segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Se tu no estás aqui...

Sábado, após reunião com a Maiara, o César e a galera da juventude recebi o afável convite do Froilan Oliveira para participar da janta do troféu Premium, organizado pela empresa Estillus, especializada em organização de festas e eventos. O convite do Froilan, aliás, foi uma confirmação de um convite anterior feito por sua esposa, Gislaine, durante a ExpoSantiago. O evento estava legal, bem organizado, de bom gosto. Gostei da recepção, do saboroso buffet, um ambiente descontraído, enfim. Teve uma apresentação da amiga Lígia Rosso e de sua aluna Dieniffer Souza e, depois, a entrega dos troféu. Mais tarde, apresentação da maravilhosa Analise Severo e do talentoso Diogo Bonato. Aproveitei a noite para conversar com alguns amigos, como o Júlio Prates e a Eliziane, o Sadi e o Claudinho Gioda, o Alan de Sá, a Nara Belmonte, o Diniz Cogo, o Diego e, claro, o Froilan. Parabéns a Gislaine pelo evento.
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Deixa eu ver, só para deixar registrado: durante a festa, o locutor Éden de Paula fez uma menção A Analise, se referindo a ela como "futura vereadora". Realmente, a Analise é uma das apostas do PMDB de Santiago e, acredita-se, pode ser um fenômeno de votos.
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Assisti ao filme "Tropa de Elite". Não foi no cinema. Foi piratão mesmo. Um amigo me emprestou e assisti ao filme. Ah, estou fazendo apologia a pirataria, alguém deve me dizer. Aí eu respondo o seguinte: "O Lula assistiu 2 filhos de Francisco confortávelmente em seu avião, quando o filme ainda estava nos cinemas" e ainda contou para todo o Brasil. Que deslize. Ehehehe.
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Não dá nada.
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Sobre o filme, abre uma importante discussão sobre a crescente violência urbana e mostra a realidade do "Batalhão de Operações Especiais" do Rio de Janeiro, o Bope, um esquadrão especializado em subir as favelas e meter bala na bandidagem.
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"Dadinho o caralho, o meu nome é Zé Pequeno", frase célebre do bandidão do filme "Cidade de Deus".
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Tropa de Elite parece ser ambientada no mesmo universo. Parece que a qualquer momento, podem aparecer personagens do filme de Fernando Meirelles (Cidade de Deus...)
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Uh. Não comentei aqui sobre o Santiago Encena. Estive viajando aquase que toda a semana passada e só pude assistir a primeira noite do Santiago Encena e devo dizer que foi 10 em termos de organização. Hoje encontrei a Denise Cardoso, secretária de Educação do município e ela me disse que também esteve fora, mas me garantiu que a qualidade do festival foi equivalente a da noite de abertura. Legal. Méritos da SMEC e do meu padrinho Noé Machado.
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O mesmo que, vez por outra, me chama de "filho ingrato". Somos grandes amigos.
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Ah, tem mais um xingamento no repertório do Noé. Ele me chamou de "Rainha do Baile"..
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Isso porque ele tinha me convidado para fazer uma leitura interpretativa de uma crônica do Caio Fernando Abreu na abertura do Santiago Encena, chamada "A Raiz no Pampa". Com a máxima satisfação atendi ao pedido do Noé. No entanto, aproveitei as luzes da ribalta, após o monólogo e lasquei um pequeno discurso:
"Caio Fernando Abreu foi, sem dúvida, o maior escritor já nascido neste solo santiaguense. E, sem dúvida, uma das pessoas que mais lutou para ver a sua obra valorizada na terra-natal de Caio, foi uma grande amiga minha e, tenho certeza, de muitos que estão aqui: a jornalista Ieda Beltrão. Infelizmente, ela não mora mais em Santiago e não pôde ver esse sonho ser realizado, de ver o nome de Caio recebendo a merecida atenção. Então, lembrando de minha amiga Ieda Beltrão, quero dizer para vocês que descubram Caio Fernando Abreu, conheçam Caio Fernando Abreu, leiam Caio Fernando Abreu e sintam Caio Fernando Abreu. E, que após termos assistido as belas encenações que vimos nessa noite, só tenho a dizer mais uma coisa: viva o teatro, viva a dança, viva a cultura, viva a arte, viva o Santiago Encena".
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Devo dizer que proferi a última frase a plenos pulmões. Gritando, entusiasmado. (para não dizer fiasquento...)
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Por isso, o Noé me chamou de "Rainha do Baile"...
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Durante a abertura foi entregue o troféu Caio Fernando Abreu para Froilan Oliveira, pela Literatura; para Valdir Amaral Pinto, pela Cultura e para a professora Mara Rebello, pela Educação. Parabéns aos homenageados. Só lamentei que esqueceram de citar o vereador Nelson Abreu, como criador do troféu Caio Fernando Abreu. Uma indelicadeza.
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Ontem, após jogarmos um futebolzinho amigo (muito coice, muitos hematomas, bola na cara...), o Divaldo me comentou que um grupo de Ijuí papou a maioria dos troféus do Encena, mas que o grupo da Angela Genro, o Dom de Semblantes, havia conquistado alguns prêmios importantes para Santiago. Fiquei feliz. Adoro a Ângela e o grupo dela está muito bem estruturado.
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Fora que tenho grandes amigos que atuam no grupo.
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Sobre o futebolzinho amigo: eu fiz dois gols. Sério.
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...E não foram contra, tá?

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