segunda-feira, 21 de julho de 2008

Meu findi (para usar uma palavra da hora) foi tranquilo, nada demais. Na sexta-feira, estive dando umas aulas de Photoshop para o meu amigo Chico. O que foi algo bastante difícil. Apesar de conhecer relativamente bem o programa de edição de imagens, não sei passar as informações. Ou seja, sou péssimo professor. Para compensar, o Chico é péssimo aluno (é muito teimoso). Acabo perdendo a paciência comigo e com ele. Mas vamos seguir com as aulas, pois devagar se vai ao longe e se trata do meu melhor amigo.
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No sábado, estive visitando a casa nova do meu amigo João Lemes. Agora, ele é morador oficial do bairro Zamperetti e está morando em sua casa própria, tendo realizado um sonho. É o resultado de muitos anos de trabalho e ele realmente fez por merecer o conforto que hoje desfruta. Tivemos uma conversa muito boa, regada à chimarrão e bolo frito. Pela manhã, o João me ligou contando de um sonho que ele teve, de que eu teria juntado meus cacarecos e ido embora de Santiago, e embora do país. Como falei com ele, um sonho improvável, pois jamais iria embora de Santiago, que é a minha cidade do coração. Mas enfim, enquanto conversávamos o João me deu alguns conselhos, que absorvi com o coração.Lá pelas tantas, eu me surpreendi com uma frase dele, dizendo que a gente deve tomar cuidado em fazer críticas, procurando ser mais justo possível. Que muitas vezes, a gente pode fazer uma crítica mais contundente até em função de ter algum rancor ou nos falte alguma coisa. Que, com o passar do tempo e a medida em que a gente vai conquistando algumas coisas, até a forma de criticar se torna mais elegante e, afinal, mais eficiente. Que não é preciso fazer uma crítica pesada para se fazer compreender. Que é preciso diplomacia, assim, se consegue elaborar uma crítica mais assimilável. Foi uma boa análise por parte do meu amigo e, sinceramente, me senti orgulhoso em compartilhar desse ensinamento. Realmente, o tomei para mim e fiz a mea-culpa até em função de críticas que eu próprio andei destilando aqui, nesse blog. Afinal, não quero fazer deste espaço virtual um Diário de Guerra e, sim, um blog pessoal, nada mais que isso. Portanto, cada vez que escrever qualquer coisa, trarei à mente as palavras de meu amigo, de meu editor.
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Gostei muito, muito da coluna escrita pelo desembargador Ruy Gessinger na última edição do Expresso, onde ele abordou sobre a necessidade que as pessoas tem de fazerem uso do álcool em seu cotidiano. Ele lembrou que o Brasil deu exemplo de civilidade para o resto do mundo ao implantar o voto eletrônico. Retorno a esse assunto mais tarde.
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Recebi dois e-mails. Um da Cíntia e outro da professora Ana Leal. Uma vai assistir ao filme "Batman, o Cavaleiro das Trevas". A outra já assistiu e me disse que é bárbaro. Só sei que o filme lucrou horrores em seu primeiro final de semana e as críticas o aplaudem como o melhor filme do ano, com destaque especial para Heath Leadger. Ainda não estreou em Santa Maria e temo que isso não aconteça. Eu e toda a minha turma estamos loucos para ver.
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Volto mais tarde.
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