quinta-feira, 10 de abril de 2008

Compromisso social


Há alguns meses, escrevi sobre a importância de nossas empresas e instituições terem compromisso social e cultural. Hoje, volto a falar sobre isso. Nesse aspecto, vejo com satisfação que a Cooperativa Tritícola saiu na frente dando um exemplo maravilhoso. Há uma semana, a cooperativa da terra da gente passou a fornecer 10 litros de leite diariamente para a creche-lar Vó Aurora. A coordenadora da creche, Juracy Flores recebeu com muita alegria o nobre gesto da Tritícola que, através do presidente Leandro Cardoso, foi sensível a situação de quase 40 crianças àvidas por esse alimento. Era do bolso de Juracy e de apoiadores que a creche conseguia o leite. Mesmo assim, insuficiente para a demanda. A Tritícola merece o reconhecimento da comunidade que pode ajudar. Basta comprar na Tritícola. A bela foto acima, feita na creche, foi registrada por meu talentoso colega de Expresso Ilustrado, o Anderson Taborda.


Compromisso cultural
Agora, quero falar sobre o compromisso cultural. Fiquei contente de ver que a Câmara de Vereadores iniciou a discussão a respeito da preservação do prédio no mesmo terreno e que, no ano passado, perigava até ser demolido. Na época, eu fiquei preocupado com essa possibilidade e conversei com os vereadores Bianchini e Nelson Abreu e sugeri que, ao invés de ser demolido, o prédio fosse restaurado para abrigar um auditório multicultural, abrindo espaço para teatro, dança, palestras, exposições etc. Afinal, quem lida com a arte em Santiago sabe da falta de espaços. Sugeri ainda que fosse lembrado o nome de Caio Fernando Abreu, no caso da idéia ser concretizada. Nessa semana, o presidente Abreu trouxe o assunto à baila na sesão da Câmara e noto o empenho de alguns vereadores, como o Bianchini, que demonstra preocupação com a preservação cultural e histórica de nossa Santiago. Aliás, eu lembro quando conversei com ele sobre esse assunto, o quanto Bianchini se mostrou disposto a defender o referido prédio. Ele chegou a comentar, inclusive, que se fosse preciso impedir a demolição do prédio, ele colocaria um colchão dentro do prédio e moraria lá por uns dias. Tudo para impedir que mais um crime contra um prédio histórico de nossa Santiago fosse cometivo. Depois ainda me perguntam o porquê de eu dizer que admiro o Bianchini...

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