quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Para o blog não ficar tão desatualizado...

Eu fora desse blog desatualizado. Simplesmente não tenho encontrado ou tempo ou ânimo para atualizar está página, já que ando meio broxa (no sentido figurado). Não tenho dormido direito e quando tento dormir, toca o telefone. Aí, o que eu faço? Desligo a invençãozinha do demônio. Na segunda-feira, fiquei escrevendo o protocolo da festa Melhores do Ano que o Expresso Ilustrado vai promover sábado em São Francisco de Assis. Parece algo simples elaborar um protocolo, mas experimente escrever dezenas de textos sobre empresas e profissionais sem ser repetido e tendo que escrever uma coisa diferente sobre cada um delas. Nossa senhora da querupita, é uma coisa que engole meus neurônios. Há anos sou eu que elaboro esses textos de protocolo e tal. Já tenho uma certa prática aí, mas não gosto de me repetir e aí, fica um conflito. Uns textos eu acho bons, outros nem tanto. Aí, vou apagando uns, reescrevendo outros. É uma briga interna. Pois bem, enquanto muitos aproveitavam o feriado, lá estava eu tomando um baile com esses textos. Já na terça-feira, tive de acordar por volta de 5h15 da manhã (isso mesmo, 5h15min da manhã, numa noite em que demoreeeei para pegar no sono), para pegar o ônibus pinga-pinga-pinga-pinga-piiinga que iria para Santa Maria. Mas meu destino era Jaguari, onde iria encontrar a Elisana para ir com ela até Mata, uma cidade acolhedora e tal. Lá, exaustivamente percorremos diversos setores da prefeitura a fim de coletar material para um trabalho. Não fosse o dinamismo da secretária Andréia Caffaro, de Turismo, eu sairia de Mata achando que aquela prefeitura era ocupada só por baiaaaanos. Sabe, né? Aquela coisa "devagar quase paraaaaaando". Teve uma secretária municipal que chegou a dizer que não sabia nada, simplesmente nada, a respeito de um complexo esportivo que está para ser inaugurado. "Eu só assino os papéis", justificou ela. Entendeu? Ela não sabia dizer n-a-d-a sobre um complexo esportivo. Só em ouvir essa conjunção de palavrinhas qualquer idiota é capaz de ter uma vaga idéia do que seja. Até eu coooonsigo...
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O dinheiro é uma coisa interessante, né? Cria um fascínio em tanta gente. Tem gente que morre por dinheiro. Outros matam. E há outros que tem ciúme de um maço de papel. Não que eu seja uma pessoa desprovida de ciúmes. Eu tenho lá os meus. Tenho ciúme, por exemplo, do Brad Pitt, que é casado com a Angelina Jolie...
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Na sexta-feira passada tive a grata satisfação de ter sido o homenageado de capa do jornal literário Letras Santiaguenses. Vou confessar: era meio que um sonho meu ser capa do Letras. Apesar de ser amigo do Zé Lir Madalosso e do Auri Sudati há muitos e muitos e muitos anos, eu nunca "me convidei" para ser capa do Letras. Eu aguardava paciente o dia em que tal desejo pudesse materializar-se, demonstrando que a minha escrita tivesse encontrado mais ou menos um rumo. A publicação me enche de satisfação, mas redobra o meu compromisso de escrever mais e superar as minhas muitas limitações.
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Costumo chamar o meu ego de cachorro. E costumo também dizer que eu procuro mantê-lo sempre na corrente. Afinal, um escritor com ego torna-se uma nulidade. Mas recebi um elogio que fez com que meu cusco ególatra se soltasse da corrente e ficasse correndo atrás do próprio rabo: o dr. Maximiliano Stacowski, que não é e nem precisa puxar o saco de ninguém, disse que leu a minha coluna da última edição do Expresso pelo menos umas duas vezes, de tanto que tinha gostado. E ainda passou a recomendar a leitura para outras pessoas. A sua esposa, que estava ao lado, confirmou a informação. "É verdade. Eu mesma também li e gostei". Não tem como o meu ego não ficar latindo depois dessa. Uau-au
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Não consegui. Simplesmente ainda não consegui parar e responder os scrapps que recebi no Orkut em função do meu aniversário. Quero responder a todos e agradecer pela lembrança de tantas pessoas queridas.

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