segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A cordialidade marcou a Feira do Livro


E terminou a Feira do Livro, em Santiago. Durante os quatro dias, a praça Moisés Viana tornou-se um cenário de muita cultura e encontro de amigos. Ao contrário da previsão que eu havia feito- de participar dos quatro dias da feira- acabei não indo no domingo. O motivo: sábado participei de um jogo de futebol que aconteceu nos Bombeiros. O forte sol da manhã me queimou horrores (não tinha passado protetor solar, nada) e acho que peguei uma insolação. No domingo, me ardia as costas, os braços e o pescoço. Mas deixa para lá.
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A feira do livro foi muito bacana. Vários livros foram lançados. Vários autores autografaram as suas obras. E várias atrações marcaram o evento. Em especial, Ayda Bochi Brum fez o seu debut literário com a publicação de seu primeiro livro, na categoria de Poesia dentro da coleção Santiago do Boqueirão, seus Poetas Quem São? A fila para conseguir um autógrafo da Ayda foi imensa, dado o prestígio e o carisma que ela possui. A foto acima, que ilustra essa postagem, foi feita a pedido de minha querida Rosane Vontobel: trata-se do presidente da Câmara, Nelson Abreu, ao lado de dona Ayda. Abreu é o autor da lei que criou o título de "Santiago, Terra dos Poetas".
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Tive a oportunidade de dividir um banco da praça e conversar uma meia hora com a dona Ayda, que me falou sobre a emoção de ver sua obra publicada (ela tem muitas poesias e textos produzidos), e foi muito sincera ao comentar sobre seus projetos futuros, os quais lhe desejo toda a sorte.
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Durante a feira também tive a oportunidade de conversar com vários amigos, como o seu Oracy Dornelles, o Froilan Oliveira, a Lígia Rosso, a Cristiéli Lanes Garcez, a Erilaine Perez, o Ery Rodrigues, o Clóvis Brum, o Ânderson Taborda, a profe Geisa, a Rejane Vontobel, o Rodrigo Smolareck (que inteligência), a Elenice Gindri, o Rafael Nemitz, o Nelson Abreu, o Rogério Madrid, a Adriana Madrid, a Narlei Gindri, o professor Auri Sudati, o Sadi Machado (hilário) e muitas outras pessoas amigas, educadas, diplomáticas e inteligentes. Isso sem contar aquelas pessoas que pude cumprimentar e dizer um breve "oi, como vai, tudo bem"? Sem dúvida, o melhor da feira do livro foi poder compartilhar da cordialidade e da amizade de pessoas tão agradáveis de se estar perto.

4 comentários:

Júlio César de Lima Prates disse...

Cordialidade ou cinismo?

Froilam de Oliveira disse...

MÁRCIO
Ontem postei algo parecido. Relacionei todas as pessoas que havia encontrado na feira (inclusive esse amigo).
Depois de uma hora no blog,
exclui. Uma das razões foi´
para evitar comentários
do tipo acima.
Abç
Froilam

Anônimo disse...

Márcio, concordo contigo, realmente existiu muita cordialidade entre o povo santiaguense durante a feira do livro. É de causar ojerisa alguém falar em cinismo, mas claro, não se pode esquecer que quem age e cultiva esta característica costume vê-la nos outros, afinal alguém, que não lembro quem agora,já escreveu que costumamos apontar os nossos defeitos nos outros.
Beijão Márcio
Antes que eu esqueça, adorei teu texto sobre fofoca no Expresso. Nossa como acontecem atritos por causa de fofocas, e que fato corriqueiro, mas como seria bom se fosse apenas em textos literários

Júlio César de Lima Prates disse...

A alienação é irmã gêmea da imbecibilidade. Quem vê a foto não sabe o que foi feito para Dona Ayda na eleição do Rotary. O que me difere desses hipócritas é que falo a verdade não escondo nada de ninguém. Todos sabem que eles se carneiam nos bastidores e depois fingem para a população que existe cordialidade e harmonia. O Froilam além de cínico é conspirador e massa de manobra. O povo, pobre do povo, o povo é um bando de idiotas alienados que nada vê e nada sabe. Apenas é depositário acrítico das babaquices produzidas por esses intelectualóides de orelhas de livros. Essa anômina devia lavar a boca antes de falar em mim. Sou cínico, sim, do contrário não saberia entendê-la, nem sua enteada e nem seu amante. Nem os seus cinismos deslavados. Só os otários acreditam nela e ainda acha que pode se esconder no anominato, mas isso não é coisa de gente sem moral? Sem ética? E ela não é da ala mais ética da cidade? Ética na fachada, mas carniça na vida real!!!