar outra. Ela dançava para um lado e eu dançava para o outro, me sentindo realmente um urso. Não tinha jeito. Teria sido melhor ter dispensado a dança. Acho que traumatizei a guria...
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Depois, na volta, peguei carona com o Cristian Souto, locutor da URI-FM e apresentador das festas dos Melhores do Ano. Cheguei em Santiago por volta de 3h da manhã. Era cedo, considerando que muitas pessoas ainda estavam caindo na gandaia e na bebedeira em Santiago...
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Próxima festa dos Melhores do Ano será no dia 13 de dezembro, em São Francisco de Assis. Vou, mas não vou dançar. A não ser que minha amiga Patrícia Ronsani me dê umas aulas, que ela prometeu...

Vestibular da Uninter será no dia 07. Inscrições abertas

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Na sexta-feira, participei do coquetel de lançamento da Uninter, mais uma universidade virtual que está se instalando em Santiago. Desejo muito sucesso a toda a equipe, especialmente para a minha querida amiga do coração Mari Silvana Campanher (foto ao lado), ao seu esposo Carlão e a Brisabel. A Uninter certamente vem para somar, buscando ser mais uma alternativa no ensino superior à distância. As inscrições estão abertas e o vestibular será no dia 07 de dezembro, dia do meu aniversário!
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A Uninter está junto ao prédio do Sinapse, na Bento Gonçalves 1841. Fone 3251 5257.
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Fui um dos primeiros a chegar ao coquetel, por volta de 19h. E saí de lá quase por volta das 10h, sendo um dos últimos convidados a sair de lá. O motivo? Pude matar um pouquinho da saudade de minha ex-colega e eterna amiga Mari Campanher, com quem tive o privilégio de trabalhar ao lado quando atuei na Câmara de Vereadores. A Mari é uma pessoa maravilhosa, carismática e de excelente bom humor. Excelente profissional, excelente colega, generosa, preocupada. Sempre tive a máxima confiança e apoio dela e ela é dessas pessoas que a gente leva no coração sempre. Mais do que a experiência que tive na Câmara quando trabalhei como chefe de gabinete, o mais importante foram as amizades que constitui. A Mari, a Jaqueline, Alessandra, Rose, a Clarissa, Liane, Juliano, Patrícia, Davi, Pedro, Felizardo, Augusto, Juliana e Bruna foram pessoas importantes para mim (e são) e delas absorvi um pouco mais de conhecimento, me ajudando a tentar ser um ser humano melhor.
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Aliás, a Jaqueline estará de niver nesta segunda-feira. Parabéns, querida amiga!!! Te adoro de montão e te desejo o máxima de felicidade e sonhos concretizados.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

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Santiago é uma cidade de muita criatividade. Há poetas, escritores, músicos, trovadores, jornalista, contistas, cronistas etc. No entanto, em nosso comércio, a criatividade também se faz presente na hora de batizar alguma empresa. Uma oficina mecânica pode ser chamada de "clínica de motores". Um salão de cabeleireiro vira "oficina do cabelo". Temos também vários "armazéns" de moda e "casas de carne". Não estou criticando, acho legal isso. Penso que o bom gosto (ou a falta dele) se revela muitas vezes na hora de batizar alguma obra, alguma loja, o que quer que seja. E, ainda bem que meio que se acabou um pouco da monarquia no comércio: era Rei dos Cartuchos, Rei das Chaves, Rei da Madeira, Rei da Areia, Rei da Lingüiça, Império das Chaves. Tinha rei para todos os lados.
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Criatividade mesmo vi numa revista na Casa da Paola. Um comerciante tinha batizado sua loja de "Lã House". Ele vendia lãs e linhas. Nota 10.
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Já em Santo Ângelo tem a Au Q Mia. Trata-se de uma pet shop.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Um clip lindo

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Esse é, sem dúvida, um dos mais belos clips que vi. Já conhecia algumas canções do Enigma, mas foi o Wilson Bianchini (Peter), marido da professora Marelisa Vielmo (que foi minha profe quando estudava no Cristóvão Pereira), quem me apresentou ao DVD do grupo que é simplesmente fantástico. Essa música chama Return to Innocence (Retorno a Inocência). O casamento da canção com as imagens é simplesmente emocionante e a forma como foi concebido o clip é bastante original. Compartilho com os visitantes deste blog e o deixo guardado por aqui para lembrar que tanto gosto dele.

Vestindo a camiseta da

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Nesta quarta-feira, eu e meu colega Denilson Cortes estivemos visitando a URI, onde pudemos bater um papo com o diretor Clóvis Brum. A missão era de fazer uma foto dele para uma entrevista que vai sair no jornal, sexta-feira. Pena que o Clóvis não aceitou a minha proposta de fazer a foto de cima da caixa d’água da URI. E o pior é que eu tava falando sério mesmo (eu sou loko). O Denilson eu sei que não subiria lá mesmo (ele não sobe num banquinho, com medo de altura). Mas, enfim, depois da conversa, posamos para uma foto com as camisetas divulgativas do Vestibular de Verão, que aconterá agora em dezembro. Com satisfação vesti a camiseta da URI que, afinal, é uma instituição que reúne milhares de pessoas e apresenta grande retorno social para Santiago. E é onde trabalham tantos amigos e e estudam pessoas queridas e importantes para mim.
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PS: Aos amigos da Unopar, por favor não fiquem chateados com o Denilson Cortes, que é acadêmico desta honrosa instituição. Ele só posou na foto por insistência minha. Eheheh.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Watchmen

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Trailer legendado do filme Watchmen. Adaptação da mais celebrada Graphic Novel de todos os tempos. Será lançado em março de 2009.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Nada sei

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O poeta Oracy Dornelles costuma dizer que é muito melhor conversar com um burro do que com um ignorante. O burro não sabe e pode aprender, já o ignorante não quer aprender, pois pensa que tudo sabe. Se há uma característica que me irrita nas pessoas é justamente a ignorância. Outra é o fanatismo de qualquer tipo: religioso, político etc. E, na verdade, o fanatismo caminha ao lado da ignorância. Não gosto de conviver com pessoas ignorantes e me aparto delas. Elas ficam lá e eu fico cá. Não dá para ter diálogo com ignorantes, pessoas que acreditam que tudo sabem e tudo podem e para tudo tem resposta e a sua verdade é absoluta, mesmo ignorando a multiplicidade de pensamentos, culturas, filosofias etc. Sinceramente, não consigo conceber na minha cabeça a idéia de que alguém possa achar que tenha resposta para tudo, que saiba tudo, que compreenda tudo. Parafraseando Sócrates, eu tenho a compreensão de que nada sei e quanto mais procuro saber só descubro que sei menos do que penso. E aí está a beleza da vida: descobrir-se ao mesmo tempo insignificante e ao mesmo tempo infinito. Alguém pode dizer o que é Deus? Eu digo, alguém pode dar uma resposta definitiva sobre o que é Deus? De que forma foi concebido o universo? Para que existem as estrelas? Existe vida em outros planetas? Existe espírito? Quem construiu as pirâmides? Qual o propósito da existência? Existe justiça divina? Existe a Lei do Carma e do Darma? Existe a lei do Ascenso e do Descenso? Existe vida inteligente fora da terra? Existe vida inteligente na terra? O que é a Verdade?
Enfim: o ignorante é aquele que ignora qualquer uma dessas questões e muitas outras e procura responder a qualquer coisa usando do materialismo e aplicando as suas verdades absolutas. Absolutamente ignorantes.
Eu? Só sei que nada sei.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Ladrões por um dia

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O crime não compensa. Na manhã desta sexta-feira, mesmo morrendo de sono, havia planejado assaltar o caixa-eletrônico de um banco, junto com os companheiros Sandro e Cassal. E fomos, prontos para lucrar uns vinte mil reais no mínimo. No entanto, a ação da Brigada Militar acabou frustrando os nossos planos. Fomos descobertos e presos.

Voltando a fita: tive a satisfação de ter sido convidado pelo capitão Flávio para participar de um treinamento dos novos policiais da Brigada Militar, onde o Cassal, o Sandro e eu nos revezamos como ladrões assaltando uma agência bancária. Os políciais chegavam e faziam a sua abordagem, utilizando das técnicas e mostrando o eficiente treinamento que a polícia possui. Foi uma oportunidade única de conhecer de perto o trabalho de nossos agentes da segurança e perceber o bom trabalho que desempenham.


Passei a manhã toda com os policiais, conversando sobre o seu cotidiano e os perigos que enfrentam. Depois, fui convidado a desfrutar de um saboroso almoço: arroz com galinha, pão e salada. Essa oportunidade de estar junto aos brigadianos me permitiu estreitar laços de amizade e reconhecer a importância de seu trabalho.

Para os policiais, o treinamento do qual participei foi encarado com muita seriedade e profissionalismo. Para mim, foi uma oportunidade de lembrar de uma brincadeira que muito preencheu as tardes de minha infância: brincar de polícia e ladrão.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Tô com pregui....

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Olha...até tav...a fim de escrev...algumas cois...mas é que eu não sei escrev...pouquinh...e aí, tem que dar umas duas, três raciocinadas...e hoje eu tô com pregui...
Volte outra hor...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Pequenas coisas legais

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Filósofos de todos os tempos e de todos os tipos já fizeram as suas considerações a respeito da vida, da importância do viver, do aprender etc e tal. Inevitalmente, muitos iniciam com a frase "a vida é..." e seguem o seu raciocínio. Para uns, a vida é bela. Para outros, nem tanto. Verdade seja dita: maior perda de tempo é você ler um texto de alguém falando sobre o que é a vida. Quer saber como é? Vá viver a sua, ora. O que importa um sujeito que viveu 300 anos antes de ti dizer que a vida é assim ou assada? Portanto, tire os olhos desse texto aqui e vá caminhar descalço na grama: esse é um texto sobre a vida, mesmo que não inicie com a "a vida é" e muito menos seja escrito por um filósofo. A vida é uma questão de ponto de vista, o meu, o teu, o do cachorro do vizinho. E cada um tem a sua verdade, a sua história, as suas necessidades, sonhos, desejos, opção sexual, pensamentos, raciocínios. E todos devem ser respeitados por isso. Viva e deixe viver. Cada um na sua, mas com alguma coisa em comum. Abaixo as discriminações, perseguições e censuras.

Cada um tem o seu ângulo e sua maneira de ser e de encarar o mundo que está aí fora, longe desse mouse e dessa tela de computador. Ok, eles também fazem parte do pacote. Viver, para mim, se resume em fazer o que eu gosto. E fazer o que eu gosto se resume em vivenciar pequenas coisas legais. Tipo: acordar de manhã cedo, sem ser apressado, abraçando o travesseiro, revirando de um lado e de outro, ensaiando levantar e ficando por ali. Até que, resolvo levantar. Tomo uma xícara de café, penso em assistir um filme, dou uma revirada nos meus DVDs. Resolvo ler alguma revista ou livro.

Ligo o computador, escrevo algum texto bobo (como esse agora, que tu está lendo). Até prefiro escrever textos bobos, do que pretensiosos. Já escrevi muitos assim, me achando (palhaço, metido, arrogante, besta quadrada, nulidade), mostrando que sei escrever, me aparecendo. Parei com isso, até porque blog não é para isso. Prefiro falar sobre a minha vidinha à toa e suas idiossincrasias (gosto dessa palavra).

A vida ainda me permite ouvir músicas no MP3 (que eu gosto de Shakira, todos sabem. Mas ultimamente tenho gostado também do Trans Siberian Orchestra). Resolvo deitar no sofá e minha gata branca sobe por cima, me enchendo de pêlos. É óbvio que não brigo por ela demonstrar a sua afeição, mesmo assim, lamento estragar a minha camisa preta. Pequenas coisas.

O primeiro site que acesso todos os dias é Omelete. Um site sobre cinema, quadrinhos, séries de TV, videogame e música. Gosto de saber primeiro das notícias inúteis para muitos. Minha preferência é pela mídia de entretenimento. (Depois é que, pela obrigação, fico sabendo do que acontece no mundo. Mas não gosto e não leio notícias sobre crime, violência ou morte. Não tenho curiosidade, não quero saber). Depois é que vejo e-mails, blogs etc. Aos findi, jogar videogame no Sidi é compromisso. Jogar futsal com a gurizada no domingo também. Pequenas coisas.

Pegar um filme na locadora do Miguel às vezes, conversar no MSN é legal. Acessar chat, nunca gostei! Orkut já virou chatice, Big Brother alheio. Comer ovo frito com a borda levemente tostada e a gema bem molinha, só com uma clarazinha por cima. Pizza. Revistas em quadrinhos. Amigos. Música. Baixar filmes que não se acha em nenhuma locadora. Net. Fazer fotografia. Passeio. Idiossincrasias. Alienado? Um pouco! É que, querer mudar o mundo deixou de ser uma pretensão e não ter o poder de fazer alguma coisa me deprime, assim como me deprime a ignorância, o fanatismo e o egoísmo. Assim, procuro distrair minha mente com pequenas futilidades, abraçando a minha própria insignificância. Minha alegria é feita só de pequenas coisas. Mas que são legais.

Uninter inaugura em Santiago. Vestibular no dia 07

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Na sexta-feira, participei do coquetel de lançamento da Uninter, mais uma universidade virtual que está se instalando em Santiago. Desejo muito sucesso a toda a equipe, especialmente para a minha querida amiga do coração Mari Silvana Campanher (foto ao lado), ao seu esposo Carlão e a Brisabel. A Uninter certamente vem para somar, buscando ser mais uma alternativa no ensino superior à distância. As inscrições estão abertas e o vestibular será no dia 07 de dezembro, dia do meu aniversário!
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A Uninter está junto ao prédio do Sinapse, na Bento Gonçalves 1841. Fone 3251 5257.
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Fui um dos primeiros a chegar ao coquetel, por volta de 19h. E saí de lá quase por volta das 10h, sendo um dos últimos convidados a sair de lá. O motivo? Pude matar um pouquinho da saudade de minha ex-colega e eterna amiga Mari Campanher, com quem tive o privilégio de trabalhar ao lado quando atuei na Câmara de Vereadores. A Mari é uma pessoa maravilhosa, carismática e de excelente bom humor. Excelente profissional, excelente colega, generosa, preocupada. Sempre tive a máxima confiança e apoio dela e ela é dessas pessoas que a gente leva no coração sempre. Mais do que a experiência que tive na Câmara quando trabalhei como chefe de gabinete, o mais importante foram as amizades que constitui. A Mari, a Jaqueline, Alessandra, Rose, a Clarissa, Liane, Juliano, Patrícia, Davi, Pedro, Felizardo, Augusto, Juliana e Bruna foram pessoas importantes para mim (e são) e delas absorvi um pouco mais de conhecimento, me ajudando a tentar ser um ser humano melhor.
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Aliás, a Jaqueline estará de niver na próxima terça-feira.

Controvérsias e luzes

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A liberdade de expressão é, sem dúvida, uma conquista da democracia. Todos temos a possibilidade grandiosa de manifestar a nossa opinião acerca dos fatos que consideramos e vivenciamos, sendo participantes na construção de uma sociedade melhor através do confrontamento de idéias.

Foi, senão, em função da liberdade de expressão que gerações anteriores lutaram, foram às ruas, bradaram suas vozes ou tiveram caladas as suas vozes por ditaduras e ditadores. É graças a liberdade de expressão que temos a possibilidade de eleger os nossos representantes políticos.

E é, enfim, em nome da liberdade de expressão que todos temos o direito e o dever de revelar a nossa forma de pensar. Não há -graças a Deus, Alah, o Arquiteto do Universo ou o Coelhinho da Páscoa- uma cartilha que nos diga que temos de pensar todos tais e quais desta ou daquela forma pré-estabelecida. Afinal, se eu quero e você quer tomar banho de chapéu, ou esperar Papai Noel ou discutir Carlos Cardel, então vá! Faz o que tu queres pois é tudo da lei!

Portanto, me aparto de discussões desta ou daquela natureza no sentido de dizer que as coisas devem ser assim ou assado. Defendo a liberdade de escolha, a liberdade de expressão, a liberdade de pensamento, a liberdade de gostar do que eu escrevo ou de odiar. De dizer que é bom ou de dizer que não presta, que não vale um vintém. Defendo a liberdade para que as pessoas gostem de mim ou me chamem de bundão. Assim, como também espero ter garantido, como cidadão, o direito de manifestar sobre o que eu considere certo ou errado ou sobre aquilo que eu deseje elogiar, criticar etc. E o leitor poderá também colocar-se contra ou a favor ou ficar na sua. Seja o que for. É essa a beleza de nossa sociedade brasileira: o confrontamento de idéias e ideais.

Pois, como diria o grande e democrático artista Nenito Sarturi "é das controvérsias que brotam as luzes", né, Nenito?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Polícia e ladrão

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Não é todo dia que você recebe o convite para assaltar um banco. Bem, nesta terça-feira eu recebi. E o pior: aceitei o convite. Já está tudo arquitetado e na próxima sexta-feira, vou me tornar um criminoso, um fora-da-lei, um bandido da mais alta periculosidade, capaz de matar só com o olhar. O interessante é que o convite partiu da própria Brigada Militar. Esclarecendo: os policiais farão um treinamento, avaliando as suas técnicas e me convidaram para participar na condição de assaltante (tô bem conceituado, né Cassal?). Eu, que já fui bombeiro por um dia, agora serei assaltante de banco por um dia. Mas enfim, empregarei meu intelecto para me transformar na maior mente criminosa de todos os tempos. Quero ver a polícia me pegar.

Ou seja: sexta-feira vou relembrar os meus tempos de criança e brincar de polícia e ladrão. Com a polícia.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A cordialidade marcou a Feira do Livro

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E terminou a Feira do Livro, em Santiago. Durante os quatro dias, a praça Moisés Viana tornou-se um cenário de muita cultura e encontro de amigos. Ao contrário da previsão que eu havia feito- de participar dos quatro dias da feira- acabei não indo no domingo. O motivo: sábado participei de um jogo de futebol que aconteceu nos Bombeiros. O forte sol da manhã me queimou horrores (não tinha passado protetor solar, nada) e acho que peguei uma insolação. No domingo, me ardia as costas, os braços e o pescoço. Mas deixa para lá.
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A feira do livro foi muito bacana. Vários livros foram lançados. Vários autores autografaram as suas obras. E várias atrações marcaram o evento. Em especial, Ayda Bochi Brum fez o seu debut literário com a publicação de seu primeiro livro, na categoria de Poesia dentro da coleção Santiago do Boqueirão, seus Poetas Quem São? A fila para conseguir um autógrafo da Ayda foi imensa, dado o prestígio e o carisma que ela possui. A foto acima, que ilustra essa postagem, foi feita a pedido de minha querida Rosane Vontobel: trata-se do presidente da Câmara, Nelson Abreu, ao lado de dona Ayda. Abreu é o autor da lei que criou o título de "Santiago, Terra dos Poetas".
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Tive a oportunidade de dividir um banco da praça e conversar uma meia hora com a dona Ayda, que me falou sobre a emoção de ver sua obra publicada (ela tem muitas poesias e textos produzidos), e foi muito sincera ao comentar sobre seus projetos futuros, os quais lhe desejo toda a sorte.
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Durante a feira também tive a oportunidade de conversar com vários amigos, como o seu Oracy Dornelles, o Froilan Oliveira, a Lígia Rosso, a Cristiéli Lanes Garcez, a Erilaine Perez, o Ery Rodrigues, o Clóvis Brum, o Ânderson Taborda, a profe Geisa, a Rejane Vontobel, o Rodrigo Smolareck (que inteligência), a Elenice Gindri, o Rafael Nemitz, o Nelson Abreu, o Rogério Madrid, a Adriana Madrid, a Narlei Gindri, o professor Auri Sudati, o Sadi Machado (hilário) e muitas outras pessoas amigas, educadas, diplomáticas e inteligentes. Isso sem contar aquelas pessoas que pude cumprimentar e dizer um breve "oi, como vai, tudo bem"? Sem dúvida, o melhor da feira do livro foi poder compartilhar da cordialidade e da amizade de pessoas tão agradáveis de se estar perto.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Visita na escola Sílvio Aquino

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Na manhã desta sexta-feira tive a satisfação de passar algumas horas ao lado dos alunos e professores da escola Sílvio Aquino, onde estudei quando criança. Essa escola municipal sempre foi orgulho para mim e certamente faz parte de ótimas lembranças de minha vida. Foi onde aprendi a ler e escrever e onde desenvolvi o gosto pela leitura e escrita de maneira profissional. A culpada chama-se Sofia Lopes Brum, minha professora do coração. Além dela, tive a oportunidade de rever (e sair numa foto) ao lado de outras ex-professoras e eternas amigas: Ana Brasil, Elizete Fontana, Maria Alice, Gislaine, Ariadne, Silvana, Cristina e outras profes novas da escola. Foi muito bom ter estado lá e conversado com os alunos da oitava série, atendendo gentil convite da diretora Ariadne e da profe Sofia.


Além de falar um pouquinho sobre literatura e sobre os contos que escrevo, também aproveitei para falar das bolinhas de papel mascado que eu e outros colegas produzíamos e jogávamos nos quadros e paredes para anojar os professores, tachinhas nas cadeiras, táticas para colar e outras coisinhas que ensinei para eles. E aprendi uma: colocar Tenaz nas pás dos ventiladores. Quando a professora chega e liga o ventilador salta cola para todo o lado. Essa eu não conhecia. É porque, no tempo em que estudava lá, não tínhamos ventilador.

Para entrar um ar na sala só se abríssemos uma flesta na janela. Ou melhor, fresta. Eheheh.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Feira do Livro! Oba!!!!!

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Iniciou nesta quinta-feira, a 11ª Feira do Livro e a 5ª Festa das Origens, que acontece em conjunto. Ambos os eventos estão acontecendo na praça central de Santiago e estão atraindo a atenção do público. A feira está bem organizada, com diversos estandes, praça de alimentação e palco para shows. Visitei a feira e pude conversar com algumas pessoas amigas. Primeiro, com a maravilhosa Rosane Vontobel Rodrigues, que eu amo e admiro e que é mãe de meu amigo-irmão Rodrigo Vontobel. Também conversei com o seu Ery, com o Oracy Dornelles e com a minha amada professora do coração Sofia Lopes Brum, quem muito me incentivava a escrever. (E amanhã estarei dando uma pequena palestra, se é que dá para chamar assim, para alunos da escola Sílvio Aquino. Bem dizer, meus próprios colegas da escola onde estudei).


Joguei um pouco de conversa fora com a Denise Cardoso, secretária de Educação e a parabenizei pelo investimento na estrutura da feira. Também pude conversar um pouco com a Erilaine Perez, que eu considero tudo de bom. Uma pessoa simpatíssima, inteligente, mente aberta e, não tenho dúvidas, a melhor escritora já surgida nessa Terra dos Poetas que é Santiago. Ah, claro: também aproveitei para paparicar um pouco a minha musa: a dona Therezinha Lucas Tusi, avó de meu amigo Alberto Ritter, por quem tenho a máxima admiração. Que ser humano fantástico ela é. Que poeta maravilhosa.


Mais tarde pretendo voltar à feira. E amanhã. E sábado. E domingo. Feira do Livro na praça é cultura para todos.




(Nas fotos, posei ao lado da dona Therezinha Tusi e de amigas do curso de Letras da URI)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Hospital e Feira do Livro

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Gostei de ver que a dupla Bruno e Marrone gravou uma chamada para rádio e RBS TV pedindo para a comunidade apoiar o Hospital de Caridade de Santiago. Acostumados a cachês milionários, os cantores gravaram as vinhetas de graça, sem cobrar nada do HCS. Bacana a iniciativa deles, achei legal. O mérito é do Ruderson Mesquita, administrador do Hospital, que convenceu os cantores com uma boa conversa ao pé do ouvido. É como dizem: conversando as pessoas se entendem. Agora, mais do que a figura dos cantores na propaganda, a mensagem é que é importante, a de colaborar com o hospital. Hoje, Santiago pouco deve aos grandes centros, estando com uma instituição muito bem equipada e preparada para fazer todo o tipo de intervenções. Desde cirurgias complexas até as plásticas. Em breve, o Hospital também terá uma UTI e o seu centro de hemodiálise. Só esses investimentos todos já justificariam da população priorizar o HCS na hora de fazer exames (ao invés de buscarem outros centros ou clínicas particulares, cujos donos investem mais em bois do que em seres humanos), permanecendo em Santiago. Mas existem outras questões: o atendimento dedicado que é prestado por todos os profissionais da instituição. O HCS hoje em dia tem um clima de otimismo, bom astral. Ou seja, perdeu aquela coisa de "cara de hospital", clima deprê. E até ganhou um salão de beleza interno dia desses, cuja idéia é justamente melhorar a estima de seus pacientes antes deles retornarem aos seus lares. Além disso tudo, o HCS tem o retorno social. São mais de 250 funcionários, 250 famílias que tiram seu sustento da instituição. Ou seja, colaborar com o Hospital é realmente precisar dele, confiar nele, investir nele. E que bom saber que temos lá uma equipe tão bem preparada, sob a direção do Ruderson, da doutora Sônia Nicola, do seu Sagrillo.
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"Tá fazendo propaganda do hospital, né"? Alguém pode dizer após ler essas minhas palavras. E o que eu diria? É claro que estou. Se até o Bruno e Marrone abrem mão do cachê para apoiar a nossa instituição, que é de todos os santiaguenses, como poderia eu não colaborar, no mínimo, com algumas poucas palavras elogiosas? Tenho certeza de que o Hospital de Caridade de Santiago é um orgulho para todos nós. Para mim, é.
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Feira do livro
Inicia nesta quinta, 06, a 11ª Feira do Livro de Santiago, que é promovida pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Passei pela praça e vi o pessoal empenhado em montar a estruutra dos estandes e shows. A exemplo dos últimos anos, é certo que a Feira do Livro será um sucesso. Afinal, nós que somos a Terra dos Poetas precisamos de uma feira cada vez mais forte e consolidada. Entre as várias atrações, estou curioso com o lançamento dos novos livros da coleção Santiago do Boqueirão, seus Poetas quem são? Cujos homenageados desta feita são Ayda Bochi Brum e Caio Fernando Abreu. O projeto da Rosane Vontobel e acadêmicos do curso de Letras é, tenho certeza, o maior projeto cultural já criado em toda a nossa região.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A foto do Taborda

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Eu adoro fotografia. Aliás, amo fotografia. Há algum tempo, até planejei de ter um estúdio e trabalhar profissionalmente com isso. Só que foi uma coisa que ficou para trás, quando fui passado para trás, há um tempo atrás. Hoje em dia, pouco tenho fotografado, apesar de amar essa arte e, afinal, ser que nem andar de bicicleta. Uma vez que se aprende não se esquece mais.

Mas, como diz o meu amigo Ovídio Fiorenza, fotografia não precisa de curso, precisa de prática. E está aí o meu colega Ânderson Taborda, por quem tenho o máximo carinho e admiração, fazendo fotos que são obras de arte. Gostei dessa que aí publico, que ele tirou em uma visita ao cemitério municipal. A foto ficou com um estilo gótico que poderia, perfeitamente, servir de inspiração para alguma cena em algum filme do Tim Burton ou mesmo inseri-la em algum clip do Evanescense. Postei porque gostei da foto. Agora, essa coisa de finados, visitar cemitério etc, longe de mim.

Respeito quem gosta, mas não vou em cemitério. Na verdade, o cemitério é algo realmente pré-histórico e que, na era da tecnologia, já deveria ter sido banido da sociedade. Essa coisa de caixão, túmulo, jazigo deveria ser extinta. Uma, porque prejudica o meio ambiente. E outra porque, ora, é algo realmente deprimente o cemitério.
Nossa cidade deveria e poderia comportar um crematório regional e assim em todas regiões ou grandes cidades. Seria uma solução mais limpa, organizada e políticamente correta. Claro, inúmeras pessoas seriam contra. Mas é um caso de evolução social, de dar um passo à frente, de aceitar o futuro e compreender que cemitério é uma coisa beeem do passado.

Errata- Escrevi errado o nome da banda Evanecense! Mas deixei o erro acima, porque foi comentado sobre ele.

Errata da Errata- Tá bom: é Evanescence!

Divagando à toa

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Me perguntaram sobre eu estar diagramando um livro, conforme escrevi no blog que o faria. Em princípio, devo dizer que não é nada demais. Será apenas uma compilação de algumas dezenas de contos e crônicas que publiquei no jornal Expresso Ilustrado. Sempre as publiquei com intuito de lançar um livro a hora que tivesse um bom acervo. Os contos estão quase todos interligados, criando uma história fragmentada de vários personagens. Como as colunas foram publicadas de forma aleatória, o leitor não percebe esse recurso que ficará mais visível com a reunião de todas elas.
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Mas enfim, o livro não será nada demais, não pretende mudar a vida de ninguém e nem eu pretendo que alguém se inspire em qualquer coisa. Será apenas uma amálgama de contos que escrevi aí e que alguns gostam, outros detestam. Enfim, não se agrada a todos e democracia é isso aí.
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Aliás, estou comentando sobre o livro agora e talvez volte a falar alguma coisinha sobre ele depois e deu. Acho que a obra, se for boa ou ruim, vai falar por si e não serei eu que vou ficar argumentando. O leitor, sim, é que pode opinar. Sou daquela teoria do Nelson Rodrigues de que "escritor não fala, só escreve". Portanto, a pessoa menos indicada a falar de minha forma de escrever sou eu.
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De qualquer sorte, fui convidado para estar na escola Sílvio Aquino na próxima sexta-feira, para um bate-papo com os alunos sobre cultura e literatura. Tenho certeza de que, em Santiago, há pelo menos uma dúzia de pessoas muito mais aptas a falar sobre esse assunto. Sei que fui escolhido porque estudei lá e tenho grande carinho pela escola. E, enfim, é um tema que me agrada, pois acredito na cultura como instrumento de transformação social. A ligação da professora Ariadne me encheu de alegria.
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Também tive a simpatia dos editores do jornal literário Letras Santiaguenses (em especial, o meu amigo Zé Lir Madalosso) de me tornar-me o próximo homenageado de capa, na edição que será lançada em dezembro. Para mim, uma satisfação e tanto, já que publiquei minhas primeiras crônicas (e até umas poesias bem malfeitas) no Letras Santiaguenses. O lançamento do jornal acontece no evento de aniversário do Centro Cultural.
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Encontrei a professora Enadir Vielmo, de quem sou amigo há uns 12 anos, e ela ficou super-contente e me parabenizando com o lance do Letras. Não vou negar: eu também fiquei feliz. Aliás, confesso que isso é até parte da realização de um sonho. Acho legal esse reconhecimento todo, como ter sido homenageado pelo curso de Letras da URI e a monografia da Cristiéli. Só que, ao mesmo tempo eu penso que há tanta gente boa e há muito mais tempo na estrada do que eu e que merecia mais esse tipo de reconhecimento. Outro que ficou feliz por mim foi o Jones Diniz, meu amigão de muitos anos. Aliás, o Jones é meu maior ídolo na área profissional. Exemplo de ética e respeito ao ser humano.
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Acho tão estranho ouvir dizerem "o escritor", quando se referem a mim. Não me sinto "escritor", "autor", essas coisas. Não tenho aspirações de ser seguido, admirado, elogiado etc. Nada disso. Só o que eu queria era ser um sinalzinho de + (mais), entende? Eu só quero poder somar. Jamais gostaria de ser um sinalzinho de - (menos). Talvez seja pretensão minha essa Matemática, mas era só isso que eu queria: de contribuir com uma sociedade melhor.
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Vou parar de escrever. Já nem sei o que estou dizendo. Quando começo a escrever ao léu, fico divagando à toa...

sábado, 1 de novembro de 2008

Previsão de um findi normal

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Meu sábado iniciou quando eu abri os olhos nessa manhã. Meio dormindo levantei, à procura de uma camiseta. Bati o joelho no sofá filho-da-mãe. Antes de sair do quarto, me olhei no espelho. Meu cabelo estava desarrumado de um jeito fantástico, estilo Wolverine. Se tivesse uma câmera teria tirado uma foto. Minha cara estava torta e dava para ver um remelinha debaixo dos olhos. Depois do banho, renovado, bebi um pouco de café. Assim como a Lorelai Gilmore, eu só funciono depois de uma xícara de café.
Saí para a rua e encontrei o Leugimar, um amigo que trabalha na Compugraph. Jogamos um pouco de conversa fora, falando sobre redes de internet. Caminhei mais meia quadra e encontrei o Luis, presidente do PT, falamos um pouquinho do resultado das eleições, quem errou, quem acertou. Enfim. Chego na locadora do Miguel que, como sempre, me atende com aquela simpatia que lhe é peculiar. Sou cliente do Miguel desde que ele abriu a locadora, ainda em 1998, quando eu costumava matar aula ali do Cristóvão e ir na locadora pegar um filme. Depois, voltava para o Cristóvão e, junto com o Cristiano e o Éverton, pegávamos a chave da sala de vídeos com a Flori e íamos assistir. Lá no Cristóvão assistimos Independece Day, Gênio Indomável, A Última Ameaça e vários outros. Fazer o quê? Nenhum de nós tinha vídeo em casa. Era um artigo raro.
Pois bem. Lá no Miguel, peguei Harry Potter (sou fã do bruxinho, fazer o quê?), O Amor Não tem Regras (sou fã do George Clooney, fazer o que?) e Wood e Sotck. Ah, sim. Também um do Papa Léguas (sou fã do Coiote). Conversamos sobre filmes, o Miguel e eu. Depois, rumo para o jornal pegar o meu notebook. Dei uma olhada nos meus e-mails, acessei o blog do Júlio Prates e dei uma pokeada no César Dors (faca, ele diria). Ah, sim. Comentei com o Éverton sobre uns projetos que estou me envolvendo. Neste findi, pretendo ficar diagramando o meu livro, que reúne contos e crônicas já publicados e outros que não foram publicados, por serem maiores que o espaço que tenho na coluna do jornal. E não gosto muito de usar esse artifício de publicar em tantas partes. Para mim é cansativo, que dirá para o leitor. De resto, meu final de semana será normal. Vou jogar videogame no Sidi (temos que virar o jogo da Liga da Justiça, no Playsation 2). Vou jogar futsal com a gurizada. Já estou sabendo que vai chover de balde (literalmente) e a nossa quadra estará potencialmente perigosa. Vou dar banho no meu cachorro e retirar-lhe alguns carrapatos e ver se não tem nenhum berno para espremer. Aqueles bichos são uns filhos da puta mesmo...